O que trata o endocrinologista: lista completa de doenças e condições
O que faz um endocrinologista: as glândulas, os hormônios e as doenças de cada área
Resumo rápido
- O endocrinologista é o médico dos hormônios e do metabolismo: cuida das glândulas hormonais e de doenças como diabetes, obesidade e colesterol alto.
- As condições mais frequentes são diabetes e pré-diabetes, obesidade, tireoide, colesterol, gordura no fígado, menopausa e testosterona baixa.
- A especialidade também cobre osteoporose, paratireoides, hipófise, suprarrenais, ovários policísticos, hirsutismo e hipoglicemia.
- Crescimento e puberdade ficam com o endocrinologista pediátrico.
- O endocrinologista não opera e divide o cuidado com cardiologista, ginecologista, urologista, cirurgião e nutricionista.
"Doutor, o que trata o endocrinologista, afinal? Eu achava que era só diabetes." Escuto essa pergunta com frequência, inclusive de quem veio pelo peso e se surpreendeu quando a conversa passou pelo sono, pela menstruação e pelos ossos.
A confusão é compreensível. A endocrinologia não cuida de um órgão só, como o coração ou o rim, e sim de mensageiros químicos que circulam pelo corpo inteiro. Por isso aparece em queixas que parecem não ter relação entre si.
Neste guia, organizo o mapa da especialidade, glândula por glândula, e indico onde me aprofundo. Se a dúvida é se chegou a hora de marcar, veja quando procurar um endocrinologista.
O que Você Precisa Saber
Endocrinologia é a especialidade dos hormônios e do metabolismo. Hormônios coordenam fome, energia, crescimento, fertilidade, ossos e glicose. Quando sobram, faltam ou o corpo deixa de responder a eles, surgem as doenças endócrinas.
As doenças metabólicas são a maior parte do trabalho. Diabetes, obesidade, colesterol alto e gordura no fígado são muito mais comuns que os tumores de hipófise ou de suprarrenal, mas tudo pertence à mesma especialidade.
Muitas dessas doenças não dão sintomas no início. Pré-diabetes, colesterol alto, hipotireoidismo leve e osteoporose aparecem primeiro nos exames, e a fase silenciosa é a melhor para tratar.
O endocrinologista coordena, mas raramente trabalha sozinho. Cirurgiões, cardiologistas, ginecologistas, urologistas e nutricionistas entram em vários momentos.
O que é endocrinologia e metabologia
Costumo explicar com a chave e a fechadura. O hormônio é a chave: sai de uma glândula e viaja pelo sangue até as células, que têm fechaduras, os receptores. O endocrinologista cuida de chave de menos, de chave de mais e de fechadura emperrada, como na resistência à insulina.
órgão que fabrica hormônios e os lança direto no sangue. As principais são hipófise, tireoide, paratireoides, suprarrenais, pâncreas, ovários e testículos.
A metabologia é a outra metade do nome: o estudo de como o corpo transforma comida em energia e a armazena. Por isso diabetes, obesidade e colesterol estão no centro da especialidade.
A endocrinologia e metabologia é a especialidade médica que trata as doenças das glândulas produtoras de hormônios e as doenças do metabolismo, como diabetes, obesidade, colesterol alto e osteoporose. No Brasil, depois dos seis anos de Medicina, o caminho mais comum são dois anos de residência em clínica médica e dois em endocrinologia e metabologia; o título também pode ser obtido pela prova da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) com a Associação Médica Brasileira (AMB).
A prova exige formação ou prática comprovada na área, e o título é registrado no conselho.
Registro de Qualificação de Especialista, número que o Conselho Regional de Medicina concede a quem comprovou a especialidade. Só pode se anunciar como endocrinologista quem tem RQE em Endocrinologia e Metabologia.
A consulta ao registro é pública e gratuita, como explico em como verificar o RQE do endocrinologista; a diferença para o nutrólogo está em endocrinologista ou nutrólogo.
O mapa da especialidade: glândula por glândula
A tabela resume onde cada doença "mora"; nas seções seguintes, comento cada área.
| Glândula ou área | Principais condições |
|---|---|
| Pâncreas e glicose | Diabetes tipos 1 e 2, LADA, MODY, diabetes gestacional, pré-diabetes, hipoglicemia |
| Gordura corporal e metabolismo | Obesidade, resistência à insulina, síndrome metabólica, gordura no fígado |
| Gorduras do sangue | Colesterol alto, triglicérides altos, hipercolesterolemia familiar |
| Tireoide | Hipotireoidismo, hipertireoidismo, Hashimoto, Graves, nódulos, câncer de tireoide |
| Ovários | Menopausa, menopausa precoce, síndrome dos ovários policísticos, hirsutismo |
| Testículos | Testosterona baixa (hipogonadismo), ginecomastia |
| Ossos e paratireoides | Osteopenia, osteoporose, hiperparatireoidismo, cálcio baixo, falta de vitamina D |
| Hipófise | Prolactina alta, acromegalia, doença de Cushing, tumores de hipófise |
| Suprarrenais | Síndrome de Cushing, insuficiência adrenal, hiperaldosteronismo, feocromocitoma, nódulos |
| Crescimento e puberdade | Baixa estatura, puberdade precoce ou atrasada (endocrinologista pediátrico) |
Diabetes, pré-diabetes e hipoglicemia
Diabetes tipo 2. Mais de 90% dos casos: resistência à insulina somada ao cansaço do pâncreas, em geral com excesso de peso, pressão alta e colesterol alterado.
Diabetes tipo 1. Autoimune: o sistema de defesa destrói as células que fabricam insulina, que passa a ser indispensável. Pode surgir em qualquer idade, como mostro em diabetes tipo 1 no adulto.
LADA. Forma autoimune lenta do adulto, muitas vezes confundida com o tipo 2; o anti-GAD e o peptídeo C ajudam a separar. Veja diabetes LADA.
MODY. Causado pela alteração de um único gene, passa de pais para filhos. Suspeito em jovens com diabetes em várias gerações da família e anticorpos negativos; o teste genético pode mudar o tratamento. Veja diabetes MODY.
Diabetes gestacional. Surge na gravidez, é tratado com o obstetra e costuma sumir após o parto, mas aumenta o risco de diabetes tipo 2 depois.
Pré-diabetes. Glicemia de jejum de 100 a 125 mg/dL ou glicada de 5,7% a 6,4%. Não dá sintomas, e é a fase em que o tratamento funciona melhor.
Hipoglicemia. Em quem usa insulina ou sulfonilureia, pede ajuste do tratamento. Sem diabetes, só se confirma com glicose abaixo de 55 mg/dL durante os sintomas e melhora ao comer; veja o guia sobre hipoglicemia.
Resumo o cuidado em tratamento do diabetes. Na alimentação de quem tem diabetes, pré-diabetes ou resistência à insulina, oriento low carb, com menos de 130 g de carboidrato por dia e prioridade de proteína, vegetais e gorduras naturais. Quem usa insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2 precisa ajustar a medicação com o médico ao reduzir carboidratos, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica; diabetes tipo 1, gestação, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.
Obesidade, síndrome metabólica, gordura no fígado e colesterol
situação em que as células respondem mal à insulina, e o pâncreas precisa produzir mais para manter a glicose normal.
Obesidade. Doença crônica, não falta de força de vontade. O endocrinologista investiga causas, trata as doenças associadas e indica remédios quando cabem, como tirzepatida (Mounjaro) e semaglutida (Ozempic, Wegovy). Veja obesidade: tratamento.
Síndrome metabólica. Três ou mais entre cintura aumentada, triglicérides altos, HDL baixo, pressão alta e glicose alta formam a síndrome metabólica, que eleva o risco de infarto e de diabetes.
Gordura no fígado. Hoje chamada de MASLD, sigla em inglês para doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica, atinge cerca de 1 em cada 3 adultos. O hepatologista entra quando há fibrose avançada; veja gordura no fígado.
Colesterol e triglicérides. Inclui formas genéticas, como a hipercolesterolemia familiar. A meta do LDL depende do risco cardiovascular, e não da referência do laudo, como detalho em colesterol alto.
Tireoide
Hipotireoidismo. Falta hormônio e o corpo desacelera: cansaço, frio, intestino preso, pele seca. A causa mais comum é a tireoidite de Hashimoto, e o tratamento é a levotiroxina; veja o guia sobre hipotireoidismo.
Hipertireoidismo. Sobra hormônio: palpitação, tremor, calor, ansiedade e perda de peso. A doença de Graves é a causa mais comum, tratada com remédio, iodo radioativo ou cirurgia; veja hipertireoidismo.
Nódulos. São muito comuns e quase sempre benignos. O ultrassom define quais precisam de punção, como mostro em nódulos de tireoide.
Câncer de tireoide. O cirurgião de cabeça e pescoço opera; o endocrinologista participa do diagnóstico e do seguimento, com ultrassom, tireoglobulina e levotiroxina, e indica o iodo radioativo com a medicina nuclear. Em microcarcinomas de baixo risco, a vigilância ativa pode substituir a cirurgia.
Hormônios sexuais: menopausa, ovários policísticos, hirsutismo e testosterona
Menopausa. Fogachos, insônia, humor, gordura abdominal e perda óssea. O endocrinologista avalia sintomas e riscos e indica terapia hormonal quando faz sentido; veja menopausa. Antes dos 40 anos, na insuficiência ovariana prematura, a reposição é tratamento.
Síndrome dos ovários policísticos (SOP). Atinge cerca de 1 em cada 10 mulheres em idade fértil, com ciclos irregulares, sinais de excesso de hormônio masculino, como acne e pelos, e resistência à insulina frequente.
Hirsutismo. Pelos grossos no rosto, no peito ou no abdome. A SOP é a causa mais comum, mas pelos que surgem rápido, com voz mais grossa, pedem investigação de tumor produtor de hormônio.
Testosterona baixa e hipogonadismo. O diagnóstico exige sintomas e duas dosagens pela manhã. Obesidade, apneia, diabetes e opioides estão entre as causas comuns, e a reposição tem riscos, inclusive para a fertilidade; veja hipogonadismo.
Terapia hormonal de afirmação de gênero. Em adultos, também é acompanhada pelo endocrinologista, com equipe multiprofissional e dentro das regras do Conselho Federal de Medicina.
Ossos, cálcio e paratireoides
Osteopenia e osteoporose. Na densitometria, T-score entre −1 e −2,5 é osteopenia; igual ou abaixo de −2,5, osteoporose. A decisão de tratar considera o risco de fratura, como explico em osteopenia na menopausa. Reumatologistas, geriatras e ginecologistas também tratam osteoporose.
quatro glândulas do tamanho de um grão de arroz, atrás da tireoide, que controlam o cálcio do sangue por meio do paratormônio (PTH).
Hiperparatireoidismo primário. Excesso de PTH, que eleva o cálcio, muitas vezes descoberto num exame de rotina. Pode causar pedra nos rins e perda óssea; quando indicada, a cirurgia é feita pelo cirurgião de cabeça e pescoço.
Cálcio baixo e vitamina D. O hipoparatireoidismo, mais comum após cirurgia de tireoide, baixa o cálcio. A falta de vitamina D é corrigida na dose certa, sem megadoses.
Hipófise e suprarrenais
A hipófise, do tamanho de uma ervilha na base do crânio, é o termostato que regula tireoide, suprarrenais, ovários e testículos.
Prolactina alta. Pode vir de remédios, de hipotireoidismo ou de um prolactinoma, o tumor de hipófise mais comum, em geral tratado com comprimido (cabergolina); veja prolactina alta no homem.
Acromegalia e outros tumores. O excesso de hormônio do crescimento faz mãos, pés e feições crescerem. Tumores grandes podem comprimir a visão e, quando precisam de cirurgia, vão para o neurocirurgião.
As suprarrenais ficam sobre os rins e produzem cortisol, aldosterona e adrenalina.
Síndrome de Cushing. Excesso de cortisol: rosto arredondado, estrias largas arroxeadas, fraqueza nas coxas, glicose e pressão altas. A causa mais comum é o uso de corticoide.
Insuficiência adrenal. Falta de cortisol, com cansaço, perda de peso, pressão baixa e risco de crise grave, às vezes após a suspensão brusca de corticoide usado por muito tempo.
Feocromocitoma e nódulos. O feocromocitoma, tumor raro que produz adrenalina, causa crises de palpitação, suor e pressão muito alta. Nódulos achados por acaso em tomografia pedem avaliação hormonal.
produção excessiva de aldosterona pelas suprarrenais. O hormônio faz o corpo reter sal e água, o que eleva a pressão e pode baixar o potássio.
Perceba que é uma causa de pressão alta com tratamento próprio.
O hiperaldosteronismo primário está presente em cerca de 5% a 14% das pessoas com pressão alta atendidas na atenção primária. A diretriz de 2025 da Endocrine Society sugere dosar aldosterona e renina em todas as pessoas com hipertensão, porque o tratamento específico, com remédio ou cirurgia, melhora o controle da pressão.
Crianças e adolescentes
Crescimento e puberdade são território do endocrinologista pediátrico, médico com formação em pediatria ou endocrinologia e treinamento específico na área. Ele acompanha baixa estatura, puberdade antes dos 8 anos em meninas ou dos 9 em meninos, puberdade atrasada, diabetes tipo 1, obesidade infantil e hipotireoidismo congênito.
O que o endocrinologista não trata sozinho
O endocrinologista não opera nem prescreve hormônio com finalidade estética, de ganho de massa muscular ou de desempenho esportivo, prática vedada pelo Conselho Federal de Medicina. Várias doenças são cuidadas a quatro mãos:
- Cardiologista: infarto, arritmia e insuficiência cardíaca; colesterol e pressão podem ficar com um ou com os dois. Veja colesterol: endocrinologista ou cardiologista.
- Ginecologista: preventivo, mamas, contracepção, endometriose e gravidez; menopausa e SOP costumam ser compartilhadas. Veja menopausa: endocrinologista ou ginecologista.
- Urologista: próstata, disfunção erétil de causa vascular e infertilidade masculina. Veja testosterona baixa: endocrinologista ou urologista.
- Cirurgião: tireoide, paratireoides, hipófise, suprarrenal e cirurgia bariátrica. Veja nódulo de tireoide: endocrinologista ou cirurgião.
- Nutricionista: plano alimentar detalhado e acompanhamento da rotina.
- Outros parceiros: hepatologista, nefrologista, oftalmologista, psicólogo e psiquiatra, conforme o caso.
No meu consultório, o foco está nas condições reunidas na página de tratamentos: diabetes, obesidade, síndrome metabólica, hipotireoidismo, menopausa e hipogonadismo. Veja como funciona a consulta com endocrinologista, a segunda opinião e o atendimento como endocrinologista em São Paulo ou endocrinologista online.
Principais Pontos
Erros Comuns
Perguntas Frequentes
- Endocrinologista é médico de quê?
É o médico dos hormônios e do metabolismo. Cuida das glândulas que fabricam hormônios, como tireoide, hipófise, suprarrenais, pâncreas, ovários e testículos, e das doenças metabólicas, como diabetes, obesidade, colesterol alto, gordura no fígado e osteoporose. Os motivos mais comuns de consulta são glicose alterada, excesso de peso, tireoide, menopausa e testosterona baixa.
- Endocrinologista e metabologista são a mesma coisa?
Sim. O nome oficial da especialidade é Endocrinologia e Metabologia, e o título é um só. "Metabologia" lembra que a área inclui as doenças do metabolismo, como diabetes, obesidade e colesterol. Para usar qualquer um dos nomes, o médico precisa ter RQE na especialidade, que pode ser conferido no portal do Conselho Federal de Medicina.
- O que o endocrinologista trata no homem?
Além de diabetes, obesidade, tireoide e colesterol, que atingem homens e mulheres, o endocrinologista avalia testosterona baixa, prolactina alta, aumento das mamas (ginecomastia), osteoporose masculina e alterações hormonais ligadas à infertilidade, estas com o urologista. Queda de libido e de ereções matinais, com cansaço e perda de músculo, são motivos comuns de consulta.
- O que o endocrinologista trata na mulher?
Doenças da tireoide, bem mais frequentes nas mulheres, síndrome dos ovários policísticos, excesso de pelos, menstruação irregular de causa hormonal, prolactina alta, diabetes gestacional, menopausa e osteoporose, além de diabetes, obesidade e colesterol. Em vários desses temas, o cuidado é dividido com o ginecologista, responsável pelo preventivo, pelas mamas e pela gravidez.
- Endocrinologista é só para emagrecer?
Não. A obesidade é uma das condições mais tratadas, mas a especialidade inclui diabetes, tireoide, colesterol, menopausa, testosterona, ossos, hipófise e suprarrenais. Mesmo no peso, o objetivo é saúde: glicose, pressão, fígado, sono e articulações. O endocrinologista investiga causas hormonais, orienta alimentação e atividade física e indica remédios quando há critério.
- Endocrinologista trata queda de cabelo?
Quando a causa é hormonal, sim. Hipotireoidismo, hipertireoidismo, síndrome dos ovários policísticos, excesso de hormônio masculino e o pós-parto podem provocar queda. Nos demais casos, como alopecia areata e doenças do couro cabeludo, o especialista é o dermatologista. Mesmo com a tireoide tratada, o cabelo leva meses para melhorar, porque o ciclo do fio é lento.
- Endocrinologista trata lipedema?
Participa do cuidado. O lipedema é um acúmulo doloroso e simétrico de gordura nas pernas e às vezes nos braços, quase sempre em mulheres. O consenso brasileiro de 2025, da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, recomenda equipe com cirurgião vascular, endocrinologista e fisioterapeuta, entre outros. O endocrinologista diferencia lipedema de obesidade e trata o excesso de peso associado.
- O que trata o endocrinologista pediátrico?
Os problemas hormonais de crianças e adolescentes: baixa estatura, puberdade antes dos 8 anos em meninas ou dos 9 em meninos, puberdade atrasada, diabetes tipo 1, obesidade infantil com alterações metabólicas, hipotireoidismo congênito e outras doenças da tireoide. É uma área de atuação própria, com treinamento específico, e o caminho costuma começar pelo pediatra.
Entenda a sua saúde hormonal com orientação individual
Se você tem um exame alterado, mais de uma condição ao mesmo tempo ou dúvida sobre qual especialista procurar, uma avaliação completa ajuda a organizar o caminho.
Consulta presencial: agende sua consulta com o Dr. Rodrigo Bomeny no Instituto Aster (Campo Belo) ou no Hospital Israelita Albert Einstein (Perdizes), em São Paulo.
Cuide da sua saúde com orientação individual
Telemedicina: se você está em outra cidade ou prefere atendimento remoto, conheça a consulta por telemedicina, quando apropriado.
Referências
- Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Associação Médica Brasileira (AMB). Edital da Prova de Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia (TEEM) 2026. SBEM/AMB; 2026.
- Conselho Federal de Medicina (CFM). Resolução CFM nº 2.380, de 18 de junho de 2024. Homologa a Portaria CME nº 1/2024, que atualiza a relação de especialidades e áreas de atuação médicas aprovadas pela Comissão Mista de Especialidades. Diário Oficial da União; 24 jun 2024.
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