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Remédio para emagrecer: quais funcionam, para quem e o que vem por aí

Remédios para obesidade aprovados no Brasil: quanto fazem perder, para quem servem e os novos remédios a caminho

Resumo rápido

  • Remédio para emagrecer é indicado com IMC a partir de 30, ou de 27 com doença ligada ao peso, sempre junto com alimentação, treino e sono.
  • Há seis opções aprovadas no Brasil: tirzepatida, semaglutida, liraglutida, naltrexona com bupropiona, sibutramina e orlistate.
  • Tirzepatida e semaglutida são as mais potentes, com perda média de 15% a 21% do peso nos grandes estudos.
  • Ao parar, a maioria recupera boa parte do peso; proteína e treino de força protegem o músculo.
  • Fórmulas para emagrecer com diurético, laxante ou hormônio de tireoide não tratam obesidade. A semaglutida em comprimido (Wegovy) foi aprovada pela Anvisa em novembro de 2026; o orforglipron e a retatrutida, ainda não.

"Qual é o melhor remédio para emagrecer?" Imagine essa pergunta acompanhada de uma lista no celular: a caneta da vizinha, um comprimido lançado nos Estados Unidos e um remédio novo que ainda está em estudo.

Nunca houve tantos remédios bons para obesidade, nem tanta confusão. Prefiro chamá-los de remédios para obesidade: o objetivo é tratar uma doença crônica, não caber numa roupa.

Este artigo é o mapa: o que está aprovado no Brasil em 2026, quanto cada opção faz perder, para quem serve, o que não usar e o que vem por aí. Os detalhes de cada caneta estão nos guias de semaglutida para emagrecer e de tirzepatida: como funciona.

O que Você Precisa Saber

O remédio entra no tratamento, não no lugar dele. Nos grandes estudos, todos recebiam orientação de alimentação e atividade física.

A potência mudou de patamar. Os remédios mais antigos fazem perder, em média, de 3% a 8% do peso; a semaglutida e a tirzepatida, de 15% a 21%.

O peso volta quando o remédio para. A obesidade é crônica, como a hipertensão, e parar sem plano costuma levar ao reganho.

Novo não é o mesmo que aprovado. Em novembro de 2026, o comprimido de semaglutida (Wegovy) foi aprovado pela Anvisa para obesidade, com vendas previstas para 2027; o orforglipron estava em análise, e a retatrutida não tinha aprovação em nenhum país.

Quem tem indicação de remédio para emagrecer

A obesidade é uma doença crônica, em que o corpo defende o peso que acumulou, como explico em obesidade: causas. A diretriz brasileira de tratamento farmacológico da obesidade, da ABESO, indica remédio com:

  • IMC de 30 ou mais;
  • IMC de 27 ou mais com complicação ligada ao peso, como pré-diabetes, diabetes tipo 2, hipertensão, apneia do sono, gordura no fígado ou colesterol alterado;
  • em casos específicos, cintura ou relação cintura/altura aumentadas com complicações, mesmo com IMC menor.
Definição rápida
IMC

índice de massa corporal, o peso em quilos dividido pela altura em metros ao quadrado. É uma triagem: não separa gordura de músculo nem mostra onde a gordura está.

Veja qual a diferença entre obesidade e sobrepeso e como a cintura revela a gordura visceral. Além do número, pesam a fome que trava o tratamento, o comer emocional ou noturno e as doenças que pedem resposta rápida.

Costumo usar a imagem da boia: quem aprende a nadar com ela não é mais fraco. O remédio serve para perder mais peso, aumentar o número de pessoas que perdem 10% ou mais e manter o resultado. Os pilares e o acompanhamento estão em tratamento para obesidade e na página do tratamento da obesidade.

Os remédios para obesidade aprovados no Brasil em 2026

Definição rápida
Agonista de GLP-1

remédio que imita o GLP-1, hormônio que o intestino libera depois de comer. Como uma chave na fechadura, ele avisa o cérebro de que há comida: a fome diminui e a saciedade aumenta.

São seis opções, da mais para a menos potente:

Remédio Como age Perda média nos estudos Cuidados principais
Tirzepatida (Mounjaro) Imita o GLP-1 e o GIP; injeção semanal 15% a 21% em 72 semanas, conforme a dose Enjoo e intestino; reduz o efeito da pílula nas primeiras semanas
Semaglutida 2,4 mg (Wegovy, Poviztra) Imita o GLP-1; injeção semanal Cerca de 15% em 68 semanas Enjoo e intestino; vesícula
Liraglutida 3,0 mg (Saxenda e versões nacionais) Imita o GLP-1; injeção diária Cerca de 8% em 56 semanas Enjoo e intestino; aplicação diária
Naltrexona com bupropiona (Contrave) Age na fome e na recompensa, no cérebro Cerca de 6% em 56 semanas Náusea, insônia e pressão; não usar com convulsões ou opioides
Sibutramina Aumenta a saciedade no cérebro Cerca de 4 kg a mais que o placebo Sobe pressão e pulso; contraindicada em doença do coração e acima de 65 anos
Orlistate Bloqueia parte da absorção da gordura no intestino Cerca de 3 kg a mais que o placebo Fezes oleosas; vitaminas; levotiroxina

No estudo SURMOUNT-1, com mais de 2.500 adultos com obesidade sem diabetes, a tirzepatida levou a uma perda média de 15% a 20,9% do peso em 72 semanas, conforme a dose, contra 3,1% com placebo. No STEP 1, a semaglutida 2,4 mg levou a 14,9% em 68 semanas, contra 2,4%. Na comparação direta do SURMOUNT-5, a tirzepatida chegou a 20,2%, e a semaglutida, a 13,7%.

Tirzepatida (Mounjaro). A mais potente, aprovada pela Anvisa para obesidade em junho de 2025 e para apneia do sono em adultos com obesidade em outubro de 2025.

Semaglutida (Wegovy, Poviztra). Em 2026, a Anvisa aprovou a dose de 7,2 mg para adultos com obesidade que não responderam bem à de 2,4 mg; no estudo STEP UP, a perda média foi de cerca de 19%. No SELECT, a semaglutida reduziu em 20% infarto, AVC e morte cardiovascular em pessoas com doença do coração sem diabetes. Desde dezembro de 2025, também trata gordura no fígado com inflamação e fibrose, tema de gordura no fígado tem cura?.

Qual escolher. A diretriz orienta priorizar os mais potentes e olhar a doença associada: semaglutida na doença cardiovascular e no fígado inflamado; tirzepatida na apneia do sono moderada a grave. A naltrexona com bupropiona ajuda quando o comer emocional pesa. Não existe "o melhor remédio para emagrecer", existe o melhor para cada pessoa.

Efeitos colaterais e quem não pode usar

Tirzepatida, semaglutida e liraglutida. Os efeitos mais comuns são digestivos (náusea, vômitos, diarreia, intestino preso, refluxo), sobretudo nas subidas de dose. A perda rápida de peso favorece pedra na vesícula. A pancreatite é rara, mas dor forte no alto da barriga, irradiando para as costas, pede suspensão e atendimento.

Não podem usá-los pessoas com história pessoal ou familiar de carcinoma medular de tireoide ou de neoplasia endócrina múltipla tipo 2, gestantes e lactantes. Nódulos comuns e hipotireoidismo não impedem, como explico em Mounjaro, hipotireoidismo e nódulo de tireoide. Para engravidar, é preciso suspender antes; a bula da semaglutida pede pelo menos dois meses. Veja também Mounjaro e anticoncepcional e Mounjaro, Ozempic e cirurgia ou endoscopia.

Naltrexona com bupropiona. Náusea, dor de cabeça, insônia e aumento da pressão; contraindicada com convulsões, pressão não controlada, bulimia ou anorexia e uso de opioides ou de antidepressivos IMAO.

Sibutramina. A norma da Anvisa a contraindica, entre outros casos, com IMC abaixo de 30, doença do coração ou AVC, pressão acima de 145/90 e idade acima de 65 anos. No estudo SCOUT, em pessoas de alto risco, aumentou em 16% infartos e AVCs não fatais.

Orlistate. Fezes oleosas e urgência após refeições gordurosas; reduz a absorção das vitaminas A, D, E e K e da levotiroxina.

Na gravidez, nenhum remédio para obesidade deve ser usado.

O que acontece quando se para o remédio

Quando o remédio sai, a fome volta.

Na extensão do estudo STEP 1, um ano depois de parar a semaglutida, os participantes tinham recuperado cerca de dois terços do peso perdido. No SURMOUNT-4, quem trocou a tirzepatida por placebo após 36 semanas de tratamento recuperou, em média, cerca de 14% do peso em um ano, enquanto quem continuou perdeu mais 5,5%.

Não é vício nem falha do remédio: é o corpo defendendo o peso antigo, o mesmo mecanismo do efeito platô. Por isso, o tratamento é de longo prazo; há quem reduza a dose ou espace as aplicações, mas parar é decisão planejada. Parar de repente é o caminho mais curto para o efeito sanfona.

O outro cuidado é o músculo: em perdas rápidas, de um quarto a 40% do peso perdido pode ser massa magra. Não existe equilíbrio, existe prioridade, e durante o tratamento a prioridade é esta:

Proteína em todas as refeições. A Relação Proteína|Energia orienta a escolher alimentos com muita proteína para pouca energia, como ovos, carnes, peixes e iogurte natural; para muitos adultos em emagrecimento, de 1,2 a 1,6 g por quilo por dia, salvo doença renal.

Treino de força duas a três vezes por semana. É o sinal para o corpo manter o músculo enquanto a gordura sai, como detalho em Mounjaro e perda de massa muscular.

O que não usar para emagrecer

Vendidos como "remédio para emagrecer rápido", estes produtos não tratam obesidade:

  • Fórmulas para emagrecer com diuréticos, laxantes, hormônio de tireoide ou hCG: são contraindicadas pela diretriz da ABESO, e o peso cai por perda de água.
  • Diuréticos e laxantes por conta própria: tiram água e sais, com risco de desidratação e arritmia.
  • Hormônio de tireoide sem hipotireoidismo: acelera o coração e enfraquece os ossos.
  • Anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol): a própria Anvisa registrou em norma que não há dados de eficácia e segurança no controle da obesidade.
  • Chás, cápsulas "naturais" e termogênicos: não agem na fome, e alguns lesam o fígado.

Low carb quando há resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes

Para quem tem resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes, a minha orientação alimentar, com ou sem remédio, é low carb.

Definição rápida
Alimentação low carb

padrão alimentar com carboidratos reduzidos, em geral abaixo de 130 gramas por dia, ou entre 26% e 45% das calorias, referência usada pela Sociedade Brasileira de Diabetes. Versões mais restritas podem ser usadas quando indicadas, com acompanhamento.

O prato fica assim: metade com proteína; um pouco mais de um quarto com vegetais e legumes; o restante, menos de um quarto, com carboidrato, de preferência feijão, lentilha, grão-de-bico ou tubérculos em porção pequena. A gordura entra no preparo e no tempero (azeite, manteiga, abacate, castanhas), na medida do sabor, não à vontade. Com a caneta, o prato fica menor, e começar pela proteína evita que ela falte. Mais detalhes no guia de alimentação no diabetes.

Alerta de segurança: quem usa insulina, sulfonilureias (como glibenclamida e gliclazida) ou inibidores de SGLT2 (como dapagliflozina e empagliflozina) precisa ajustar a medicação com o médico ao reduzir carboidratos, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica. Com tirzepatida ou semaglutida, a pessoa come ainda menos, e o ajuste fica mais importante. Diabetes tipo 1, gestação, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Novos remédios para obesidade: o que vem por aí

A situação em novembro de 2026:

  • Semaglutida oral 25 mg (Wegovy em comprimido). Aprovada nos Estados Unidos em dezembro de 2025; no estudo OASIS 4, perda média de 13,6% em 64 semanas, contra 2,2% com placebo. Aprovada pela Anvisa em 4 de novembro de 2026, com vendas previstas para 2027.
  • Orforglipron (Foundayo, nos Estados Unidos). Comprimido diário que dispensa jejum, aprovado nos Estados Unidos em abril de 2026; no estudo ATTAIN-1, a dose mais alta levou a 11% a 12% de perda em 72 semanas. Em análise na Anvisa.
  • Retatrutida. Age em três receptores (GLP-1, GIP e glucagon); no estudo TRIUMPH-1, perda média de 25,0% em 80 semanas com 12 mg (28,3% entre quem seguiu o tratamento). A fabricante planeja pedir aprovação nos Estados Unidos no início de 2027. Não tem registro em nenhum país.
  • Cagrilintida com semaglutida (CagriSema). Soma um análogo da amilina, hormônio ligado à saciedade; no estudo REDEFINE 1, perda de 20,4% em 68 semanas, e, em comparação direta, ficou abaixo da tirzepatida. Decisão nos Estados Unidos esperada para o fim de 2026.
  • Amicretina. Uma só molécula com ação de GLP-1 e de amilina; levou a até 22% de perda em 36 semanas num estudo inicial e entrou na fase 3 em 2026.

Perceba que nenhuma dessas novidades está disponível legalmente no Brasil para obesidade.

Quando procurar o endocrinologista

Vale uma avaliação quando:

  • o IMC está em 30 ou mais, ou em 27 ou mais com pressão, glicose, colesterol, fígado ou sono alterados;
  • a fome continua vencendo depois de ajustar alimentação, treino e sono;
  • você usa ou quer usar uma caneta e tem dúvidas sobre dose, efeitos ou quando parar.

Principais Pontos

1O remédio é indicado com IMC a partir de 30, ou de 27 com complicação, sempre com alimentação, treino e sono.
2Há seis opções aprovadas no Brasil.
3Tirzepatida e semaglutida levam a perdas médias de 15% a 21%; a liraglutida, a cerca de 8%; os comprimidos, a menos.
4A doença associada orienta a escolha: semaglutida no coração e no fígado, tirzepatida na apneia do sono.
5Agonistas de GLP-1 são contraindicados com história de carcinoma medular de tireoide e na gravidez.
6Ao parar, a maioria recupera boa parte do peso; o tratamento é de longo prazo.
7Proteína e força protegem o músculo; com resistência à insulina ou diabetes, low carb com ajuste dos remédios.
8Fórmulas com diurético, laxante ou hormônio de tireoide são contraindicadas pela ABESO.

Erros Comuns

escolher o remédio pela propaganda ou pela vizinha
Cada opção tem potência, efeitos e contraindicações próprias.
começar pelo remédio e pular a base
O remédio diminui a fome, mas não põe proteína no prato nem leva ao treino de força.
parar quando o peso estabiliza
O platô é esperado. Suspender nesse ponto costuma transformar manutenção em reganho.
cortar carboidratos sem ajustar os remédios do diabetes
Com insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2, o ajuste médico evita hipoglicemia e cetoacidose.

Perguntas Frequentes

  • Qual é o melhor remédio para emagrecer hoje?

    Não existe um melhor para todos. Em perda de peso, a tirzepatida (Mounjaro) é a mais potente: no estudo SURMOUNT-5, levou a cerca de 20% do peso em 72 semanas, contra cerca de 14% da semaglutida (Wegovy). Mas a semaglutida tem prova de proteção do coração em quem não tem diabetes. A escolha depende das doenças associadas e da tolerância.

  • Remédio para emagrecer funciona sem dieta e exercício?

    Funciona menos e pelo pior caminho. Nos estudos, todos os participantes tinham orientação de alimentação e atividade física, e a diretriz brasileira orienta nunca usar o remédio sozinho. Sem proteína suficiente e treino de força, uma parte maior do peso perdido vem do músculo, o que enfraquece o corpo e facilita o reganho.

  • Existe remédio para emagrecer sem receita ou vendido em farmácia sem receita?

    Não existe remédio para obesidade aprovado vendido sem receita. Todos exigem prescrição, e alguns têm controle extra: as canetas de semaglutida, liraglutida e tirzepatida têm receita retida, e a sibutramina exige notificação de receita B2. Chás, cápsulas "naturais" e termogênicos não tratam obesidade e podem fazer mal.

  • Existe remédio para emagrecer em comprimido?

    Sim. No Brasil, as opções por via oral aprovadas para obesidade são a naltrexona com bupropiona (Contrave), a sibutramina e o orlistate. A semaglutida em comprimido para obesidade e o orforglipron foram aprovados nos Estados Unidos, mas não tinham registro aqui em outubro de 2026. O comprimido de semaglutida vendido no Brasil (Rybelsus) é registrado para diabetes tipo 2.

  • Remédio para emagrecer pode cortar o efeito do anticoncepcional?

    Alguns, sim. A tirzepatida (Mounjaro) retarda o esvaziamento do estômago e pode reduzir a absorção da pílula; a bula orienta usar preservativo ou método não oral por quatro semanas após iniciar e após cada aumento de dose. A semaglutida não reduziu a absorção de forma relevante nos estudos. DIU, implante, injeção, anel e adesivo não dependem do intestino.

  • Quem está amamentando pode tomar remédio para emagrecer?

    Em geral, não. A tirzepatida não deve ser usada na amamentação, e para os outros remédios para obesidade faltam dados de segurança para o bebê, e o uso é desaconselhado. No pós-parto, a prioridade é proteína, sono e volta gradual à atividade física. Depois do desmame, o remédio pode ser avaliado, se houver indicação.

  • Qual é o novo remédio para emagrecer liberado pela Anvisa?

    Em 2026, a Anvisa aprovou a dose de 7,2 mg da semaglutida (Wegovy), para adultos com obesidade que não responderam à de 2,4 mg, versões nacionais e genéricas de semaglutida, registradas para diabetes tipo 2, e genéricos de liraglutida. Os comprimidos novos ainda não tinham registro no Brasil, e a retatrutida não é aprovada em nenhum país.

  • Tem remédio para obesidade pelo SUS?

    Até outubro de 2026, não. Em agosto de 2025, a Conitec, comissão que avalia a entrada de tecnologias no SUS, recomendou não incorporar a semaglutida e a liraglutida para obesidade. Em setembro de 2026, o Ministério da Saúde pediu uma nova análise das duas. Enquanto isso, o SUS oferece acompanhamento da obesidade e cirurgia bariátrica para quem preenche os critérios.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo atualizado em 25 de outubro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). Diretriz Brasileira de Tratamento Farmacológico da Obesidade. 2025.
  2. Jastreboff AM, Aronne LJ, Ahmad NN, et al. Tirzepatide Once Weekly for the Treatment of Obesity (SURMOUNT-1). N Engl J Med. 2022;387(3):205-216. doi:10.1056/NEJMoa2206038.
  3. Wilding JPH, Batterham RL, Calanna S, et al. Once-Weekly Semaglutide in Adults with Overweight or Obesity (STEP 1). N Engl J Med. 2021;384(11):989-1002. doi:10.1056/NEJMoa2032183.
  4. Aronne LJ, Horn DB, le Roux CW, et al. Tirzepatide as Compared with Semaglutide for the Treatment of Obesity (SURMOUNT-5). N Engl J Med. 2025;393(1):26-36. doi:10.1056/NEJMoa2416394.
  5. Aronne LJ, Sattar N, Horn DB, et al. Continued Treatment With Tirzepatide for Maintenance of Weight Reduction in Adults With Obesity: The SURMOUNT-4 Randomized Clinical Trial. JAMA. 2024;331(1):38-48. doi:10.1001/jama.2023.24945.
  6. Wilding JPH, Batterham RL, Davies M, et al. Weight regain and cardiometabolic effects after withdrawal of semaglutide: The STEP 1 trial extension. Diabetes Obes Metab. 2022;24(8):1553-1564. doi:10.1111/dom.14725.
  7. Pi-Sunyer X, Astrup A, Fujioka K, et al. A Randomized, Controlled Trial of 3.0 mg of Liraglutide in Weight Management. N Engl J Med. 2015;373(1):11-22. doi:10.1056/NEJMoa1411892.
  8. Greenway FL, Fujioka K, Plodkowski RA, et al. Effect of naltrexone plus bupropion on weight loss in overweight and obese adults (COR-I): a multicentre, randomised, double-blind, placebo-controlled, phase 3 trial. Lancet. 2010;376(9741):595-605. doi:10.1016/S0140-6736(10)60888-4.
  9. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). RDC nº 50/2014 (sibutramina e anorexígenos); RDC nº 973/2025 (retenção de receita de agonistas de GLP-1); atualização de posologia do Wegovy (Resolução-RE nº 1.747/2026).

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.