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Dapagliflozina (Forxiga) e empagliflozina (Jardiance): para que servem e quem se beneficia no rim e no coração

Dapagliflozina (Forxiga) para que serve, empagliflozina (Jardiance), efeitos colaterais e SUS

Resumo rápido

  • A dapagliflozina (Forxiga) e a empagliflozina (Jardiance) fazem o rim eliminar glicose e sódio pela urina.
  • Pelas bulas brasileiras, tratam diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica, as duas últimas com ou sem diabetes.
  • Nos estudos, diminuíram a piora da insuficiência cardíaca e a progressão da doença renal.
  • O efeito mais comum é a candidíase genital; cetoacidose euglicêmica e gangrena de Fournier são raras.
  • Antes de cirurgia, a agência americana (FDA) pede pausa de ao menos 3 dias.

Imagine uma mulher de 68 anos, sem diabetes, que recebe alta após uma crise de insuficiência cardíaca com receita de dapagliflozina (Forxiga). Ela pesquisa: dapagliflozina para que serve? E estranha: o remédio aparece como tratamento de diabetes.

Veja que a dapagliflozina e a empagliflozina (Jardiance) nasceram para o diabetes e hoje protegem também coração e rim.

A classe está em inibidores de SGLT2 no diabetes tipo 2; aqui, o foco são esses dois remédios.

O que Você Precisa Saber

Não são só remédios de diabetes. Insuficiência cardíaca e doença renal crônica estão nas bulas, com ou sem diabetes.

A proteção independe do diabetes. No DAPA-HF, o benefício foi semelhante com e sem diabetes.

Os efeitos comuns são previsíveis. Urinar mais e ter candidíase genital, sobretudo no início.

Há momentos de pausa. Cirurgia, jejum prolongado e doença aguda, sempre com o médico.

Como agem: a glicose sai pela urina

Costumo explicar com uma porta giratória. A glicose filtrada pelo rim volta ao sangue por portas no túbulo renal; a principal, o SGLT2, devolve glicose junto com sódio. As duas trancam essa porta, e parte da glicose e do sódio sai na urina.

Definição rápida
Inibidor de SGLT2 (gliflozina)

remédio que bloqueia o SGLT2, transportador do rim que devolve glicose e sódio ao sangue.

Além da glicose:

  • Sódio e água: mais urina e pressão arterial discretamente menor.
  • Pressão dentro do rim: com mais sódio adiante no túbulo, o rim estreita a entrada do filtro, e a pressão lá dentro diminui.

Pela bula da dapagliflozina, o efeito na glicose diminui com filtração abaixo de 45 mL/min/1,73 m²; a proteção do rim, porém, foi estudada com filtração a partir de 20.

Para que servem: indicações aprovadas no Brasil

Indicação Dapagliflozina (Forxiga) Empagliflozina (Jardiance)
Diabetes tipo 2, controle da glicose Sim Sim
Insuficiência cardíaca crônica Adultos com sintomas (classes II a IV) Adultos, qualquer fração de ejeção, com ou sem diabetes
Doença renal crônica Adultos Adultos
Dose 10 mg uma vez ao dia, em todas as indicações 10 mg uma vez ao dia; no diabetes, até 25 mg
Diabetes tipo 1 Não indicada Não deve ser usada

Dose e troca são decididas com o médico.

Coração: o que os estudos mostraram

No EMPA-REG OUTCOME, de 2015, 7.020 adultos com diabetes tipo 2 e doença cardiovascular receberam empagliflozina ou placebo por cerca de 3,1 anos. A morte cardiovascular ocorreu em 3,7% contra 5,9%, e a internação por insuficiência cardíaca, em 2,7% contra 4,1%.

  • DECLARE-TIMI 58 (2019): 17.160 adultos com diabetes tipo 2, 10.186 deles sem doença cardiovascular; a dapagliflozina diminuiu internação por insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular, sem efeito significativo em infarto e AVC.
  • DAPA-HF (2019): 4.744 adultos com fração de ejeção de 40% ou menos; morte cardiovascular ou piora da insuficiência cardíaca 26% menor com dapagliflozina.
  • EMPEROR-Reduced (2020): 3.730 adultos com fração de 40% ou menos; morte cardiovascular ou internação por insuficiência cardíaca em 19,4% com empagliflozina e 24,7% com placebo.
  • EMPEROR-Preserved (2021): 5.988 adultos com fração acima de 40%; mesmo desfecho em 13,8% contra 17,1%.
  • DELIVER (2022): 6.263 adultos com fração acima de 40%; piora da insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular em 16,4% com dapagliflozina e 19,5% com placebo.
Definição rápida
Fração de ejeção

porcentagem do sangue que o coração bombeia a cada batida; até 40%, é reduzida.

Rins: DAPA-CKD e EMPA-KIDNEY

O DAPA-CKD, de 2020, incluiu 4.304 adultos com filtração de 25 a 75 mL/min/1,73 m² e albuminúria de 200 a 5.000 mg/g. A dapagliflozina diminuiu perda importante da função, falência renal ou morte renal ou cardiovascular, com ou sem diabetes.

No EMPA-KIDNEY, de 2023, 6.609 adultos com doença renal crônica, cerca de 44% com diabetes tipo 2, tinham filtração de 20 a 45 mL/min/1,73 m², ou de 45 a 90 com albuminúria a partir de 200 mg/g. Em cerca de dois anos, progressão da doença renal ou morte cardiovascular ocorreram em 13,1% com empagliflozina e 16,9% com placebo.

O KDIGO 2024, diretriz internacional de rim, recomenda o inibidor de SGLT2 com filtração de 20 ou mais, no diabetes tipo 2 e, sem diabetes, com albuminúria a partir de 200 mg/g ou insuficiência cardíaca. Veja albuminúria no diabetes.

Quem se beneficia, com e sem diabetes

Situação O que diminuiu Estudo
Diabetes tipo 2 com doença cardiovascular Morte cardiovascular e internação por insuficiência cardíaca EMPA-REG OUTCOME
Diabetes tipo 2 com doença ou fatores de risco cardiovascular Internação por insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular DECLARE-TIMI 58
Insuficiência cardíaca, fração de até 40% Piora da insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular DAPA-HF, EMPEROR-Reduced
Insuficiência cardíaca, fração acima de 40% Piora da insuficiência cardíaca ou morte cardiovascular EMPEROR-Preserved, DELIVER
Doença renal crônica Progressão da doença renal ou morte cardiovascular DAPA-CKD, EMPA-KIDNEY

Dapagliflozina para quem não tem diabetes? Com insuficiência cardíaca ou doença renal crônica, sim. Sem essas doenças, não há indicação para "prevenir" nem para emagrecer.

Onde entram no diabetes tipo 2

Pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e pela ADA 2026, com doença cardiovascular ou risco alto, o inibidor de SGLT2 ou o agonista de GLP-1 entra qualquer que seja a glicada; com insuficiência cardíaca, a ADA indica o inibidor de SGLT2; na doença renal crônica, ele ou o agonista de GLP-1.

Não existe equilíbrio, existe prioridade: com coração ou rim doente, o remédio que protege vem antes do ajuste fino da glicada. A dapagliflozina pode se somar à metformina, inclusive no comprimido de dapagliflozina com metformina (Xigduo XR), e à tirzepatida (Mounjaro) ou à semaglutida (Ozempic). Veja o guia de tratamento do diabetes tipo 2.

Dapagliflozina ou empagliflozina: o que muda na prática

  • Comparação: cada uma foi testada contra placebo, não contra a outra.
  • Dose: 10 mg nas duas; só a empagliflozina vai a 25 mg, no diabetes.
  • Rim: pela agência europeia, não se inicia a dapagliflozina com filtração abaixo de 25, nem a empagliflozina abaixo de 20.

Na minha visão, vale a que tem indicação, acesso e boa tolerância para você.

  • Genéricos: há genéricos de dapagliflozina; em 25 de maio de 2026, a Anvisa registrou o primeiro que a combina com metformina, equivalente ao de referência (Xigduo XR).
  • Farmácia Popular: gratuita desde 13 de fevereiro de 2025, para diabetes associado à doença cardiovascular.
  • SUS, diabetes tipo 2: com doença ou risco cardiovascular alto, em faixas de idade definidas pela Conitec.
  • SUS, insuficiência cardíaca: fração de 40% ou menos, com sintomas apesar do tratamento padrão; em 26 de dezembro de 2025, o Ministério da Saúde decidiu não incorporá-la para fração acima de 40%.
  • SUS, doença renal crônica: incorporada em setembro de 2022; pelo protocolo de 2024, filtração de 25 a 75 mL/min/1,73 m² e, sem diabetes, albuminúria acima de 300 mg/g.

Efeitos colaterais

Efeito Frequência, pela bula O que fazer
Urinar mais Comum Esperado no início
Candidíase genital Comum Tratar e, em geral, manter o remédio; veja candidíase com gliflozinas
Infecção urinária Até 1 em cada 10 pessoas Ardor, febre ou dor lombar: procurar o médico
Desidratação e tontura Desidratação incomum; tontura comum Atenção a diarreia, diurético e idade a partir de 75 anos
Hipoglicemia Muito comum só com sulfonilureia ou insulina O médico revisa a dose desses remédios
Cetoacidose euglicêmica Rara: até 1 em 1.000 com diabetes tipo 2 Náusea, vômitos, dor na barriga ou falta de ar: atendimento imediato
Gangrena de Fournier Rara Dor, inchaço ou vermelhidão genital com febre: pronto-atendimento

Cetoacidose euglicêmica e quando suspender

Definição rápida
Cetoacidose euglicêmica

acúmulo de cetonas que deixa o sangue ácido com a glicose normal ou pouco elevada, às vezes abaixo de 250 mg/dL. O glicosímetro normal não a descarta.

Costuma aparecer com pouca insulina e pouca comida: doença aguda, vômitos, jejum prolongado, desidratação e cirurgia. Pela FDA, dapagliflozina e empagliflozina são suspensas ao menos 3 dias antes de cirurgia ou procedimento com jejum prolongado, quando possível, e retomadas com a pessoa estável e comendo. Na doença aguda, siga o plano de dias de doença no diabetes; suspensão e volta são decididas pelo médico.

Função renal: até quando usar e por que a filtração diminui no começo

A função do rim é medida antes e durante o tratamento, no ritmo combinado na consulta; veja com que frequência consultar o endocrinologista. Pela bula americana, a dapagliflozina não é iniciada com filtração abaixo de 25, mas pode seguir se ela diminuir depois; o KDIGO 2024 orienta manter até a diálise ou o transplante, se tolerada.

Nas primeiras semanas, a filtração diminui um pouco: no DAPA-HF, 4,3 mL/min/1,73 m² com dapagliflozina e 1,1 com placebo; no DAPA-CKD, 4,0 e 0,8 no 14º dia. É como diminuir a pressão de uma mangueira: sai menos água, mas ela se desgasta menos. Esse degrau, sozinho, não é motivo para parar.

Alimentação: low carb com atenção à cetoacidose

No diabetes tipo 2, com ou sem gliflozina, oriento low carb: menos de 130 g de carboidrato por dia, ou de 26% a 45% das calorias, referência da SBD, com prioridade de proteína e vegetais não amiláceos. No prato: metade do prato de proteína, um pouco mais de um quarto de vegetais e legumes, menos de um quarto de carboidrato e gordura na medida do sabor, não à vontade. Veja dieta low carb para diabetes.

Atenção: com dapagliflozina ou empagliflozina, reduzir muito o carboidrato aumenta as cetonas e o risco de cetoacidose euglicêmica. Por isso, a redução se combina antes com o médico, que ajusta a medicação. Quem usa insulina ou sulfonilureia também precisa de ajuste, pelo risco de hipoglicemia. Diabetes tipo 1, gestantes, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Principais Pontos

1Eliminam glicose e sódio pela urina.
2Tratam diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca e doença renal crônica.
3No coração e no rim, servem com ou sem diabetes.
4Foram testadas contra placebo, não uma contra a outra.
5Candidíase é o efeito mais comum; cetoacidose e Fournier, raras.
6Pela FDA, pausa de ao menos 3 dias antes de cirurgia.
7A pequena redução inicial da filtração é esperada.
8Low carb, com a medicação ajustada pelo médico.

Erros Comuns

parar porque "não tenho diabetes"
A proteção independe do diabetes.
suspender pela redução inicial da filtração
O degrau das primeiras semanas é esperado.
esquecer a pausa antes de cirurgia
Avise o cirurgião e o anestesista.
cortar carboidrato sem avisar o médico
Com gliflozina, aumenta o risco de cetoacidose.
abandonar o remédio na primeira candidíase
Em geral, trata-se a infecção e o remédio continua.

Perguntas Frequentes

  • Dapagliflozina (Forxiga) serve para quê?

    Pela bula brasileira, para controle da glicose no diabetes tipo 2, insuficiência cardíaca crônica e doença renal crônica, as duas últimas em adultos com ou sem diabetes. Nos estudos, diminuiu a piora da insuficiência cardíaca e a progressão da doença renal. A dose é de 10 mg uma vez ao dia.

  • A dapagliflozina genérica é igual à dapagliflozina (Forxiga) de marca?

    Tem o mesmo princípio ativo e a mesma dose, e o genérico precisa ser intercambiável com o de referência, a dapagliflozina (Forxiga). Há genéricos à venda no Brasil, e em maio de 2026 a Anvisa registrou o primeiro genérico de dapagliflozina com metformina. O que importa é tomar todos os dias.

  • Quem não tem diabetes pode tomar dapagliflozina (Forxiga)?

    Pode, se tiver insuficiência cardíaca ou doença renal crônica: a bula brasileira inclui as duas em adultos, com ou sem diabetes. No DAPA-HF e no DAPA-CKD, o benefício apareceu com e sem diabetes. Sem essas doenças, não há indicação, nem para prevenir. Sem insulina ou sulfonilureia, a hipoglicemia é rara.

  • Dapagliflozina (Forxiga) emagrece?

    Pode levar a uma perda de peso pequena, porque parte da glicose sai pela urina, mas não é remédio para emagrecer: não é registrada para obesidade, e a bula lista a perda de peso como efeito incomum. Usá-la só para isso expõe aos efeitos colaterais sem benefício. A obesidade tem tratamentos próprios.

  • Dapagliflozina (Forxiga) ou empagliflozina (Jardiance): qual é melhor?

    As duas têm estudos positivos em insuficiência cardíaca e doença renal crônica, mas cada uma foi testada contra placebo, não contra a outra. A dapagliflozina usa 10 mg em todas as indicações; a empagliflozina, 10 mg, e até 25 mg no diabetes. A escolha é feita com o médico, pela indicação e pelo acesso.

  • Quais são os efeitos colaterais da dapagliflozina (Forxiga)?

    Os mais comuns são urinar mais, candidíase genital, infecção urinária, tontura e desidratação, sobretudo em idosos e em quem usa diurético. Com sulfonilureia ou insulina, a hipoglicemia é muito comum pela bula. Raras, mas graves: cetoacidose euglicêmica, que pode vir com glicose quase normal, e gangrena de Fournier. Nesses casos, procure atendimento imediato.

  • Dapagliflozina (Forxiga) pode ser tomada à noite ou em jejum?

    Pode. Pela bula, são 10 mg uma vez ao dia, a qualquer hora, com ou sem comida; o melhor horário é o que você não esquece. Não é para tomar duas vezes ao dia. Se esquecer, tome ao lembrar; perto da próxima dose, pule a esquecida e nunca tome duas doses juntas.

  • A dapagliflozina (Forxiga) é de graça na Farmácia Popular ou no SUS?

    Desde 13 de fevereiro de 2025, a dapagliflozina 10 mg é gratuita na Farmácia Popular, com receita, para diabetes associado à doença cardiovascular. No SUS, está incorporada para diabetes tipo 2 em critérios definidos, insuficiência cardíaca com fração de ejeção de 40% ou menos e doença renal crônica, mas não para fração acima de 40%.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 4 de novembro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Zinman B, Wanner C, Lachin JM, et al. Empagliflozin, Cardiovascular Outcomes, and Mortality in Type 2 Diabetes (EMPA-REG OUTCOME). N Engl J Med. 2015;373(22):2117-2128. doi:10.1056/NEJMoa1504720.
  2. Wiviott SD, Raz I, Bonaca MP, et al. Dapagliflozin and Cardiovascular Outcomes in Type 2 Diabetes (DECLARE-TIMI 58). N Engl J Med. 2019;380(4):347-357. doi:10.1056/NEJMoa1812389.
  3. McMurray JJV, Solomon SD, Inzucchi SE, et al. Dapagliflozin in Patients with Heart Failure and Reduced Ejection Fraction (DAPA-HF). N Engl J Med. 2019;381(21):1995-2008. doi:10.1056/NEJMoa1911303. Packer M, Anker SD, Butler J, et al. Cardiovascular and Renal Outcomes with Empagliflozin in Heart Failure (EMPEROR-Reduced). N Engl J Med. 2020;383(15):1413-1424. doi:10.1056/NEJMoa2022190.
  4. Anker SD, Butler J, Filippatos G, et al. Empagliflozin in Heart Failure with a Preserved Ejection Fraction (EMPEROR-Preserved). N Engl J Med. 2021;385(16):1451-1461. doi:10.1056/NEJMoa2107038. Solomon SD, McMurray JJV, Claggett B, et al. Dapagliflozin in Heart Failure with Mildly Reduced or Preserved Ejection Fraction (DELIVER). N Engl J Med. 2022;387(12):1089-1098. doi:10.1056/NEJMoa2206286.
  5. Heerspink HJL, Stefánsson BV, Correa-Rotter R, et al. Dapagliflozin in Patients with Chronic Kidney Disease (DAPA-CKD). N Engl J Med. 2020;383(15):1436-1446. doi:10.1056/NEJMoa2024816. The EMPA-KIDNEY Collaborative Group. Empagliflozin in Patients with Chronic Kidney Disease. N Engl J Med. 2023;388(2):117-127. doi:10.1056/NEJMoa2204233.
  6. Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO) CKD Work Group. KDIGO 2024 Clinical Practice Guideline for the Evaluation and Management of Chronic Kidney Disease. Kidney Int. 2024;105(4S):S117-S314. doi:10.1016/j.kint.2023.10.018.
  7. American Diabetes Association Professional Practice Committee. 9. Pharmacologic Approaches to Glycemic Treatment e 10. Cardiovascular Disease and Risk Management: Standards of Care in Diabetes—2026. Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1). doi:10.2337/dc26-S009 e doi:10.2337/dc26-S010. Lyra R, Albuquerque L, Cavalcanti S, et al. Manejo da terapia antidiabética no DM2. Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, edição atual. doi:10.29327/5412848.2024-7.
  8. Heerspink HJL, Perkins BA, Fitchett DH, Husain M, Cherney DZI. Sodium Glucose Cotransporter 2 Inhibitors in the Treatment of Diabetes Mellitus: Cardiovascular and Kidney Effects, Potential Mechanisms, and Clinical Applications. Circulation. 2016;134(10):752-772. doi:10.1161/CIRCULATIONAHA.116.021887.
  9. Bulas brasileiras de Forxiga (dapagliflozina) e Jardiance (empagliflozina); informação do produto da Agência Europeia de Medicamentos (Forxiga e Jardiance); bulas americanas (FDA) de Farxiga (revisão de junho de 2026) e Jardiance. Conitec: Portaria SCTIE/MS nº 106, de 26 de setembro de 2022; Portaria Conjunta SAES/SECTICS nº 11, de 16 de setembro de 2024 (PCDT da doença renal crônica); Relatório de Recomendação nº 1.067 e Portaria SCTIE/MS nº 97, de 26 de dezembro de 2025. Conselho Federal de Farmácia: Farmácia Popular com 100% de gratuidade (13 de fevereiro de 2025) e primeiro genérico de dapagliflozina com metformina (25 de maio de 2026). Consultados em novembro de 2026.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.