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Reganho de peso após parar a tirzepatida (Mounjaro): por que acontece e como evitar

Parei a tirzepatida (Mounjaro) e engordei: o que o corpo faz e o que diminui o reganho

Resumo rápido

  • O reganho de peso após parar a tirzepatida (Mounjaro) é o mais comum: o corpo defende o peso antigo, sobretudo pela fome.
  • No SURMOUNT-4, quem trocou a tirzepatida por placebo recuperou 14% do peso em um ano.
  • Pressão, glicada e cintura tendem a subir junto com o peso.
  • Exercício, proteína, sono e pesagem semanal diminuem o reganho, mas raramente o impedem sozinhos.
  • Já parou? Sem culpa: converse com o médico e não volte sozinho à dose antiga.

Imagine uma mulher de 50 anos que usou tirzepatida (Mounjaro) por um ano, perdeu 19 kg e parou na meta. No segundo mês, a fome da tarde voltou; seis meses depois, 8 kg também. A dúvida dela: o reganho de peso após parar a tirzepatida (Mounjaro) é culpa minha?

Veja que não é: o corpo trabalha para recuperar o peso, e a tirzepatida segurava essa força.

Quanto tempo usar e como reduzir a dose estão em quanto tempo usar a tirzepatida (Mounjaro). Aqui, o foco é por que o peso volta e o que diminui o reganho, inclusive para quem já parou.

O que Você Precisa Saber

O corpo defende o peso mais alto. Depois de emagrecer, a fome aumenta por pelo menos um ano.

O remédio age enquanto é usado. Sem a tirzepatida, a fome volta. Não é vício nem falha do remédio.

Hábitos ajudam, mas têm limite. Na média, diminuem o reganho sem substituir o remédio.

Parar é decisão de consulta. Não existe equilíbrio, existe prioridade: meta de saúde, efeitos colaterais, diabetes e acesso pesam na escolha.

Por que o peso volta: o termostato do corpo

Costumo explicar com um termostato. O corpo tem um peso que considera "normal" e, quando emagrece, age como a casa que esfriou: liga o aquecimento para voltar ao ponto de partida. Esse aquecimento é, sobretudo, fome.

Definição rápida
Leptina

hormônio produzido pela gordura que informa ao cérebro quanta energia há guardada. Quando diminui, o cérebro responde com mais fome.

Num estudo de 2011, no New England Journal of Medicine, 50 pessoas perderam em média 13,5 kg em 10 semanas de dieta. Um ano depois, a leptina seguia mais baixa, a grelina, hormônio do estômago que dá fome, mais alta, outros hormônios da saciedade seguiam alterados, e a fome era maior.

O gasto de energia também diminui, mas, como explico no efeito platô, a fome pesa mais: a cada quilo perdido, o apetite aumenta cerca de 100 kcal por dia, e o gasto diminui de 20 a 30 kcal.

Perceba o papel da tirzepatida: ela freia a fome, mas os estudos de suspensão mostram que não reprograma o termostato. É o mesmo mecanismo do efeito sanfona.

Quanto e quando o peso volta: o que os estudos mostram

No SURMOUNT-4, publicado no JAMA em 2024, 670 adultos com obesidade ou sobrepeso, sem diabetes, perderam em média 20,9% do peso em 36 semanas de tirzepatida na maior dose tolerada, de 10 ou 15 mg. Depois, metade seguiu com o remédio e metade passou, sem saber, para placebo. No ano seguinte, quem continuou perdeu mais 5,5% do peso, e quem parou recuperou 14,0%.

Com a semaglutida (Wegovy), na extensão do STEP 1, quem tinha perdido 17,3% do peso recuperou cerca de dois terços disso um ano depois de parar, e a maioria dos marcadores do coração e do metabolismo voltou em direção aos valores iniciais; compare as canetas em tirzepatida (Mounjaro) ou semaglutida (Ozempic).

Uma meta-análise do BMJ de 2026, com 37 estudos, mostrou reganho médio de 0,4 kg por mês depois de parar remédios para obesidade, com volta ao peso inicial em cerca de 1,7 ano e dos marcadores do coração e do metabolismo em cerca de 1,4 ano. Só oito estudos avaliaram as canetas mais novas.

Quem recupera mais e quem recupera menos

Numa análise do SURMOUNT-4 publicada em 2025 no JAMA Internal Medicine, entre 308 pessoas que tinham perdido ao menos 10% do peso e trocaram a tirzepatida por placebo, 17,5% recuperaram menos de um quarto do peso perdido em um ano, e 82%, um quarto ou mais. Quanto maior o reganho, mais subiram cintura, pressão e glicada.

Ainda não se sabe prever quem fica em cada grupo. Os estudos sugerem:

  • Remédio e hábito não se comportam igual: no BMJ, o peso voltou 0,3 kg por mês mais rápido depois dos remédios do que depois de programas de dieta e atividade física.
  • Exercício durante o tratamento conta: num ensaio dinamarquês de 2024, quem fez exercício supervisionado por um ano recuperou, no ano seguinte sem tratamento, 6 kg a menos do que quem só usou liraglutida (Saxenda).

O que diminui o reganho: estratégias e força da evidência

Estratégia O que os estudos mostram Força da evidência
Continuar o remédio SURMOUNT-4: 89,5% mantiveram ao menos 80% da perda, contra 16,6% de quem parou Alta
Reduzir a dose em vez de parar Ensaio de 2026: 5 mg de tirzepatida segurou mais peso do que parar e menos do que a dose cheia Moderada: um ensaio, da fabricante
Exercício regular, desde o tratamento 6 kg a menos de reganho do que só com o remédio, um ano depois de parar Moderada: um ensaio
Treino de força Protege o músculo enquanto o peso diminui Recomendado por consensos; pouco estudado no reganho
Proteína em todas as refeições Diogenes: cerca de 0,9 kg a menos de reganho em 26 semanas Moderada: efeito pequeno
Pesar-se com regularidade STOP Regain: pesar-se todo dia, num programa, diminuiu em 82% a chance de recuperar 2,3 kg ou mais Moderada
Ponto de alerta combinado No mesmo programa, 2,3 kg recuperados acendiam o sinal vermelho Moderada, dentro do programa
Sono suficiente Dormir menos de 6 horas por noite se associou a pior manutenção Baixa: associação
Outro remédio para manter Orforgliprona depois da tirzepatida: 74,7% da perda mantida em um ano, contra 49,2% com placebo Moderada: um ensaio
Cirurgia bariátrica, se houver indicação SOS: perda mantida em grande parte por pelo menos 10 anos Alta, para quem tem indicação

A força é a minha leitura do tipo de estudo. A orforgliprona, comprimido diário, foi aprovada nos Estados Unidos em abril de 2026, quando estava em análise na Anvisa. Os critérios da cirurgia, ampliados pelo Conselho Federal de Medicina em 2025, estão em tratamento para obesidade.

Definição rápida
Ponto de alerta

número combinado com o médico antes de parar, em quilos ou centímetros de cintura, que antecipa a consulta.

Vale combiná-lo antes da parada, com peso, cintura e exames do momento. Uma pesagem semanal, no mesmo horário, mostra a tendência.

Músculo: o que protege o gasto e a força

No SURMOUNT-1, cerca de um quarto do peso perdido com a tirzepatida foi massa magra, como mostro em perda de massa muscular com as canetas. Depois dos 65 anos ou com pouca força, o cuidado é maior, pelo risco de obesidade sarcopênica.

A Organização Mundial da Saúde recomenda fortalecimento muscular em pelo menos 2 dias por semana e de 150 a 300 minutos semanais de atividade aeróbica moderada. Na mesa, começar pela proteína, com a Relação Proteína|Energia como guia, sacia e protege o músculo.

Já parei e o peso está voltando: o que fazer

Primeiro, sem culpa: o reganho é biologia.

  • Retome a base: proteína, treino de força, sono e pesagem semanal.
  • Marque uma consulta: recomeçar, trocar de remédio ou seguir sem ele se decide com o médico.
  • Não volte sozinho à dose antiga: a dose alta de uma vez aumenta náusea e vômitos.
  • Com diabetes, meça a glicose: sem a tirzepatida, ela pode subir; avise o médico.

Para pausas longas, a bula da tirzepatida não traz regra, e o médico decide o degrau de recomeço. Já a bula americana da semaglutida injetável (Wegovy) manda recomeçar a escala por uma dose menor depois de duas ou mais doses seguidas perdidas, para diminuir os efeitos digestivos.

Fome emocional e compulsão

As canetas diminuem a fome e o pensamento em comida, mas não tratam o gatilho emocional nem têm aprovação para a compulsão alimentar. Se, ao parar, voltarem episódios de comer sem controle, o tratamento é próprio, com psicoterapia em primeiro lugar; veja como controlar a compulsão alimentar. No tratamento, sempre priorizo trabalhar em conjunto com nutricionista, psicólogo e educador físico.

Com resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes

Com resistência à insulina, pré-diabetes ou diabetes, oriento low carb: menos de 130 g de carboidrato por dia (26% a 45% das calorias, referência da Sociedade Brasileira de Diabetes), com metade do prato de proteína, um pouco mais de um quarto de vegetais e legumes, menos de um quarto de carboidrato e gordura na medida do sabor, não à vontade.

Quem usa insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2 precisa ajustar a medicação com o médico ao reduzir o carboidrato, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica. Diabetes tipo 1, gestantes, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Principais Pontos

1Depois de emagrecer, a fome aumenta por pelo menos um ano.
2A tirzepatida freia a fome, mas não reprograma o termostato.
3No SURMOUNT-4, quem parou recuperou 14% do peso em um ano.
4Quatro em cada cinco recuperaram ao menos um quarto da perda.
5Pressão, glicada e cintura sobem junto com o peso.
6Exercício, proteína, sono e pesagem semanal diminuem o reganho.
7Reduzir a dose com o médico segura mais do que parar.
8Já parou? Sem culpa e sem voltar sozinho à dose antiga.

Erros Comuns

achar que o reganho é falta de força de vontade
É o corpo defendendo o peso.
parar sem plano porque "já emagreci"
Meta alcançada pede manutenção, com ponto de alerta combinado.
deixar o treino de força para depois
O músculo precisa de proteção durante o tratamento.
retomar a dose antiga por conta própria
Depois de uma pausa, o degrau de recomeço é decisão do médico.
cortar comida de forma drástica quando o peso sobe
A fome aumenta e o músculo vai embora.

Perguntas Frequentes

  • Parei a tirzepatida (Mounjaro) e engordei. O que eu faço?

    Sem culpa: depois de emagrecer, o corpo aumenta a fome, que a tirzepatida segurava. Retome proteína em todas as refeições, treino de força, sono e pesagem semanal, e marque uma consulta. Recomeçar o remédio, trocar por outro ou seguir sem ele é decisão com o médico, pelo peso recuperado e pelos exames.

  • Existe efeito rebote da tirzepatida (Mounjaro)?

    Não no sentido de o remédio "engordar" ao sair: o que volta é a fome, e com ela o peso. No SURMOUNT-4, quem trocou a tirzepatida por placebo recuperou 14% do peso em um ano. Numa análise do mesmo estudo, 82% recuperaram ao menos um quarto do que tinham perdido.

  • Depois da tirzepatida (Mounjaro), a fome volta?

    Tende a voltar. A tirzepatida diminui a fome enquanto é usada; ao parar, voltam a agir os sinais que o corpo aciona depois de emagrecer, como a leptina mais baixa e a grelina mais alta. Num estudo de 2011, esses hormônios e a própria fome seguiam alterados um ano depois da perda de peso.

  • Em quanto tempo o peso volta depois de parar a tirzepatida (Mounjaro)?

    Varia. No SURMOUNT-4, quem parou recuperou 14% do peso ao longo de um ano. Numa meta-análise do BMJ de 2026, o reganho médio depois de parar remédios para obesidade foi de 0,4 kg por mês, com volta ao peso inicial em cerca de 1,7 ano; só oito dos 37 estudos avaliaram as canetas mais novas.

  • Como não engordar depois da tirzepatida (Mounjaro)?

    O que mais protege é não parar sem plano: manter ou reduzir a dose com o médico segura mais peso do que suspender. Somam-se exercício regular, treino de força, proteína em todas as refeições, sono e pesagem semanal, com um ponto de alerta combinado. Esses hábitos diminuem o reganho, mas raramente o impedem.

  • Parei a tirzepatida (Mounjaro) e não engordei. Vai durar?

    Pode durar, mas pede vigilância. Na análise do SURMOUNT-4, 17,5% recuperaram menos de um quarto do peso perdido em um ano, e nesse grupo cintura, colesterol não HDL e insulina de jejum ficaram estáveis. Como a fome tende a seguir aumentada, o reganho pode vir depois. Mantenha a pesagem semanal e o ponto de alerta.

  • Parei a semaglutida (Ozempic) e engordei. É a mesma coisa?

    É o mesmo mecanismo: as duas diminuem a fome enquanto são usadas. Na extensão do STEP 1, com a semaglutida (Wegovy), quem tinha perdido 17,3% do peso recuperou cerca de dois terços disso um ano depois de parar, e a maioria dos marcadores do coração e do metabolismo voltou em direção aos valores iniciais.

  • Posso voltar a usar a tirzepatida (Mounjaro) depois de parar? Começo de que dose?

    Pode, se o médico indicar. Pela bula, a dose esquecida pode ser aplicada em até 4 dias; para pausas longas, não há regra, e o médico decide o degrau de recomeço; a dose de início é 2,5 mg. Voltar direto à dose antiga aumenta náusea e vômitos. Com diabetes, o plano inclui os outros remédios da glicose.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 4 de novembro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
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  2. Horn DB, Linetzky B, Davies MJ, et al. Cardiometabolic Parameter Change by Weight Regain on Tirzepatide Withdrawal in Adults With Obesity: A Post Hoc Analysis of the SURMOUNT-4 Trial. JAMA Intern Med. Publicado online em 24 de novembro de 2025. doi:10.1001/jamainternmed.2025.6112.
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  7. Jensen SBK, Blond MB, Sandsdal RM, et al. Healthy weight loss maintenance with exercise, GLP-1 receptor agonist, or both combined followed by one year without treatment: a post-treatment analysis of a randomised placebo-controlled trial. EClinicalMedicine. 2024;69:102475. doi:10.1016/j.eclinm.2024.102475. Bogh AF, Jensen SBK, Juhl CR, et al. Insufficient sleep predicts poor weight loss maintenance after 1 year. Sleep. Publicado online em dezembro de 2022. doi:10.1093/sleep/zsac295.
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  10. Eli Lilly do Brasil. Mounjaro (tirzepatida): bula para o paciente. Anvisa; revisão de 22 de abril de 2026. Novo Nordisk. Wegovy (semaglutide) injection: prescribing information. Food and Drug Administration (FDA); seção de doses esquecidas. Bull FC, Al-Ansari SS, Biddle S, et al. World Health Organization 2020 guidelines on physical activity and sedentary behaviour. Br J Sports Med. 2020;54(24):1451-1462. doi:10.1136/bjsports-2020-102955. Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes. Edição 2025.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.