A obesidade e o tratamento com remédio para emagrecer
Remédio para Emagrecer: Guia Atualizado dos Medicamentos para Obesidade (2026)
TL;DR — Resumo Rápido
- Medicamentos para obesidade tratam uma doença crônica — não são "atalhos" nem fraqueza.
- No Brasil, há seis opções aprovadas: orlistate, sibutramina, bupropiona/naltrexona, liraglutida, semaglutida e tirzepatida.
- As mais novas (semaglutida e tirzepatida) levam a perdas de 15% a mais de 20% do peso.
- Uma nova geração de fármacos (retatrutida, orforglipron, CagriSema) promete eficácia ainda maior e comprimidos.
- O tratamento deve ser sempre indicado e acompanhado por médico; não se automedique.
A obesidade é uma doença crônica e pode ser recorrente. O corpo tenta o tempo inteiro retornar ao peso máximo que já tivemos — seja aumentando a fome, reduzindo o metabolismo ou ativando o sistema de busca por recompensa na alimentação. Por isso, seu tratamento envolve não apenas a perda de peso, mas também a manutenção depois do emagrecimento.
Esse princípio vale também para os remédios. O mais correto, na verdade, seria chamá-los de medicamentos para tratamento da obesidade, e não de "remédios para emagrecer" — uma recomendação formal das principais sociedades médicas brasileiras, que ajuda a reduzir o estigma e a lembrar que tratar a doença é muito mais do que "emagrecer". A ABESO e a SBEM recomendam o uso do termo "medicamentos para obesidade" e que se evite ao máximo a expressão "remédios para emagrecer", porque tratar a obesidade inclui também a manutenção do peso perdido e benefícios além do peso.
Muitas pessoas ainda olham para o medicamento como um atalho — e esse é um pensamento equivocado. O remédio deve estar associado a uma mudança no estilo de vida; sem isso, os resultados são menores e cresce o risco do efeito sanfona após a interrupção.
Definição rápida: Medicamento para obesidade é um tratamento que age no controle do apetite, da saciedade ou da absorção de nutrientes para reduzir e manter o peso em pessoas com a doença.
O que Você Precisa Saber
A obesidade é uma das doenças que mais cresce no Brasil. A prevalência de obesidade entre adultos passou de cerca de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024 — hoje, cerca de 1 em cada 4 adultos —, enquanto o excesso de peso atinge 62,6% da população. Tratar é uma questão de saúde, não de estética.
Medicamento não substitui mudança de hábitos. Ele aumenta a magnitude da perda de peso, eleva o número de pessoas que respondem ao tratamento e ajuda na manutenção. Dieta, atividade física e ajustes comportamentais continuam sendo a base.
Existem várias classes, com eficácias diferentes. As diretrizes brasileiras classificam os fármacos por potência: alta (semaglutida 2,4 mg e tirzepatida), média (liraglutida, naltrexona/bupropiona e sibutramina) e baixa (orlistate).
A escolha é individualizada. A decisão depende do perfil do paciente e das doenças associadas. A semaglutida é priorizada em doença cardiovascular aterosclerótica; a tirzepatida, na apneia obstrutiva do sono; e a sibutramina é contraindicada em quem tem doença cardiovascular estabelecida.
O tratamento tende a ser de longo prazo. Como na hipertensão ou no diabetes, interromper o medicamento sem orientação costuma levar ao reganho de peso. A suspensão também deve ser indicada pelo médico.
Quando o tratamento medicamentoso é indicado? A analogia da boia
No consultório, costumo usar a analogia da boia. Conto a história de quando minha filha mais velha, a Alice, começou a aprender a nadar.
Aprender a nadar nunca foi opção lá em casa — era questão de segurança. Nas primeiras aulas, ainda bebê, ela dormia no meu colo. Com o tempo, foi se soltando. Destemida, engoliu água algumas vezes até perceber que ainda não estava pronta para nadar sem boia. E assim foi: primeiro boia de braço e colete, depois só o colete, até nadar sozinha. Mas mesmo depois de aprender, não se afogar exigia esforço.
Quando íamos à praia, ela usava a boia, mesmo dizendo que não precisava e com vergonha de usá-la. Eu respondia que no mar era diferente: usar a boia era uma ajuda necessária e temporária.
Assim é com os medicamentos para obesidade. Há pessoas que "não sabem nadar" e precisam usá-los durante a fase de aprendizado — descobrindo o que comer e ajustando o ambiente. Há pessoas que "sabem nadar", conhecem seus erros, mas continuam engordando porque o mar está revolto: problemas emocionais, profissionais, estresse. Essas pessoas também precisam de boia, mesmo que recusem, como a Alice na praia.
Alguns aprendem a nadar; outros, não. Em algum momento o mar fica calmo; em outros, não. Lembre-se: é muito melhor usar boia do que se afogar — e isso não é fraqueza nenhuma. Uma boia, um medicamento, são apenas uma ajuda. O esforço e a mudança de estilo de vida continuam necessários.
Do ponto de vista médico, recorremos ao tratamento medicamentoso, sempre individualizando, com três finalidades:
- Aumentar a magnitude da perda de peso — alguém que perderia 10 kg sem o medicamento pode perder bem mais com ele.
- Aumentar o número de respondedores — elevar a proporção de pessoas que conseguem perder mais de 10% do peso, marca que a maioria não alcança sozinha.
- Manter o peso perdido — o medicamento serve também para a manutenção, e não só para a perda.
Em quais situações os medicamentos ajudam
- Fome emocional — quem come por ansiedade ou tristeza.
- Compulsão alimentar — em conjunto com terapia e mudança de hábitos.
- Fome intensa e baixa saciedade que não melhoram só com a qualidade da alimentação.
- Comer noturno — quem concentra grande parte das calorias à noite.
- Padrão de beliscar — quem ingere alimentos o dia todo, com forte desejo por ultraprocessados.
Como funcionam os medicamentos: entenda os hormônios
A maior parte dos avanços recentes vem de medicamentos que imitam hormônios intestinais que regulam fome e saciedade — as chamadas incretinas.
Definição rápida: GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1) é um hormônio liberado no intestino após as refeições que reduz o apetite, aumenta a saciedade e melhora o controle da glicose.
- GLP-1: reduz a fome e desacelera o esvaziamento do estômago. É a base da liraglutida e da semaglutida.
- GIP: outro hormônio intestinal que, somado ao GLP-1, parece potencializar a perda de peso. A tirzepatida age nos dois.
- Glucagon: ajuda a aumentar o gasto de energia. Entra na nova geração de fármacos (como a retatrutida).
- Amilina: hormônio que prolonga a sensação de saciedade. Está em desenvolvimento (cagrilintida, amycretina).
Pense em cada hormônio como uma "alavanca" diferente do controle de peso. Os medicamentos mais antigos puxavam uma alavanca; os mais novos puxam duas ou três ao mesmo tempo — e é daí que vem o ganho de eficácia.
Os medicamentos aprovados no Brasil hoje
Estão aprovados no país, atualmente, a tirzepatida, a semaglutida e a liraglutida (todas atuando no GLP-1), a combinação bupropiona/naltrexona, a sibutramina e o orlistate.
Orlistate (oral)
Reduz a absorção da gordura da alimentação no intestino. Perda de peso modesta e efeitos colaterais gastrointestinais frequentes. É a opção de menor potência.
Sibutramina (oral)
Atua na saciedade. Potência média. Importante: é contraindicada em pacientes com doença cardiovascular estabelecida. ENAMED 2025
Bupropiona/naltrexona (oral)
Combinação que age nos centros cerebrais de apetite e recompensa. Útil sobretudo em fome emocional e compulsão. Potência média.
Liraglutida — Saxenda (injetável diária)
Análogo de GLP-1. Foi o primeiro injetável da classe a popularizar o tratamento moderno. (Atenção à confusão comum: Saxenda é a liraglutida 3,0 mg para obesidade; Victoza é a liraglutida 1,8 mg para diabetes.)
Semaglutida — Wegovy (injetável semanal)
Análogo de GLP-1 de aplicação semanal e alta potência. Foi aprovada pela Anvisa em janeiro de 2023 e chegou às farmácias brasileiras em agosto de 2024. Além do peso, acumulou benefícios extrapeso importantes: o estudo SELECT, com 17.604 adultos, mostrou redução significativa de infarto, AVC e morte cardiovascular em pessoas com doença cardiovascular e obesidade, mesmo sem diabetes, e uma análise de 2025 indicou que o benefício ocorre independentemente da quantidade de peso perdida. Em dezembro de 2025, foi aprovada também para o tratamento da esteatose hepática com inflamação (MASH).
Tirzepatida — Mounjaro (injetável semanal)
O primeiro agonista duplo (GLP-1 + GIP). A Anvisa aprovou seu uso para obesidade e sobrepeso em 9 de junho de 2025 (já era liberada para diabetes desde 2023). É hoje a opção de maior eficácia entre as aprovadas: no estudo SURMOUNT-5, levou a uma perda média de cerca de 20,2% do peso, contra 13,7% da semaglutida. Em outubro de 2025, também foi aprovada no Brasil para tratar a apneia obstrutiva do sono em adultos com obesidade.
Trecho citável — Recomendação
Os medicamentos para obesidade são indicados, em conjunto com mudança de estilo de vida, para adultos com IMC ≥ 30 kg/m² ou ≥ 27 kg/m² com pelo menos uma comorbidade. A escolha deve ser individualizada pelo médico, considerando as doenças associadas, e o tratamento costuma ser de longo prazo.
O foco do momento: os novos medicamentos em desenvolvimento
É aqui que a medicina da obesidade está se transformando mais rápido. Em outubro de 2025, havia mais de 193 medicamentos para obesidade em desenvolvimento no mundo. Veja os principais e seus diferenciais.
Retatrutida — o "agonista triplo"
O grande destaque. É o primeiro agonista triplo da classe, ativando ao mesmo tempo os receptores de GIP, GLP-1 e glucagon, em aplicação semanal. A adição do glucagon (que aumenta o gasto energético) é o seu diferencial. Os resultados de fase 3 impressionam: no estudo TRIUMPH-4, a maior dose levou a uma perda média de 28,7% do peso em 68 semanas. No TRIUMPH-1, divulgado em 2026, a perda chegou a cerca de 28% a 30% do peso em 80 semanas, e 65,3% dos participantes na maior dose saíram da faixa de obesidade (IMC abaixo de 30). Outros sete estudos de fase 3 devem ser concluídos ao longo de 2026. O preço a pagar tende a ser uma taxa maior de efeitos gastrointestinais.
Orforglipron — a pílula que dispensa restrição
É um agonista de GLP-1 de pequena molécula (não peptídico), em comprimido de uma vez ao dia, que pode ser tomado a qualquer hora, sem restrição de comida ou água. Foi aprovado pelo FDA (EUA) em 1º de abril de 2026, com o nome Foundayo. Seu diferencial é a conveniência: por ser sintético como a maioria dos remédios comuns, promete produção em larga escala e melhor acesso. A perda de peso na maior dose foi de cerca de 12,4%. Carrega advertência sobre risco de tumores de tireoide (carcinoma medular), comum à classe.
Semaglutida oral 25 mg — o Wegovy em comprimido
A Novo Nordisk solicitou à Anvisa, em 30 de janeiro de 2026, a aprovação do Wegovy em comprimido (semaglutida oral 25 mg) para obesidade. No estudo OASIS 4, alcançou perda de cerca de 17% do peso, resultado semelhante ao da versão injetável. Diferencial: leva a eficácia da semaglutida para a via oral.
CagriSema — GLP-1 + amilina
É a combinação semanal de semaglutida com cagrilintida, um análogo da amilina que reforça a saciedade. No estudo REDEFINE 1, a perda média foi de 20,4% (chegando a 22,7% com adesão plena), e 60% dos participantes perderam ao menos 20% do peso. Diferencial: une dois mecanismos complementares de controle do apetite.
Survodutida — GLP-1 + glucagon
É um agonista duplo de GLP-1 e glucagon, em estudos de fase 3 (programa SYNCHRONIZE), com perda de cerca de 19% na fase 2 e potencial uso também na doença hepática gordurosa (MASH). Diferencial: combina perda de peso com benefício hepático.
Amycretina — GLP-1 + amilina, oral e injetável
É um agonista duplo de GLP-1 e amilina, em desenvolvimento nas versões oral (comprimido diário) e injetável, que avançou para a fase 3. Diferencial: a flexibilidade de via de administração.
Trecho citável — Dado
Os medicamentos mais recentes contra a obesidade levam a perdas de peso entre 15% e mais de 20%, e fármacos em desenvolvimento como a retatrutida, um agonista triplo, alcançaram cerca de 28% a 30% em estudos de fase 3 — aproximando-se de resultados antes vistos só com cirurgia.
Para quem é indicado o uso de medicamento para obesidade?
Nem todas as pessoas precisam ou podem ser medicadas — por isso a avaliação médica é essencial. Em geral, o tratamento é indicado para:
- Pessoas com obesidade que não tiveram sucesso apenas com mudança de estilo de vida;
- Pessoas com comorbidades associadas ao excesso de peso, como resistência à insulina, pré-diabetes, gordura no fígado, apneia do sono ou dor articular;
- Pessoas com ganho de peso progressivo.
Salvaguarda importante: alguns desses medicamentos, sobretudo os análogos de GLP-1, exigem cuidado quando associados a insulina ou sulfonilureias em pessoas com diabetes, pelo risco de hipoglicemia — o ajuste de doses deve ser feito pelo médico. Os GLP-1 também são contraindicados na gestação e em pessoas com histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular de tireoide.
E um alerta de segurança: a ABESO não recomenda fórmulas manipuladas (com diuréticos, hormônios, hCG e similares) por falta de segurança e comprovação científica. Fuja delas.
E o acesso? O custo e o SUS
Os medicamentos mais modernos também são os mais caros e, por enquanto, estão fora do SUS. Nenhum medicamento para obesidade foi incorporado ao SUS até agora; o Wegovy (semaglutida) e o Saxenda (liraglutida) estão em análise pela Conitec. Vale reforçar: como em outras doenças crônicas, o tratamento costuma exigir continuidade — não se trata de dependência, e sim de tratamento contínuo.
Principais Pontos
- A obesidade é doença crônica; o medicamento é uma ajuda, não um atalho nem sinal de fraqueza.
- O termo correto é "medicamentos para obesidade", e não "remédios para emagrecer".
- Seis fármacos são aprovados no Brasil; semaglutida e tirzepatida são os de maior eficácia.
- A tirzepatida (agonista duplo GLP-1/GIP) supera a semaglutida na perda de peso média.
- A nova geração age em dois ou três hormônios ao mesmo tempo, elevando a eficácia.
- A retatrutida (agonista triplo) atingiu cerca de 28–30% de perda em estudos de fase 3.
- Orforglipron e semaglutida oral apontam para comprimidos eficazes e mais acessíveis.
- O tratamento é de longo prazo e deve ser sempre prescrito e acompanhado por médico.
Erros Comuns
Erro: achar que o remédio é um atalho que dispensa mudar hábitos.
O medicamento aumenta a perda de peso e ajuda na manutenção, mas sem mudança de alimentação e comportamento o resultado é menor e o reganho mais provável. A "boia" não substitui aprender a nadar.
Erro: parar o medicamento por conta própria ao atingir o peso desejado.
A obesidade é crônica. A interrupção sem orientação costuma levar ao efeito sanfona. A suspensão, quando indicada, deve ser feita pelo médico.
Erro: usar fórmulas manipuladas para emagrecer.
As sociedades médicas não recomendam manipulados com diuréticos, hormônios ou hCG por falta de segurança e evidência. Eles podem causar danos sérios à saúde.
Erro: confundir Ozempic/Victoza com Wegovy/Saxenda.
Apesar de mesmo princípio ativo, diferem em dose e indicação. A escolha e a dose corretas dependem de avaliação médica — automedicar é arriscado.
Erro: ver o uso do medicamento como fraqueza.
Tratar uma doença crônica com medicamento é cuidado, não fraqueza. Insistir só na "força de vontade" ignora os mecanismos hormonais e cerebrais da obesidade.
Perguntas Frequentes
1. Remédio para emagrecer funciona sem dieta e exercício?
Funciona menos. O medicamento potencializa a perda de peso, mas a base do tratamento continua sendo a mudança de estilo de vida. Sem ela, o resultado é menor e o risco de reganho aumenta após a interrupção.
2. Qual a diferença entre semaglutida e tirzepatida?
A semaglutida age em um hormônio (GLP-1). A tirzepatida age em dois (GLP-1 e GIP), o que tende a produzir maior perda de peso. Em comparação direta, a tirzepatida levou a uma perda média maior. A escolha depende do perfil de cada paciente.
3. Vou precisar usar o medicamento para sempre?
Depende de cada caso. Como a obesidade é crônica, muitas pessoas se beneficiam do uso prolongado, semelhante ao tratamento da hipertensão ou do diabetes. A decisão de manter ou suspender deve ser sempre do médico.
4. Os novos remédios em desenvolvimento são melhores?
Em geral, mostram perdas de peso maiores nos estudos. A retatrutida, por exemplo, alcançou cerca de 28–30% em fase 3. Mas vários ainda não estão disponíveis no Brasil e podem ter mais efeitos colaterais. Discuta as opções liberadas com seu médico.
5. Existe remédio para emagrecer em comprimido?
Sim. Além de orlistate, sibutramina e bupropiona/naltrexona (orais), estão chegando novos comprimidos potentes, como a semaglutida oral 25 mg e o orforglipron, este último já aprovado nos EUA e tomado sem restrição de comida ou água.
6. Quais os principais efeitos colaterais?
Os análogos de GLP-1 costumam causar náusea, vômito, diarreia ou constipação, geralmente leves e transitórios. O orlistate provoca efeitos gastrointestinais ligados à gordura. Todo medicamento tem riscos, por isso o uso exige supervisão médica.
7. Posso usar esses remédios se tenho diabetes e uso insulina?
Pode, mas com cuidado. A combinação de medicamentos para obesidade com insulina ou sulfonilureias aumenta o risco de hipoglicemia. As doses precisam ser ajustadas pelo médico para evitar quedas perigosas de glicose.
8. Fórmula manipulada para emagrecer é segura?
Não. As sociedades médicas brasileiras não recomendam manipulados (diuréticos, hormônios, hCG e similares) por falta de segurança e comprovação científica. Prefira sempre medicamentos aprovados e prescritos.
9. Quando devo procurar um endocrinologista?
Se você tem obesidade ou sobrepeso com alguma comorbidade, vem ganhando peso de forma progressiva ou não consegue emagrecer apenas com mudanças de hábito, vale buscar avaliação. O especialista define se há indicação de medicamento e qual o mais seguro para o seu caso.
Quer avaliar com segurança qual é o melhor tratamento para você?
Cada pessoa tem uma história, um "mar" e necessidades diferentes. A indicação correta de um medicamento para obesidade depende de uma avaliação cuidadosa. Agende sua consulta no Campo Belo ou no Hospital Albert Einstein, ou conheça a opção de telemedicina para um atendimento à distância.
Medicamentos para obesidade são tratamentos que agem no controle do apetite, da saciedade, do gasto energético ou da absorção de nutrientes, indicados em conjunto com mudança de estilo de vida para reduzir e manter o peso em pessoas com a doença.
Este artigo foi escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny, endocrinologista e metabologista formado pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Hospital das Clínicas da USP e aproximadamente 20 anos de experiência clínica em diabetes, obesidade e doenças metabólicas. Conteúdo educativo; não substitui a consulta médica.
