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Cirurgia bariátrica: indicação hoje e quem ainda se beneficia com os novos remédios para obesidade

Bariátrica ou tirzepatida (Mounjaro)? IMC para bariátrica em 2026, critérios do CFM e decisão compartilhada

Resumo rápido

  • Os novos remédios não aposentaram a cirurgia bariátrica: ela segue como o tratamento que mais emagrece.
  • Pelo CFM: IMC de 40 ou mais; de 35 a 39,9 com doença agravada pela obesidade; de 30 a 34,9 com diabetes tipo 2 ou outras condições definidas, após falha do tratamento clínico.
  • No estudo sueco SOS, o bypass mantinha 25% de perda aos 10 anos, e a mortalidade foi 29% menor.
  • A tirzepatida (Mounjaro) leva a até 20,9% de perda, mas o peso volta ao parar.
  • A escolha é compartilhada: doenças, tolerância, acesso e preferência pesam.

Imagine uma mulher de 44 anos, com IMC de 43, diabetes tipo 2 e apneia. Uma amiga diz que, com as canetas, ninguém mais opera; outra, que a cirurgia é a única saída. Ela quer saber se a indicação da cirurgia bariátrica ainda vale para ela.

Veja que as duas frases simplificam: remédio e cirurgia muitas vezes se somam. O panorama geral está em tratamento para obesidade.

O que Você Precisa Saber

A cirurgia segue como o tratamento mais potente. A perda se mantém em grande parte por pelo menos 10 anos.

Os critérios do CFM mudaram em 2025. A faixa de IMC 30 a 34,9 com diabetes tipo 2 perdeu os antigos limites de idade e de tempo de diagnóstico.

Remédio e cirurgia não são rivais. O remédio pode vir no lugar, antes ou depois da operação.

A decisão é compartilhada. Não existe equilíbrio, existe prioridade: pesa o que importa mais para cada pessoa.

Quem tem indicação hoje: os critérios do CFM

Definição rápida
IMC

peso em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado. A obesidade começa em 30; o grau 3, em 40.

Pela Resolução CFM nº 2.429/2025, a cirurgia pode ser indicada com:

  • IMC de 40 ou mais, com ou sem doença associada;
  • IMC de 35 a 39,9, com doença agravada pela obesidade;
  • IMC de 30 a 34,9, com diabetes tipo 2 ou outras condições definidas, como apneia grave, gordura no fígado com fibrose, doença renal inicial no diabetes tipo 2 ou osteoartrose grave.

A partir dos 16 anos, valem os critérios de adulto; de 14 a 16, só em exceção, com IMC acima de 40 e complicação com risco de vida. Em qualquer faixa, é preciso falha do tratamento clínico. Desde agosto de 2026 (Resolução CFM nº 2.470/2026), o endocrinologista integra a equipe mínima.

O que a cirurgia entrega a longo prazo

Definição rápida
Bypass e sleeve

o bypass gástrico liga um estômago pequeno direto ao intestino; o sleeve, ou gastrectomia vertical, transforma o estômago num tubo.

Pense assim: o remédio é um ar-condicionado que só funciona ligado; a cirurgia é uma reforma que muda de vez os sinais de fome, mas pede manutenção para sempre.

No estudo sueco SOS, publicado em 2007, 2.010 pessoas operadas foram comparadas a 2.037 em tratamento convencional por cerca de 11 anos. Com o bypass, a perda foi de 32% do peso em 1 a 2 anos e de 25% aos 10 anos; no grupo controle, o peso variou menos de 2%. A mortalidade foi 29% menor entre os operados.

No diabetes tipo 2, o STAMPEDE sorteou 150 pessoas com IMC de 27 a 43: em 5 anos, a glicada chegou a 6% ou menos em 29% com bypass, 23% com sleeve e 5% com remédios.

Definição rápida
Remissão do diabetes tipo 2

glicada abaixo de 6,5% por ao menos três meses sem remédios para a glicose. Não é cura.

Numa análise de quatro ensaios americanos (JAMA, 2024), a remissão foi de 18,2% com cirurgia e 6,2% com tratamento clínico em 7 anos, e de 12,7% e 0% em 12 anos. O diabetes pode voltar, como explico em cirurgia bariátrica e diabetes.

O que os remédios entregam e o que acontece ao parar

No SURMOUNT-1, a tirzepatida (Mounjaro) levou a 15% a 20,9% de perda em 72 semanas; no STEP 1, a semaglutida (Wegovy), a 14,9% em 68 semanas; no SURMOUNT-5, comparação direta, a 20,2% contra 13,7%. Veja as opções em remédio para emagrecer.

O limite é a continuidade: no SURMOUNT-4, quem trocou a tirzepatida por placebo recuperou 14,0% do peso em um ano; veja reganho de peso após parar a tirzepatida (Mounjaro).

A semaglutida oral (Wegovy em comprimido) foi aprovada pela Anvisa em 4 de novembro de 2026, com vendas previstas para 2027, e o orforglipron (Foundayo) está em análise; veja retatrutida e orforglipron.

Remédio ou cirurgia: o que os estudos que compararam mostram

Até novembro de 2026, não há, até onde se sabe, grande ensaio randomizado entre a cirurgia e a tirzepatida ou a semaglutida; os dados são observacionais.

Num estudo da Universidade de Nova York apresentado em 2025 no congresso da ASMBS, a sociedade americana de cirurgia bariátrica, com 51.085 pessoas com IMC de 35 ou mais (dado de congresso, sem publicação em revista até onde se sabe), quem operou perdeu 24% do peso em dois anos; quem recebeu semaglutida ou tirzepatida por ao menos seis meses, 4,7%, e quem usou o remédio sem parar por um ano, 7%.

Perceba: na vida real, muita gente para o remédio.

Num estudo de Israel (JAMA Network Open, 2024), com 3.035 operados com obesidade e diabetes pareados a 3.035 usuários de agonista de GLP-1, a mortalidade em cerca de 7 anos foi 62% menor com a cirurgia em quem tinha até 10 anos de diabetes; com mais tempo de doença, não houve vantagem.

Na minha leitura, quem opera e quem usa remédio são pessoas diferentes, e a estatística não corrige tudo.

Quem ainda se beneficia mais da cirurgia

A cirurgia pesa mais com IMC muito alto, doença grave ligada ao peso, intolerância ao remédio, falta de acesso contínuo a ele ou preferência informada. A ASMBS e a federação internacional IFSO (2022) recomendam operar a partir de IMC 35, mesmo sem doença associada.

Definição rápida
Decisão compartilhada

escolha feita junto pelo médico e pela pessoa, comparando benefícios, riscos e preferências.

Situação Caminho a considerar Por quê
IMC 30 a 34,9, sem diabetes nem condição do CFM Base e remédio Fora dos critérios do CFM
IMC 30 a 34,9 com diabetes tipo 2 Remédio ou cirurgia metabólica Mais remissão com cirurgia nos ensaios
IMC 35 a 39,9 com doença ligada ao peso Os dois caminhos Remédio contínuo x perda mais durável
IMC 40 ou mais Cirurgia em primeiro plano Com IMC 45, perder 20% deixa IMC 36
Não tolera o remédio ou não tem acesso contínuo Cirurgia, se houver critério Ao parar o remédio, o peso volta
Não quer operar ou tem risco cirúrgico alto Remédio de longo prazo 15% a 20% de perda nos ensaios
Reganho depois da bariátrica Base e remédio 11% a 13,6% de perda nos estudos
Adolescente de 14 a 16 anos Só em exceção IMC acima de 40 com risco de vida

Remédio antes ou depois da cirurgia

Antes, perder peso pode ser meta da equipe, e manter ou pausar a caneta antes da anestesia se decide com ela. Depois, o reganho é comum e tratável: semaglutida e tirzepatida ajudam, com subida de dose mais calma.

Riscos e cuidados da cirurgia

Pela ASMBS e pela IFSO, a cirurgia por vídeo é tão segura quanto retirar a vesícula ou colocar prótese de joelho. Os cuidados de longo prazo pesam mais:

  • Deficiências: ferro, vitamina B12, vitamina D e cálcio; na análise de 2024, anemia e fraturas foram mais frequentes com a cirurgia.
  • Pedra nos rins: o intestino absorve mais oxalato; veja pedras nos rins após bariátrica.
  • Vesícula: a perda rápida de peso favorece cálculos.
  • Dumping: sobretudo no bypass, doces chegam rápido ao intestino, com mal-estar, suor e diarreia; pode haver hipoglicemia de uma a três horas após comer.
  • Álcool: num estudo americano com 2.003 operados, em sete anos, 20,8% de quem fez bypass desenvolveram transtorno por uso de álcool, contra 11,3% com banda gástrica.

Acompanhamento para sempre

A operação muda a absorção para sempre: vitaminas e minerais todos os dias e exames periódicos, como hemograma, ferro, vitamina B12, vitamina D e cálcio. No tratamento, sempre priorizo trabalhar em conjunto com nutricionista, psicólogo e educador físico.

Depois da cirurgia, a alimentação segue as fases da equipe, com proteína primeiro. Com resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes, oriento low carb: menos de 130 g de carboidrato por dia (26% a 45% das calorias, referência da Sociedade Brasileira de Diabetes), com metade do prato de proteína, um pouco mais de um quarto de vegetais e legumes, menos de um quarto de carboidrato e gordura na medida do sabor, não à vontade.

Quem usa insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2 precisa ajustar a medicação com o médico ao reduzir o carboidrato, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica. Diabetes tipo 1, gestantes, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo. Veja o tratamento da obesidade com endocrinologista em São Paulo.

Principais Pontos

1A cirurgia segue como o tratamento que mais emagrece.
2CFM: IMC 40 ou mais; 35 com doença; 30 com diabetes tipo 2 ou condições definidas.
3É preciso falha do tratamento clínico.
4SOS: 25% de perda aos 10 anos; mortalidade 29% menor.
5Tirzepatida (Mounjaro): até 20,9%, perdidos ao parar.
6Não há grande ensaio entre cirurgia e canetas.
7Remédio e cirurgia podem se somar.
8Vitaminas e exames são para sempre.

Erros Comuns

achar que as canetas tornaram a cirurgia obsoleta
Com IMC muito alto ou doença grave, ela segue relevante.
decidir só pelo IMC
Doenças, tolerância, acesso e preferência também pesam.
parar as vitaminas porque "está tudo bem"
A deficiência aparece em silêncio.
esconder o reganho depois da cirurgia
Ele é comum e tem tratamento.
beber como antes da operação
O risco aumenta, sobretudo após o bypass.

Perguntas Frequentes

  • Quem pode fazer cirurgia bariátrica?

    Pela Resolução CFM nº 2.429/2025: IMC de 40 ou mais; de 35 a 39,9 com doença agravada pela obesidade; de 30 a 34,9 com diabetes tipo 2 ou outras condições definidas, como apneia grave. A partir dos 16 anos, valem os critérios de adulto. É preciso falha do tratamento clínico.

  • Qual o IMC mínimo para fazer bariátrica em 2026?

    É 30, mas só com diabetes tipo 2 ou outra condição definida pelo CFM, como apneia grave ou gordura no fígado com fibrose. Sem elas, o mínimo é 35 com doença agravada pela obesidade, ou 40 com ou sem doença. Em qualquer faixa, o tratamento clínico precisa ter falhado antes.

  • Bariátrica ou tirzepatida (Mounjaro): qual é melhor?

    Depende da pessoa. A cirurgia emagrece mais e por mais tempo: no estudo SOS, o bypass mantinha 25% de perda aos 10 anos. A tirzepatida (Mounjaro) levou a até 20,9% de perda em 72 semanas, sem operação, mas o peso volta ao parar. Doenças, tolerância, acesso e preferência decidem, com o médico.

  • A tirzepatida (Mounjaro) substitui a bariátrica?

    Para muita gente, pode adiar ou evitar a cirurgia. Mas não há grande ensaio entre as duas, e, num estudo da vida real apresentado em congresso, quem operou perdeu 24% do peso em dois anos, contra 4,7% com as canetas, em parte porque muitos param o remédio. Com IMC muito alto, a cirurgia segue relevante.

  • Quem fez bariátrica pode tomar tirzepatida (Mounjaro)?

    Pode, com indicação médica, sobretudo no reganho. Numa meta-análise de 2025, com 964 pessoas com reganho após a bariátrica, a perda foi de cerca de 11% do peso com semaglutida e de 13,6% com tirzepatida. A dose sobe com mais calma, porque absorção e tolerância mudam, e a equipe cirúrgica participa.

  • Quando vale a pena fazer bariátrica?

    Quando há critério do CFM e o tratamento clínico não trouxe resultado suficiente ou não é viável. Pesa mais com IMC muito alto, doença grave ligada ao peso, intolerância ao remédio ou falta de acesso contínuo a ele. Conta também a preferência informada, conhecendo riscos, ganhos e o acompanhamento para sempre.

  • A bariátrica cura o diabetes tipo 2?

    Pode levar à remissão, que não é cura. Numa análise de quatro ensaios americanos, a remissão foi de 18,2% com cirurgia contra 6,2% com tratamento clínico em 7 anos, e de 12,7% contra 0% em 12 anos. Mesmo sem remissão, a glicada diminuiu mais com a cirurgia, e os exames seguem para sempre.

  • Pode fazer bariátrica pelo SUS?

    Sim. O SUS oferece a cirurgia bariátrica para quem preenche os critérios, com encaminhamento pela rede pública. Já os remédios para obesidade, até outubro de 2026, não eram oferecidos pelo SUS, o que pesa para quem não tem acesso contínuo a eles. No plano de saúde e no particular, valem os mesmos critérios do CFM.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 7 de novembro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.429, de 25 de abril de 2025. Normatiza as cirurgias reconhecidas pelo CFM para o tratamento da obesidade e das doenças associadas. Diário Oficial da União. 20 maio 2025;Seção 1:170. Alterada pela Resolução CFM nº 2.470, de 18 de agosto de 2026. Diário Oficial da União. 24 ago 2026;Seção 1:122.
  2. Eisenberg D, Shikora SA, Aarts E, et al. 2022 American Society for Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS) and International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders (IFSO): Indications for Metabolic and Bariatric Surgery. Surg Obes Relat Dis. 2022;18(12):1345-1356. doi:10.1016/j.soard.2022.08.013.
  3. Sjöström L, Narbro K, Sjöström CD, et al. Effects of bariatric surgery on mortality in Swedish obese subjects (SOS). N Engl J Med. 2007;357(8):741-752. doi:10.1056/NEJMoa066254. Carlsson LMS, Sjöholm K, Jacobson P, et al. Life Expectancy after Bariatric Surgery in the Swedish Obese Subjects Study. N Engl J Med. 2020;383(16):1535-1543. doi:10.1056/NEJMoa2002449.
  4. Schauer PR, Bhatt DL, Kirwan JP, et al. Bariatric Surgery versus Intensive Medical Therapy for Diabetes — 5-Year Outcomes (STAMPEDE). N Engl J Med. 2017;376(7):641-651. doi:10.1056/NEJMoa1600869. Courcoulas AP, Patti ME, Hu B, et al. Long-Term Outcomes of Medical Management vs Bariatric Surgery in Type 2 Diabetes (ARMMS-T2D). JAMA. 2024;331(8):654-664. doi:10.1001/jama.2024.0318.
  5. Dicker D, et al. Bariatric Metabolic Surgery vs Glucagon-Like Peptide-1 Receptor Agonists and Mortality. JAMA Netw Open. 2024;7(6):e2415392. doi:10.1001/jamanetworkopen.2024.15392. Brown A, Chhabra KR, Parikh M, et al. Comparação de efetividade entre cirurgia bariátrica e semaglutida ou tirzepatida injetáveis em dois anos (NYU Langone Health). Apresentado no ASMBS 2025 Annual Scientific Meeting, Washington, 17 de junho de 2025.
  6. Jastreboff AM, Aronne LJ, Ahmad NN, et al. Tirzepatide Once Weekly for the Treatment of Obesity (SURMOUNT-1). N Engl J Med. 2022;387(3):205-216. doi:10.1056/NEJMoa2206038. Wilding JPH, Batterham RL, Calanna S, et al. Once-Weekly Semaglutide in Adults with Overweight or Obesity (STEP 1). N Engl J Med. 2021;384(11):989-1002. doi:10.1056/NEJMoa2032183. Aronne LJ, Horn DB, le Roux CW, et al. Tirzepatide as Compared with Semaglutide for the Treatment of Obesity (SURMOUNT-5). N Engl J Med. 2025;393(1):26-36. doi:10.1056/NEJMoa2416394. Aronne LJ, Sattar N, Horn DB, et al. SURMOUNT-4. JAMA. 2024;331(1):38-48. doi:10.1001/jama.2023.24945.
  7. Osorio Manyari AA, Armas Alvarez AL, Osorio Manyari JD, Onieva Gonzalez F, Pouwels S. Effects of semaglutide and tirzepatide on recurrent weight gain after metabolic and bariatric surgery: a systematic review and meta-analysis. Obes Surg. 2025. doi:10.1007/s11695-025-08414-2.
  8. King WC, et al. Alcohol and other substance use after bariatric surgery: prospective evidence from a U.S. multicenter cohort study (LABS-2). Surg Obes Relat Dis. 2017.
  9. Mechanick JI, Apovian C, Brethauer S, et al. Clinical Practice Guidelines for the Perioperative Nutrition, Metabolic, and Nonsurgical Support of Patients Undergoing Bariatric Procedures – 2019 Update (AACE/TOS/ASMBS/OMA/ASA). Endocr Pract. 2019;25(12):1346-1359. doi:10.4158/GL-2019-0406.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.