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Mounjaro e Ozempic antes de cirurgia ou endoscopia

Mounjaro e Ozempic antes de cirurgia ou endoscopia: preciso suspender?

TL;DR — Resumo Rápido

  • Mounjaro (tirzepatida) e Ozempic (semaglutida) podem fazer o estômago esvaziar mais devagar.
  • Isso importa em cirurgias e em exames com sedação, como endoscopia e colonoscopia.
  • Manter ou suspender depende do procedimento, da anestesia, dos sintomas e da fase do tratamento.
  • Avise a equipe já no agendamento e peça orientações escritas sobre remédio, dieta, jejum e glicemia.
  • Não suspenda, não mantenha e não prolongue o jejum por conta própria com base em regras da internet.

"Doutor, vou fazer uma endoscopia e uso Mounjaro. Preciso parar?" Essa pergunta tem ficado cada vez mais comum no consultório, e faz todo sentido. Com o uso crescente da tirzepatida e da semaglutida no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2, muita gente descobre perto da data do exame que o remédio interfere no preparo da anestesia.

A resposta curta é: depende. Depende do procedimento, do tipo de anestesia ou sedação, do momento do seu tratamento e do protocolo da equipe que vai cuidar de você. Por isso, minha primeira orientação é esta: não suspenda nem mantenha a medicação por conta própria com base em um prazo universal.

Neste artigo, explico por que esses remédios entram na conversa com o anestesiologista, o que mudou nas recomendações brasileiras em 2026 e como chegar ao dia do procedimento com um plano seguro, tanto para o estômago quanto para a glicemia.

O que Você Precisa Saber

Mounjaro contém tirzepatida, que atua em dois receptores hormonais, o GIP e o GLP-1. Ozempic contém semaglutida, um agonista do receptor de GLP-1, ou seja, uma molécula que imita esse hormônio intestinal. Além dos efeitos metabólicos, os dois podem tornar mais lenta a passagem dos alimentos do estômago para o intestino. Esse efeito importa quando há sedação ou anestesia.

O conteúdo que fica no estômago pode voltar pelo esôfago e alcançar os pulmões durante um procedimento. Isso se chama broncoaspiração. Ter mais conteúdo no estômago não significa que essa complicação vai ocorrer, mas justifica avaliar o preparo e as medidas de proteção das vias respiratórias de cada paciente.

As recomendações das sociedades médicas não são idênticas. Elas variam quanto a manter ou interromper os medicamentos e quanto aos protocolos de alimentação e jejum. No Brasil, a equipe precisa considerar as orientações nacionais, os recursos disponíveis e o procedimento planejado. Uma recomendação estrangeira isolada não substitui essa decisão clínica compartilhada.

O planejamento também precisa proteger o controle do diabetes. Interromper um medicamento, reduzir a alimentação e usar outros tratamentos ao mesmo tempo pode alterar a glicemia. O plano deve explicar como acompanhar os valores, quem contatar e como retomar o tratamento. Sempre que possível, essas orientações devem ser combinadas antes do procedimento.

Por que o estômago entra nessa conversa?

O que é esvaziamento gástrico

Esvaziamento gástrico é a passagem do conteúdo do estômago para o intestino. Semaglutida e tirzepatida podem retardar esse processo, o que exige atenção no preparo de procedimentos com sedação ou anestesia.

Gosto de comparar com um funil cuja saída ficou mais estreita: o conteúdo continua passando, só que mais devagar. No dia a dia, isso faz parte do motivo pelo qual a pessoa se sente saciada comendo menos. Na hora da sedação, porém, é um detalhe que a equipe precisa conhecer.

Resíduo no estômago não é o mesmo que complicação

As revisões sobre o tema mostram que quem usa esses medicamentos tem resíduo no estômago com mais frequência durante endoscopias. Ao mesmo tempo, a broncoaspiração continua sendo incomum, e a evidência para definir o intervalo ideal de suspensão ainda é limitada. Risco aumentado de resíduo e risco de complicação não são a mesma coisa.

Sedação é o uso de medicamentos que deixam a pessoa sonolenta ou inconsciente durante o exame. Quanto mais profunda ela é, menor a capacidade do corpo de proteger sozinho as vias respiratórias. É por isso que o resíduo no estômago ganha importância nesse momento.

Esse cuidado se soma ao acompanhamento habitual dos medicamentos usados no tratamento da obesidade. Ele não significa que o tratamento precisa ser abandonado, nem que o exame esteja automaticamente contraindicado.

Quem tem mais chance de ter resíduo no estômago?

Nem todo paciente em uso de Mounjaro ou Ozempic tem o mesmo risco. Algumas situações pesam mais na avaliação e devem ser contadas à equipe com clareza.

Fatores ligados ao uso do medicamento:

  • Início do tratamento há menos de 12 semanas.
  • Aumento de dose nos últimos três meses, a chamada fase de escalonamento.
  • Sintomas digestivos, como náuseas, vômitos, refluxo, azia ou sensação persistente de estômago cheio.
  • Uso irregular, sem indicação clara ou sem acompanhamento médico.

Escalonamento de dose é o aumento gradual da dose ao longo das semanas, feito para o corpo se adaptar ao remédio. É justamente nessa fase que os efeitos no estômago costumam ser mais intensos.

Fatores ligados ao paciente:

  • Diabetes de longa duração ou com controle inadequado, refletido em uma hemoglobina glicada elevada.
  • Gastroparesia diagnosticada.
  • Cirurgia digestiva anterior, incluindo a cirurgia bariátrica, mesmo que tenha sido há anos.
  • Retenção de alimento observada em endoscopia anterior.
  • Obesidade grave, uso crônico de opioides ou de outros remédios que deixam o intestino mais lento.
  • Dificuldade para engolir ou doença neurológica, especialmente em idosos.

Hemoglobina glicada é um exame de sangue que mostra a média da glicose nos últimos três meses. Gastroparesia é uma condição em que o estômago esvazia lentamente mesmo sem medicamentos, comum em quem tem diabetes há muitos anos.

Um ponto importante: a ausência de sintomas não garante estômago vazio. Os sintomas ajudam a identificar quem tem mais risco, mas não servem para descartá-lo.

O tipo de procedimento também muda a avaliação

A técnica anestésica importa tanto quanto o remédio. Um procedimento com anestesia local, sem sedação, não é avaliado da mesma forma que uma endoscopia com sedação profunda ou uma cirurgia com anestesia geral. O nome do exame, sozinho, não responde à pergunta.

Na anestesia geral, o anestesiologista geralmente coloca um tubo na traqueia que protege os pulmões. Já em sedações sem esse tubo, como em muitas endoscopias e colonoscopias, a proteção depende mais dos reflexos do próprio paciente. Sedações longas, posições em que o paciente fica de bruços e via aérea difícil também aumentam a atenção.

Cabe ao serviço esclarecer qual técnica está prevista. Pergunte isso na hora de agendar, porque a resposta muda o preparo.

O que mudou nas recomendações?

No exterior

As principais orientações internacionais publicadas em 2025 passaram a valorizar a avaliação individual e a decisão compartilhada, em vez da suspensão automática. O consenso norte-americano da SPAQI admite manter o remédio em pacientes sem sintomas digestivos significativos, com mudanças específicas no preparo. O consenso britânico também favorece a continuidade, com estratificação e redução de riscos.

Esses documentos não autorizam o paciente a escolher o protocolo que parecer mais conveniente. Eles mostram por que dois serviços podem orientar de forma diferente, e por que essa decisão não se resolve com uma mensagem curta na internet.

No Brasil

Aqui, o posicionamento conjunto da SBD, da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) e da ABESO precisa ser lido em conjunto com a nota de atualização da SBA de maio de 2026. A nota enfatiza a decisão individualizada e pede que hospitais e clínicas criem protocolos próprios.

A nota da Sociedade Brasileira de Anestesiologia de maio de 2026 recomenda consulta pré-anestésica antecipada para quem usou esses medicamentos nos últimos seis meses. O início do tratamento há menos de 12 semanas e o aumento de dose nos últimos três meses estão entre os fatores de maior risco.

Na prática, manter o remédio fica vinculado a uma condição: o serviço precisa fazer ultrassom do estômago de forma sistemática no dia do procedimento, com equipe treinada. Onde isso não está disponível, a suspensão faz parte do plano.

A nota da SBA de maio de 2026 contempla suspensão de sete dias para fármacos de longa duração em situações definidas pelo protocolo. Esse intervalo não é garantia de estômago vazio nem uma ordem universal para todo paciente.

São considerados de longa duração a tirzepatida, a semaglutida (injetável ou em comprimido) e a dulaglutida. Para os de ação curta, como a liraglutida, o intervalo previsto é de um dia. Quem tem fatores de alto risco costuma ter indicação de suspensão antes de cirurgias eletivas.

Como costuma ser o preparo

Dieta líquida e jejum

A orientação brasileira combina a avaliação do medicamento com o preparo alimentar. O protocolo recomendado para todos os usuários é dieta líquida sem resíduos nas 24 horas anteriores ao procedimento, seguida de jejum completo de 8 a 12 horas.

Líquidos sem resíduos são aqueles que não deixam partículas no estômago, como:

  • Água.
  • Café preto, sem leite.
  • Chá.
  • Água de coco sem resíduos.
  • Sucos coados, sem polpa.
  • Soluções de reidratação oral.

Não improvise um jejum prolongado nem copie o cardápio de outra pessoa. Peça ao serviço instruções sobre alimentos permitidos, horários e ajustes do diabetes. Em procedimentos de urgência, as estratégias são definidas pela equipe conforme a necessidade do atendimento.

Ultrassom gástrico no dia do procedimento

O ultrassom gástrico à beira do leito, também chamado de POCUS gástrico, é um exame rápido e indolor feito pelo anestesiologista para ver se há líquido ou alimento no estômago antes da anestesia. Se o estômago estiver vazio ou com pouco líquido, o procedimento pode seguir. Se houver resíduo, a equipe pode adiar o exame ou mudar a técnica para proteger os pulmões.

Um eventual adiamento por esse motivo não é falha de ninguém. É uma medida de segurança.

Termo de consentimento específico

A SBA criou um termo de consentimento próprio para quem usa esses medicamentos. Nele, o paciente declara o remédio, a dose e a data da última aplicação, e confirma que recebeu as orientações de preparo. Esse termo se soma ao termo geral de anestesia; não o substitui.

Se você precisa integrar esse planejamento ao seu acompanhamento metabólico, agende uma consulta e leve a orientação do serviço onde fará o procedimento.

Um roteiro para levar à consulta pré-anestésica

Organize estas informações, de preferência em uma única lista:

  • Medicamento, dose, dia habitual de uso e data da última aplicação.
  • Data do início do tratamento e dos aumentos recentes de dose.
  • Sintomas digestivos e eventual dificuldade para comer ou beber.
  • Diagnóstico de diabetes, exames recentes e demais medicamentos.
  • Cirurgias digestivas, gastroparesia ou problemas em anestesias anteriores.

Quem usa semaglutida ou tirzepatida deve avisar a equipe ao agendar uma cirurgia ou um exame com sedação. Informe dose, última aplicação, aumentos recentes e sintomas digestivos. Anestesiologista, equipe do procedimento e prescritor devem alinhar o preparo e a eventual suspensão, considerando também o controle do diabetes e a retomada posterior.

E quem usa o medicamento para diabetes?

O tratamento do diabetes tipo 2 pode envolver medicamentos com cuidados diferentes no período do procedimento. Insulina, sulfonilureias e inibidores de SGLT2, por exemplo, não devem receber automaticamente a mesma orientação dada à semaglutida ou à tirzepatida.

Os inibidores de SGLT2 costumam ser suspensos alguns dias antes de cirurgias, por um motivo diferente: o risco de cetoacidose, uma complicação em que o sangue fica ácido mesmo com glicose pouco elevada. Insulina e sulfonilureias, por sua vez, podem precisar de ajuste durante o jejum para evitar hipoglicemia.

Os Standards of Care da ADA de 2026 tratam o cuidado perioperatório de forma individualizada. A equipe define o monitoramento e os ajustes para evitar tanto glicose muito alta quanto muito baixa. O monitoramento da glicemia precisa seguir o plano combinado. Quem usa sensor deve informar isso, mas não deve presumir que ele substituirá todas as medições exigidas pelo serviço.

Costumo dizer aos meus pacientes que, na véspera de um procedimento, não existe equilíbrio, existe prioridade. A segurança da anestesia vem primeiro, e o controle da glicose entra no plano para que essa prioridade não cause outro problema.

Depois do procedimento: como retomar o tratamento

A retomada também merece orientação. Náuseas importantes, alimentação insuficiente ou uma pausa prolongada podem mudar o plano.

Voltar sozinho à dose anterior depois de várias aplicações perdidas pode piorar a tolerância, com mais enjoo e mal-estar. Não duplique doses para compensar a pausa. Confirme a conduta com o prescritor, de preferência já nas orientações de alta.

Principais Pontos

  • Avise sobre o medicamento no agendamento, não apenas no dia do exame.
  • Quem usou Mounjaro, Ozempic ou similares nos últimos seis meses também deve informar a equipe.
  • Jejum habitual não comprova ausência de conteúdo no estômago.
  • Dose, fase do tratamento, sintomas e tipo de sedação ajudam a definir o risco.
  • No Brasil, manter o remédio depende de o serviço fazer ultrassom gástrico no dia; sem isso, a suspensão faz parte do plano.
  • Dieta líquida sem resíduos por 24 horas e jejum de 8 a 12 horas são o preparo recomendado.
  • Peça um plano único, escrito e compartilhado pelas equipes.
  • Inclua o controle da glicemia e a retomada do tratamento na conversa.

Erros Comuns

Erro: aplicar uma regra de sete dias a qualquer situação
O intervalo, sozinho, não resolve o risco. A equipe considera o conjunto do preparo, a técnica anestésica e as características do procedimento. Em alguns casos, a suspensão nem é necessária; em outros, ela vem acompanhada de dieta e ultrassom.

Erro: omitir o remédio porque ele é usado "só para emagrecer"
O efeito no estômago acontece com ou sem diabetes. Informe o uso independentemente da indicação, inclusive se o remédio foi comprado sem receita ou usado de forma irregular. Esconder a informação por medo de ter o exame cancelado aumenta o risco.

Erro: confundir ausência de enjoo com estômago vazio
Os sintomas ajudam na avaliação, mas a ausência deles não elimina a possibilidade de retenção. Algumas pessoas têm resíduo gástrico sem perceber nada. Siga o protocolo combinado.

Erro: fazer mais jejum para compensar uma aplicação
Jejum prolongado por conta própria não garante segurança e pode complicar o controle metabólico, com risco de hipoglicemia e desidratação. Se o preparo foi diferente do orientado, avise o serviço.

Erro: achar que "é só um exame" e não precisa avisar
Endoscopias e colonoscopias costumam ser feitas com sedação, muitas vezes sem tubo de proteção das vias respiratórias. Esses são justamente os cenários em que o cuidado com o estômago mais importa.

Erro: tratar todos os remédios do diabetes da mesma forma
Cada classe tem um cuidado diferente. Suspender tudo junto, ou manter tudo sem ajuste, pode causar glicose muito alta ou muito baixa. O plano precisa listar o que fazer com cada medicamento.

Perguntas Frequentes

Preciso suspender Mounjaro antes de qualquer cirurgia?

Não existe uma resposta única para todos os procedimentos. O anestesiologista avalia a técnica, os riscos, os sintomas e os recursos disponíveis, em conjunto com o prescritor. A decisão pode incluir suspensão e mudanças no preparo, ou manutenção em condições selecionadas, como quando o serviço faz ultrassom gástrico. Peça uma orientação específica para o seu caso e para a data marcada.

Endoscopia ou colonoscopia com sedação exigem o mesmo cuidado que cirurgia?

Procedimentos com sedação também podem comprometer a proteção das vias respiratórias, então o uso do remédio precisa ser informado. Isso não significa que todo exame receba um protocolo idêntico ao de uma cirurgia. A profundidade da sedação, a avaliação clínica e o tipo de procedimento ajudam a definir as medidas necessárias para cada paciente.

Ozempic e Mounjaro são o mesmo medicamento?

Não. Ozempic contém semaglutida, que atua no receptor de GLP-1; Mounjaro contém tirzepatida, com ação em dois receptores hormonais, GIP e GLP-1. Ambos podem retardar o esvaziamento gástrico e precisam ser informados à equipe. A semelhança não autoriza adaptar por conta própria uma orientação recebida para outro medicamento, outra dose ou outro procedimento.

Se eu não sinto náusea, posso manter a aplicação?

A ausência de náusea não permite decidir sozinho sobre manter o remédio. Algumas pessoas apresentam conteúdo gástrico residual mesmo sem sintomas perceptíveis. A equipe combina essa informação com a dose, o tempo de tratamento, as doenças associadas e a anestesia prevista. Confirme a orientação antes da próxima aplicação quando houver um procedimento próximo.

Já apliquei e meu exame é amanhã. O que faço?

Avise o serviço responsável imediatamente e informe o medicamento, a dose, o horário da aplicação e eventuais sintomas. A equipe avaliará se é possível prosseguir com medidas adicionais ou se o procedimento deve ser reorganizado. Não esconda a informação nem tente compensar com jejum por conta própria. Em uma emergência, procure atendimento e comunique o uso.

Que tipo de dieta costuma ser pedida antes do procedimento?

A recomendação brasileira mais recente prevê dieta líquida sem resíduos nas 24 horas anteriores, seguida de jejum completo de 8 a 12 horas. Valem água, café preto sem leite, chá, água de coco sem resíduos e sucos coados sem polpa. Quem tem diabetes deve confirmar com a equipe os ajustes de medicação para esse período.

O que é o ultrassom gástrico feito antes da anestesia?

É um exame rápido e indolor, feito pelo anestesiologista à beira do leito, que mostra se há alimento ou líquido no estômago. Se o estômago estiver vazio ou com pouco líquido, o procedimento pode seguir com segurança. Se houver resíduo, a equipe pode adiar o exame ou mudar a técnica anestésica para proteger os pulmões.

Posso voltar à dose habitual logo depois do exame?

A retomada depende da alimentação, dos sintomas, do tempo de interrupção e das condições clínicas. Ela deve fazer parte das orientações de alta ou ser confirmada com o prescritor. Não duplique doses para compensar uma pausa. Se a interrupção foi prolongada, pergunte se o retorno precisa de adaptação para melhorar a tolerância.

Quando procurar meu endocrinologista antes do procedimento?

Procure-o quando houver diabetes, dúvidas sobre ajustes, pausa prolongada ou orientações divergentes entre serviços. Leve o pedido do procedimento e a avaliação anestésica, se já tiver. O objetivo é integrar controle metabólico, preparo e retomada. Essa consulta complementa a avaliação do anestesiologista, que continua responsável pelas decisões sobre anestesia e segurança do procedimento.

Cuide da sua saúde com orientação individual

Se você usa Mounjaro, Ozempic ou outro medicamento da mesma classe e tem um procedimento pela frente, o melhor momento para organizar o plano é antes da data marcada. Agende uma consulta com o Dr. Rodrigo Bomeny, com atendimento presencial no Campo Belo (Instituto Aster) e em Perdizes (Hospital Israelita Albert Einstein), em São Paulo.

Se preferir, o acompanhamento também pode ser feito por telemedicina, quando apropriado. Conheça mais sobre a trajetória e a formação do Dr. Rodrigo.

Este artigo foi escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny, endocrinologista e metabologista formado pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Hospital das Clínicas da USP e aproximadamente 20 anos de experiência clínica em diabetes, obesidade e doenças metabólicas. CRM-SP 129869 | RQE 60562.

Conteúdo educativo preparado em 5 de outubro de 2026. Não substitui avaliação individual.

Referências

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