Skip to main content

Tirzepatida (Mounjaro) e semaglutida (Ozempic) no diabetes tipo 2: quando indico e o que esperar

Tirzepatida (Mounjaro) e semaglutida (Ozempic) para diabetes: glicada, coração, rins e doses

Resumo rápido

  • A tirzepatida (Mounjaro) e a semaglutida (Ozempic) estimulam a insulina quando a glicose sobe e diminuem o glucagon.
  • No SURPASS-2, a glicada caiu de 2,0 a 2,3 pontos com tirzepatida e 1,9 com semaglutida 1 mg.
  • A semaglutida protegeu coração e rim; a tirzepatida não foi inferior a outro remédio protetor.
  • Entram cedo com obesidade, doença do coração, do rim ou gordura no fígado.
  • Sozinhas, raramente causam hipoglicemia; com insulina ou sulfonilureia, a dose desses é revista.

Imagine uma mulher de 61 anos com diabetes tipo 2, metformina e glibenclamida, glicada de 8,4%, obesidade, um stent e albumina na urina; o último fundo de olho foi há três anos. Ela quer saber se a tirzepatida (Mounjaro) no diabetes tipo 2 funciona, se a semaglutida (Ozempic) seria melhor e se escapa da insulina.

Veja que a pergunta vai além do peso, comparado em tirzepatida (Mounjaro) ou semaglutida (Ozempic); aqui, o foco é o diabetes.

Metas, remédios e acompanhamento estão reunidos na página sobre o tratamento do diabetes com endocrinologista em São Paulo.

O que Você Precisa Saber

Não são insulina. Fazem o pâncreas liberar a própria insulina quando a glicose sobe.

A glicada costuma cair 1 ponto ou mais. Depende do ponto de partida e da dose.

O benefício vai além da glicose. Coração e rins pesam na escolha.

Começar exige revisar o resto. Sulfonilureia, insulina, olhos e alimentação.

Como a tirzepatida e a semaglutida diminuem a glicose

Costumo explicar com a chave e a fechadura. O GLP-1, hormônio do intestino liberado após a refeição, é a chave; a fechadura fica no pâncreas, no estômago e no cérebro. A semaglutida é uma chave que dura uma semana; a tirzepatida abre também a fechadura do GIP.

Definição rápida
Agonista de GLP-1

remédio que imita o GLP-1, como a semaglutida. A tirzepatida é agonista duplo, de GIP e GLP-1.

Com a fechadura aberta:

  • Insulina na hora certa: mais insulina quando a glicose sobe, menos quando normaliza.
  • Menos glucagon: o fígado solta menos glicose.
  • Estômago mais lento: a glicose da refeição sobe menos, e o apetite diminui.

É outro caminho, diferente da metformina e dos inibidores de SGLT2; por isso, a diretriz brasileira prevê associá-los.

Quanto diminuem a glicada: os estudos SUSTAIN e SURPASS

No SUSTAIN-6, partindo de 8,7%, a semaglutida levou a hemoglobina glicada a 7,6% com 0,5 mg e a 7,3% com 1 mg em dois anos, contra 8,3% com placebo.

No SURPASS-2, estudo de 40 semanas com 1.878 pessoas com diabetes tipo 2 em uso de metformina e glicada inicial de 8,3%, a tirzepatida diminuiu a glicada em 2,0, 2,2 e 2,3 pontos com 5, 10 e 15 mg, contra 1,9 ponto com a semaglutida 1 mg.

A meta da maioria é glicada abaixo de 7%, individualizada, como no guia de tratamento do diabetes tipo 2.

Coração e rins: SUSTAIN-6, SOUL, SURPASS-CVOT e FLOW

Para mim, isso pesa mais que a glicada.

  • SUSTAIN-6 (2016): em 3.297 pessoas com risco cardiovascular alto, a semaglutida injetável diminuiu infarto, AVC e morte cardiovascular de 8,9% para 6,6% em dois anos.
  • SOUL (2025): com doença cardiovascular ou renal, a semaglutida oral de 14 mg os diminuiu em 14%.
  • SURPASS-CVOT (2025): em mais de 13 mil pessoas com doença aterosclerótica, a tirzepatida foi comparada à dulaglutida, agonista de GLP-1 que já protege o coração. Em 4 anos, os eventos foram 12,2% contra 13,1%: não inferior, sem provar superioridade; a morte por qualquer causa foi 16% menor.
Definição rápida
Albuminúria

perda de albumina, uma proteína, na urina; sinal precoce de lesão do rim. Veja albuminúria no diabetes.

O rim tem estudo próprio:

No estudo FLOW, de 2024, 3.533 pessoas com diabetes tipo 2 e doença renal crônica com albuminúria receberam semaglutida 1 mg por semana ou placebo. Em 3,4 anos, falência renal, perda de metade da função ou morte por causa renal ou cardiovascular ocorreram em 18,7% contra 23,2%, 24% a menos.

Quando entram no tratamento: o que dizem a SBD e a ADA

Pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e pela Associação Americana de Diabetes (ADA, 2026), pesam o risco cardiovascular, o peso e a glicada:

Situação O que costuma entrar Fonte
Sem excesso de peso, risco baixo ou intermediário, glicada abaixo de 7,5% Metformina SBD
Sobrepeso ou obesidade Agonista de GLP-1 ou tirzepatida SBD
Glicada de 7,5% ou mais Dois remédios desde o início SBD
Doença cardiovascular ou risco alto Agonista de GLP-1 ou inibidor de SGLT2, qualquer que seja a glicada SBD e ADA 2026
Insuficiência cardíaca Inibidor de SGLT2; com fração de ejeção preservada e obesidade, também tirzepatida ou agonista de GLP-1 ADA 2026
Doença renal crônica Inibidor de SGLT2 ou agonista de GLP-1; na doença avançada, o agonista de GLP-1 ADA 2026
Gordura no fígado com risco de fibrose Agonista de GLP-1; tirzepatida ou pioglitazona como alternativas ADA 2026
Diagnóstico recente, glicada acima de 9%, sede e perda de peso Insulina SBD

Não existe equilíbrio, existe prioridade: com stent e albumina na urina, o remédio que protege vem antes do ajuste fino da glicada, muitas vezes com um inibidor de SGLT2.

Agonista de GLP-1 ou insulina?

Pela SBD, a insulina vai preferencialmente para quem tem sintomas, como sede, urina em excesso e perda de peso com glicose muito alta, ou segue fora da meta com vários remédios. Fora disso, o agonista de GLP-1 ou a tirzepatida costumam vir antes, e podem se somar à insulina basal.

Hipoglicemia. Sozinhos, raramente causam. Com insulina ou sulfonilureia, como a glibenclamida, o risco sobe, e as bulas preveem diminuir a dose desses, decisão do médico. Veja hipoglicemia.

Retinopatia: por que o olho entra na conversa

Definição rápida
Retinopatia diabética

lesão dos vasos da retina pela glicose alta, sem sintomas no começo; veja retinopatia diabética sem sintomas.

O alerta veio do SUSTAIN-6:

No SUSTAIN-6, complicações da retinopatia, como sangramento no olho ou necessidade de laser, ocorreram em 3,0% com semaglutida e 1,8% com placebo; 83,5% dos casos foram em quem já tinha retinopatia.

Uma análise posterior as ligou à queda grande e rápida da glicada, efeito também visto com insulina, e a SBD pede cautela na retinopatia proliferativa. Antes de começar, confiro o último fundo de olho, anual desde o diagnóstico; com retinopatia, o oftalmologista acompanha.

Doses no diabetes, pela bula

Remédio Como se usa Início Manutenção
Semaglutida injetável (Ozempic) Uma vez por semana 0,25 mg por 4 semanas 0,5 mg; se preciso, 1 mg e até 2 mg
Semaglutida oral (Rybelsus) Comprimido diário, em jejum, com até 120 mL de água, 30 minutos antes de comer 3 mg por 30 dias 7 mg; se preciso, 14 mg
Tirzepatida (Mounjaro) Uma vez por semana 2,5 mg por 4 semanas 5 mg; se preciso, mais 2,5 mg a cada 4 semanas ou mais, até 15 mg

A dose de início não controla a glicose; subir, manter ou trocar de remédio se decide com o médico.

O que mudou em 2025 e 2026 no Brasil

  • Tirzepatida: nas farmácias desde maio de 2025.
  • Receita retida: desde junho de 2025, por regra da Anvisa, a receita de semaglutida e de tirzepatida tem duas vias, vale 90 dias e uma via fica na farmácia.
  • Rim: em fevereiro de 2026, a Anvisa estendeu a indicação da semaglutida (Ozempic) ao diabetes tipo 2 com doença renal crônica.
  • Semaglutida nacional: após a patente, a Anvisa registrou a primeira versão sintética, para diabetes tipo 2, em maio de 2026, e o primeiro genérico, em agosto.

Efeitos digestivos e como diminuir

Náusea, diarreia, vômito e intestino preso predominam no início e nos aumentos de dose. Ajudam porções menores, mastigar devagar, parar na saciedade, evitar frituras e beber água, porque vômito e diarreia desidratam e podem piorar os rins. Dor forte e contínua no alto da barriga pode ser pancreatite, efeito raro, e pede atendimento.

Alimentação: low carb junto com o remédio

No diabetes tipo 2, com ou sem caneta, oriento low carb: menos de 130 g de carboidrato por dia, ou de 26% a 45% das calorias, referência da SBD, com prioridade de proteína e vegetais não amiláceos. No prato: metade do prato de proteína, um pouco mais de um quarto de vegetais e legumes, menos de um quarto de carboidrato e gordura na medida do sabor, não à vontade. Veja dieta low carb para diabetes.

Quem usa insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2 precisa ajustar a medicação com o médico antes de reduzir o carboidrato, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica. Diabetes tipo 1, gestantes, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Principais Pontos

1Estimulam a insulina quando a glicose sobe.
2Tirzepatida: glicada 2,0 a 2,3 pontos menor no SURPASS-2.
3Semaglutida 1 mg: 1,9 ponto no mesmo estudo.
4A semaglutida protegeu coração e rim.
5A tirzepatida não foi inferior à dulaglutida.
6Obesidade e doença do coração, do rim ou do fígado os colocam cedo.
7Insulina e sulfonilureia têm a dose revista.
8Low carb, com os alertas de remédios.

Erros Comuns

começar sem rever a sulfonilureia ou a insulina
Os efeitos se somam, e a glicose pode cair demais.
esquecer o fundo de olho
A queda rápida da glicada pede o olho acompanhado.
subir a dose por conta própria
Pular degraus aumenta enjoo e vômitos.
usar a caneta quando falta insulina
Sede e perda de peso com glicose muito alta pedem insulina.

Perguntas Frequentes

  • A tirzepatida (Mounjaro) serve para diabetes tipo 2?

    Sim. A Anvisa a registrou para diabetes tipo 2 em 2023 e, em 2025, também para obesidade. No SURPASS-2, diminuiu a glicada em 2,0 a 2,3 pontos, mais que a semaglutida 1 mg. A diretriz brasileira a coloca entre as primeiras opções com sobrepeso ou obesidade, junto com alimentação e atividade física.

  • Quanto a semaglutida (Ozempic) diminui a hemoglobina glicada?

    Depende do ponto de partida e da dose. No SUSTAIN-6, partindo de 8,7%, a glicada foi a 7,6% com 0,5 mg e a 7,3% com 1 mg em dois anos. No SURPASS-2, partindo de 8,3%, a dose de 1 mg a diminuiu em 1,9 ponto em 40 semanas.

  • A tirzepatida (Mounjaro) é insulina? Pode substituir a insulina?

    Não é insulina: faz o pâncreas liberar a própria insulina quando a glicose sobe. Muitas vezes entra antes da insulina ou se soma a ela. Mas, com sede, urina em excesso e perda de peso com glicose muito alta, ou fora da meta com vários remédios, a insulina é necessária. Nunca a suspenda por conta própria.

  • A tirzepatida (Mounjaro) ou a semaglutida (Ozempic) causam hipoglicemia?

    Sozinhas, raramente, porque o estímulo à insulina diminui quando a glicose normaliza. No SURPASS-2, a hipoglicemia ocorreu em 0,2% a 1,7% com tirzepatida e 0,4% com semaglutida. O risco sobe com insulina ou sulfonilureia, como a glibenclamida; as bulas preveem diminuir a dose desses remédios, e quem ajusta é o médico.

  • Qual é a dose da semaglutida (Ozempic) no diabetes tipo 2?

    Pela bula, começa com 0,25 mg por semana por 4 semanas, só para o corpo se acostumar. Depois, 0,5 mg e, se preciso, 1 mg e até 2 mg, com ao menos 4 semanas entre os degraus. A semaglutida para obesidade (Wegovy) usa doses maiores. A dose se decide com o médico.

  • Quem tem diabetes tipo 1 pode usar tirzepatida (Mounjaro) ou semaglutida (Ozempic)?

    Não são registradas para o tipo 1, e a bula da semaglutida exclui esse uso, assim como a cetoacidose. No tipo 1 falta insulina, e nenhuma delas a substitui. Com obesidade, o especialista pode considerá-las como adjuvante, fora da bula, com acompanhamento próximo e sempre junto com a insulina.

  • Quem tem retinopatia pode usar semaglutida (Ozempic)?

    Pode, com cuidado. No SUSTAIN-6, as complicações da retinopatia foram mais frequentes com semaglutida, sobretudo em quem já tinha a doença. A SBD pede cautela na retinopatia proliferativa. Antes de começar, vale um fundo de olho recente; com retinopatia, acompanhamento com o oftalmologista e avaliação logo se a visão piorar.

  • A semaglutida (Ozempic) serve para pré-diabetes?

    Não é registrada para isso. A semaglutida para obesidade (Wegovy) é indicada com IMC de 30 ou mais, ou de 27 ou mais com doença associada, como o pré-diabetes. Sem excesso de peso, o pré-diabetes se trata com alimentação, atividade física e, em alguns casos, metformina.

Cuide do seu diabetes com orientação individual

Agendar consulta presencial
Instituto Aster (Campo Belo) · Hospital Israelita Albert Einstein (Perdizes), São Paulo
Consulta por telemedicina
Para quem está em outra cidade ou prefere atendimento remoto, quando apropriado
Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 2 de novembro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Frías JP, Davies MJ, Rosenstock J, et al. Tirzepatide versus Semaglutide Once Weekly in Patients with Type 2 Diabetes (SURPASS-2). N Engl J Med. 2021;385(6):503-515. doi:10.1056/NEJMoa2107519.
  2. Marso SP, Bain SC, Consoli A, et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Patients with Type 2 Diabetes (SUSTAIN-6). N Engl J Med. 2016;375(19):1834-1844. doi:10.1056/NEJMoa1607141.
  3. Vilsbøll T, Bain SC, Leiter LA, et al. Semaglutide, reduction in glycated haemoglobin and the risk of diabetic retinopathy. Diabetes Obes Metab. 2018;20(4):889-897. doi:10.1111/dom.13172.
  4. Perkovic V, Tuttle KR, Rossing P, et al. Effects of Semaglutide on Chronic Kidney Disease in Patients with Type 2 Diabetes (FLOW). N Engl J Med. 2024;391(2):109-121. doi:10.1056/NEJMoa2403347.
  5. McGuire DK, Marx N, Mulvagh SL, et al. Oral Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in High-Risk Type 2 Diabetes (SOUL). N Engl J Med. 2025;392(20):2001-2012.
  6. Nicholls SJ, et al.; SURPASS-CVOT Investigators. Cardiovascular Outcomes with Tirzepatide versus Dulaglutide in Type 2 Diabetes. N Engl J Med. 2025;393(24):2409-2420. doi:10.1056/NEJMoa2505928.
  7. Lyra R, Albuquerque L, Cavalcanti S, Tambascia M, Silva Júnior WS, Bertoluci MC. Manejo da terapia antidiabética no DM2. Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, edição atual (capítulo revisado em setembro de 2024). doi:10.29327/5412848.2024-7.
  8. American Diabetes Association Professional Practice Committee. 9. Pharmacologic Approaches to Glycemic Treatment: Standards of Care in Diabetes—2026. Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1). doi:10.2337/dc26-S009.
  9. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). RDC nº 973/2025 (retenção de receita de agonistas de GLP-1); Anvisa aprova novas indicações para semaglutida (2 de fevereiro de 2026); registros de semaglutida sintética e genérica (maio a agosto de 2026); bulas de Ozempic, Rybelsus e Mounjaro. Bulas americanas (FDA) dos mesmos produtos, consultadas em novembro de 2026.

Agende sua consulta com endocrinologista para tratar diabetes, obesidade e alterações hormonais.

O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.