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Gliclazida (Diamicron MR) e glibenclamida (Daonil): para que servem e se ainda têm lugar no diabetes

Gliclazida para que serve, glibenclamida e glimepirida (Amaryl): hipoglicemia, peso e SUS

Resumo rápido

  • Gliclazida (Diamicron MR), glibenclamida (Daonil) e glimepirida (Amaryl) fazem o pâncreas liberar insulina mesmo com a glicose normal.
  • Diminuem bem a glicose e custam pouco, mas causam hipoglicemia e ganho de peso.
  • A glibenclamida é a que mais causa hipoglicemia.
  • Com doença do coração ou do rim, outros remédios protegem e vêm antes.
  • No SUS, há glibenclamida e gliclazida; no Farmácia Popular, só a glibenclamida.

Imagine um homem de 74 anos, com diabetes tipo 2, que toma metformina e glibenclamida (Daonil). Passou a almoçar menos para emagrecer e, à tarde, sente tremor e suor frio. Sugerem a gliclazida (Diamicron MR), e a filha pesquisa: gliclazida para que serve? É melhor?

Veja que a pergunta certa é outra: ele ainda precisa de uma sulfonilureia? O passo a passo está em tratamento do diabetes tipo 2; aqui, o foco são esses comprimidos.

O que Você Precisa Saber

Funcionam, mas sem freio. Liberam insulina com a glicose alta ou normal; daí a hipoglicemia.

Não são todas iguais. A glibenclamida tem o maior risco de hipoglicemia da classe.

Não protegem coração nem rim. Para isso, há a dapagliflozina e os agonistas de GLP-1.

Mudar a alimentação pede ajustar a dose. Cortar carboidrato com sulfonilureia, sem o médico, aumenta muito o risco de hipoglicemia.

Como agem: a torneira que não fecha

Pense numa torneira de boia: o pâncreas libera insulina quando a glicose sobe e fecha a torneira quando ela baixa. A sulfonilureia prende a boia, e a torneira segue aberta.

Definição rápida
Sulfonilureia

classe de comprimidos para diabetes tipo 2 que estimula o pâncreas a liberar insulina, independentemente da glicose do momento.

A metformina, sozinha, não causa hipoglicemia. Com sulfonilureia, pular refeição é arriscado.

Glibenclamida, gliclazida e glimepirida: as diferenças

Remédio (nome comercial) Tomada e duração, pela bula Risco de hipoglicemia Rim, pela bula Observações
Glibenclamida (Daonil) Antes do café da manhã; efeito por cerca de 24 horas O maior da classe Não usar com disfunção grave De 2,5 a 15 mg por dia, em geral; ação longa
Gliclazida de liberação prolongada (Diamicron MR) Uma vez ao dia, no café da manhã Menor que o da glimepirida (GUIDE) Leve ou moderada: com monitoramento; grave: não usar De 30 a 120 mg por dia
Glimepirida (Amaryl) Uma vez ao dia, antes da primeira refeição principal Maior que o da gliclazida (GUIDE) Rim fraco: mais sensibilidade ao remédio De 1 a 4 mg por dia, em geral; ação longa

Numa meta-análise de 2007, a glibenclamida teve 83% mais risco de hipoglicemia que outras sulfonilureias. No estudo GUIDE, de 2004, com 845 pessoas e glicada parecida, a hipoglicemia ocorreu em 3,7% com gliclazida e 8,9% com glimepirida.

O que os grandes estudos mostraram

No UKPDS, estudo britânico de 1998, 3.867 pessoas com diabetes tipo 2 recém-diagnosticado receberam controle intensivo, com sulfonilureia ou insulina, ou convencional. A glicada média ficou em 7,0% contra 7,9%, e as complicações dos pequenos vasos, a maioria na retina, foram 25% menores. Dez anos após o estudo, o grupo intensivo tinha 15% menos infarto e 13% menos mortes.

  • ADVANCE (2008): em 11.140 pessoas, o tratamento intensivo com gliclazida levou a glicada a 6,5%, contra 7,3%. O risco de doença renal diminuiu 21%; o de infarto, AVC e morte, não de forma significativa. Hipoglicemia grave: 2,7% contra 1,5%.
  • CAROLINA (2019): em 6.033 pessoas com risco cardiovascular alto, infarto, AVC ou morte cardiovascular: 11,8% com linagliptina e 12,0% com glimepirida; hipoglicemia: 10,6% contra 37,7%.
  • TOSCA.IT (2017): em 3.028 pessoas com metformina, somar pioglitazona ou sulfonilureia, sobretudo gliclazida e glimepirida, deu eventos cardiovasculares semelhantes; hipoglicemia: 10% contra 34%.

Perceba: as sulfonilureias não aumentaram os eventos do coração, mas não mostraram a proteção da dapagliflozina e dos agonistas de GLP-1.

Hipoglicemia: quem tem mais risco e o que fazer

Definição rápida
Hipoglicemia

glicose abaixo de 70 mg/dL, com tremor, suor frio, coração acelerado, fome súbita ou confusão.

Pelas bulas, o risco aumenta com idade avançada, refeições puladas ou menores, jejum, exercício sem carboidrato, rim ou fígado funcionando mal, álcool e outros remédios.

Na hora, use a regra dos 15: 15 g de açúcar de absorção rápida, esperar 15 minutos e medir de novo. Com sulfonilureia, ela pode voltar, porque o remédio age por horas: avise o médico; sem melhora após duas rodadas, com confusão ou desmaio, é urgência. Veja como tratar a hipoglicemia.

Idosos. Os critérios de Beers de 2023, da Sociedade Americana de Geriatria, mandam evitar sulfonilureias como primeira ou segunda opção, salvo barreiras à metformina, aos agonistas de GLP-1 ou aos inibidores de SGLT2; se usadas, preferem as de ação curta às de ação longa, como glibenclamida e glimepirida.

Dirigir e álcool. Meça a glicose antes de dirigir; abaixo de 90 mg/dL, coma antes. Com sintomas ao volante, pare, trate e espere 45 minutos. O álcool pode causar hipoglicemia horas depois: beba com comida.

Peso: a gliclazida engorda?

Pode aumentar um pouco. No UKPDS, o ganho foi de 1,7 kg com glibenclamida e de 4,0 kg com insulina; no ADVANCE, o grupo intensivo pesou 0,7 kg a mais. Com sobrepeso ou obesidade, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) indica o agonista de GLP-1 ou a tirzepatida; veja tirzepatida (Mounjaro) e semaglutida (Ozempic) no diabetes tipo 2.

Remédio RENAME 2024 (SUS) Farmácia Popular
Glibenclamida 5 mg Sim, componente básico Sim, gratuita
Gliclazida 30 e 60 mg de liberação prolongada e 80 mg Sim, componente básico Não
Glimepirida Não Não

A Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) de 2024 saiu na Portaria GM/MS nº 6.324, de 26 de dezembro de 2024; a oferta segue a lista de cada município. O Farmácia Popular, gratuito desde fevereiro de 2025, traz em 2026 a glibenclamida, não a gliclazida nem a glimepirida.

Onde ainda têm lugar e onde não deveriam ser a primeira escolha

Pela SBD e pela ADA 2026, com doença cardiovascular ou risco alto, o inibidor de SGLT2 ou o agonista de GLP-1 entra qualquer que seja a glicada; com insuficiência cardíaca, a ADA indica o inibidor de SGLT2; na doença renal crônica, ele ou o agonista de GLP-1. Veja dapagliflozina (Forxiga) e empagliflozina (Jardiance). Não existe equilíbrio, existe prioridade: com coração ou rim doente, o remédio que protege vem antes.

As sulfonilureias têm lugar quando essas opções e a metformina não podem ser usadas ou não estão ao alcance: custam pouco e estão no SUS. Com sede, urina em excesso e perda de peso com glicose muito alta, a SBD recomenda insulina, e a ADA 2026 a considera; veja insulina basal.

Na minha visão, quem está na meta, sem hipoglicemia nem doença do coração ou do rim, não precisa trocar às pressas; veja tratamento do diabetes com endocrinologista em São Paulo.

Como reduzir ou trocar, sempre com o médico

Ao começar tirzepatida, semaglutida ou insulina, as bulas preveem diminuir a dose da sulfonilureia. Pela bula da gliclazida, perda de peso e mudança de hábitos podem exigir outra dose. Dose, troca e suspensão são decisões com o médico: parar por conta própria faz a glicose voltar a subir.

Alimentação: low carb, com a dose ajustada antes

No diabetes tipo 2, oriento low carb: menos de 130 g de carboidrato por dia, ou de 26% a 45% das calorias, referência da SBD, com prioridade de proteína e vegetais não amiláceos. No prato: metade do prato de proteína, um pouco mais de um quarto de vegetais e legumes, menos de um quarto de carboidrato e gordura na medida do sabor, não à vontade. Veja dieta low carb para diabetes.

Com gliclazida, glibenclamida ou glimepirida, reduzir o carboidrato sem ajustar a dose com o médico aumenta muito o risco de hipoglicemia: o remédio continua liberando insulina para uma refeição que ficou menor. Quem usa insulina também precisa de ajuste, e, com inibidor de SGLT2, cortar carboidrato aumenta o risco de cetoacidose euglicêmica. Diabetes tipo 1, gestantes, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Principais Pontos

1Liberam insulina independentemente da glicose.
2Diminuem bem a glicose e custam pouco.
3A glibenclamida é a que mais causa hipoglicemia.
4A gliclazida causou menos hipoglicemia que a glimepirida.
5Podem aumentar um pouco o peso.
6Não protegem coração e rim como inibidores de SGLT2 e agonistas de GLP-1.
7No Farmácia Popular, só a glibenclamida.
8Low carb, com a dose ajustada antes.

Erros Comuns

pular refeição depois do comprimido
O remédio segue liberando insulina.
cortar carboidrato sem avisar o médico
O risco de hipoglicemia aumenta muito.
tratar a hipoglicemia e esquecer o assunto
A dose pode precisar mudar.
manter a glibenclamida no idoso porque "sempre funcionou"
Com a idade e o rim mais fraco, o risco cresce.
suspender por conta própria
A glicose volta a subir.

Perguntas Frequentes

  • Gliclazida (Diamicron MR): para que serve?

    Serve para diminuir a glicose no diabetes tipo 2 quando alimentação, atividade física e perda de peso não bastam, sozinha ou com outros remédios. Faz o pâncreas liberar mais insulina. Pela bula, é tomada uma vez ao dia, no café da manhã, de 30 a 120 mg. Não trata diabetes tipo 1 e não emagrece.

  • Gliclazida (Diamicron MR) ou glibenclamida (Daonil): qual é melhor?

    Diminuem a glicose de forma parecida, mas a glibenclamida causa mais hipoglicemia: numa meta-análise de 2007, 83% mais risco que outras sulfonilureias. Os critérios de Beers de 2023 pedem evitar as de ação longa, como ela, em idosos. Na minha visão, se uma sulfonilureia é necessária, a gliclazida é a mais segura.

  • Gliclazida (Diamicron MR) engorda ou emagrece?

    Não emagrece e pode aumentar um pouco o peso, como as outras sulfonilureias. No estudo ADVANCE, o grupo do tratamento intensivo com gliclazida pesou 0,7 kg a mais. Se o peso é prioridade, os agonistas de GLP-1 e a tirzepatida (Mounjaro) diminuem a glicose e o peso, com indicação médica.

  • A gliclazida (Diamicron MR) pode ser tomada à noite?

    Pela bula, a gliclazida de liberação prolongada é tomada uma vez ao dia, com o café da manhã, sempre seguida de uma refeição; a bula não prevê dose à noite. Se esquecer, não aumente a dose do dia seguinte. A glibenclamida (Daonil) vai antes do café da manhã. Mudar o horário se combina com o médico.

  • Posso tomar gliclazida (Diamicron MR) junto com metformina (Glifage)?

    Pode, quando o médico indica: é uma combinação antiga, testada, por exemplo, no estudo TOSCA.IT, em que todos usavam metformina. A metformina sozinha não causa hipoglicemia, mas a combinação pode causar, por causa da sulfonilureia. Refeição pulada, exercício intenso e álcool pedem atenção; tremor ou suor frio devem ser contados ao médico.

  • A gliclazida (Diamicron MR) pode ser partida?

    Pela bula, o comprimido de 60 mg pode ser dividido ao meio, mas não deve ser mastigado nem triturado. Ele é de liberação prolongada: solta o remédio aos poucos ao longo do dia, e triturar altera essa liberação. Se a dose exige partir outro comprimido, confirme a apresentação com o médico ou o farmacêutico.

  • A glibenclamida (Daonil) causa hipoglicemia?

    Sim, e é a sulfonilureia que mais causa. No UKPDS, hipoglicemias graves ocorreram em 1,4% ao ano com glibenclamida, contra 0,7% com o tratamento convencional. O risco cresce com idade, rim fraco, refeições puladas, exercício e álcool. Abaixo de 70 mg/dL, use a regra dos 15 e avise o médico: o efeito dura horas.

  • Gliclazida pega na Farmácia Popular?

    Não. Em 2026, o Farmácia Popular oferece de graça só a glibenclamida 5 mg. A gliclazida de 30, 60 e 80 mg está na RENAME 2024, no componente básico do SUS, retirada com receita nas unidades de saúde, conforme a lista do município. A glimepirida não está em nenhuma das duas.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 5 de novembro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. UK Prospective Diabetes Study (UKPDS) Group. Intensive blood-glucose control with sulphonylureas or insulin compared with conventional treatment and risk of complications in patients with type 2 diabetes (UKPDS 33). Lancet. 1998;352(9131):837-853. doi:10.1016/S0140-6736(98)07019-6. Holman RR, Paul SK, Bethel MA, Matthews DR, Neil HAW. 10-year follow-up of intensive glucose control in type 2 diabetes. N Engl J Med. 2008;359(15):1577-1589. doi:10.1056/NEJMoa0806470.
  2. ADVANCE Collaborative Group. Intensive blood glucose control and vascular outcomes in patients with type 2 diabetes. N Engl J Med. 2008;358(24):2560-2572. doi:10.1056/NEJMoa0802987.
  3. Rosenstock J, Kahn SE, Johansen OE, et al. Effect of Linagliptin vs Glimepiride on Major Adverse Cardiovascular Outcomes in Patients With Type 2 Diabetes: The CAROLINA Randomized Clinical Trial. JAMA. 2019;322(12):1155-1166. doi:10.1001/jama.2019.13772.
  4. Vaccaro O, Masulli M, Nicolucci A, et al. Effects on the incidence of cardiovascular events of the addition of pioglitazone versus sulfonylureas in patients with type 2 diabetes inadequately controlled with metformin (TOSCA.IT): a randomised, multicentre trial. Lancet Diabetes Endocrinol. 2017;5(11):887-897. doi:10.1016/S2213-8587(17)30317-0.
  5. Gangji AS, Cukierman T, Gerstein HC, Goldsmith CH, Clase CM. A systematic review and meta-analysis of hypoglycemia and cardiovascular events: a comparison of glyburide with other secretagogues and with insulin. Diabetes Care. 2007;30(2):389-394. doi:10.2337/dc06-1789. Schernthaner G, Grimaldi A, Di Mario U, et al. GUIDE study: double-blind comparison of once-daily gliclazide MR and glimepiride in type 2 diabetic patients. Eur J Clin Invest. 2004;34(8):535-542.
  6. 2023 American Geriatrics Society Beers Criteria Update Expert Panel. American Geriatrics Society 2023 updated AGS Beers Criteria for potentially inappropriate medication use in older adults. J Am Geriatr Soc. 2023;71(7):2052-2081. doi:10.1111/jgs.18372.
  7. American Diabetes Association Professional Practice Committee. 9. Pharmacologic Approaches to Glycemic Treatment: Standards of Care in Diabetes—2026. Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S183-S215. doi:10.2337/dc26-S009. Lyra R, Albuquerque L, Cavalcanti S, Tambascia M, Silva Júnior WS, Bertoluci MC. Manejo da terapia antidiabética no DM2. Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, edição atual (capítulo revisado em setembro de 2024). doi:10.29327/5412848.2024-7.
  8. Ministério da Saúde. Relação Nacional de Medicamentos Essenciais: RENAME 2024. Portaria GM/MS nº 6.324, de 26 de dezembro de 2024. Portaria GM/MS nº 4.811, de 4 de julho de 2024 (elenco e gratuidade do Programa Farmácia Popular do Brasil). Consultados em novembro de 2026.
  9. Bulas brasileiras de gliclazida de liberação prolongada (Diamicron MR; Servier), glibenclamida (Daonil; Sanofi, texto aprovado pela Anvisa em 5 de maio de 2017) e glimepirida (Amaryl; Sanofi, texto atualizado em 8 de setembro de 2026). Consultadas em novembro de 2026.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.