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Glicose de jejum 110 é normal? O que significa a faixa de 100 a 125 e o que fazer agora

Glicemia de jejum alterada: como confirmar, o que mais avaliar e o plano dos próximos três meses

Resumo rápido

  • Glicose de jejum de 100 a 125 mg/dL é glicemia de jejum alterada, uma forma de pré-diabetes; diabetes começa em 126, confirmado.
  • Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), a alteração só começa em 110; de 100 a 109, o risco é menor, mas existe.
  • Um exame isolado não basta: repita com a hemoglobina glicada e faça a curva glicêmica.
  • O mesmo número pesa diferente conforme glicada, cintura, triglicérides, pressão e fígado.
  • Nos próximos três meses: low carb com proteína, movimento, sono, perda de peso e novos exames.

"Doutor, minha glicose de jejum deu 110. É diabetes?" A pergunta costuma vir com o laudo no celular e a palavra "alterada" ao lado do número. Glicose de jejum 110 não é diabetes. Mas não é um número para ignorar.

Entre 100 e 125 mg/dL fica uma zona intermediária, sem sintomas e muito comum, que costuma aparecer anos antes do diabetes. É uma janela de oportunidade.

Aqui, faço a leitura do laudo: o que o número significa, como confirmar e o que fazer agora. O tratamento em detalhe está no guia de pré-diabetes.

O que Você Precisa Saber

Entre 100 e 125 é pré-diabetes, não diabetes. Para a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Associação Americana de Diabetes (ADA), é glicemia de jejum alterada.

Um número só não fecha diagnóstico. A glicose de jejum varia com sono, estresse, doenças e remédios.

A curva glicêmica vê o que o jejum não vê. Parte das pessoas com jejum abaixo de 126 já tem diabetes na curva.

É a melhor hora para agir. Nessa fase, alimentação, movimento e sono rendem mais, e muita gente volta ao normal.

O que os números significam: abaixo de 100, de 100 a 125 e 126 ou mais

Definição rápida
Glicemia de jejum alterada

glicose no sangue entre 100 e 125 mg/dL após pelo menos 8 horas sem comer. É uma das formas de pré-diabetes.

Costumo explicar assim: a glicose de jejum é uma fotografia da madrugada. Enquanto você dorme, o fígado libera glicose, e a insulina é o freio dessa produção. Na resistência à insulina, o freio falha e a glicose amanhece mais alta.

Glicose de jejum O que significa Próximo passo
Abaixo de 100 mg/dL Normal Repetir conforme a idade e o risco
100 a 125 mg/dL Glicemia de jejum alterada (pré-diabetes) Repetir com glicada e fazer a curva glicêmica
126 mg/dL ou mais Faixa do diabetes Confirmar com um segundo exame alterado

100 ou 110? Por que as diretrizes discordam e o que isso muda

Até 2003, a ADA considerava alterada a glicemia de jejum a partir de 110 mg/dL; naquele ano, baixou o limite para 100, para reconhecer o risco mais cedo. A OMS manteve os 110. A SBD segue a ADA, e eu também. A diferença está no tamanho do risco, não na existência dele.

Num estudo americano com mais de 5 mil adultos que passaram a ter glicemia de jejum alterada, 8,1% dos que começaram entre 100 e 109 mg/dL evoluíram para diabetes, contra 24,3% dos que começaram entre 110 e 125: cerca de 1,3% e 5,6% ao ano.

Veja que 100 a 109 não é "normal com outro nome": é sinal amarelo. De 110 a 125, o sinal é laranja.

O mesmo número, riscos diferentes

Imagine duas pessoas com o mesmo laudo "alterado". Uma tem glicose de 102 mg/dL, glicada de 5,4%, cintura abaixo da metade da altura e triglicérides normais: risco baixo. A outra tem 118 mg/dL, glicada de 6,2%, cintura de 104 cm, triglicérides de 210 e HDL de 36: dois exames perto do limite e sinais claros de resistência à insulina, que pedem curva glicêmica e plano no mesmo dia.

Num estudo japonês com 6.241 adultos acompanhados por quatro a cinco anos, ter só a glicemia de jejum ou só a glicada na faixa do pré-diabetes multiplicou por cerca de seis o risco de diabetes; ter as duas alteradas, por cerca de 32, em comparação com exames normais.

De 5% a 10% das pessoas com pré-diabetes evoluem para diabetes a cada ano, e uma parcela parecida volta ao normal. Também pesam:

  • Cintura: atenção a partir de 80 cm na mulher e de 90 a 94 cm no homem, e o ideal é ficar abaixo da metade da altura; veja relação cintura-altura.
  • Triglicérides a partir de 150 mg/dL com HDL baixo, o padrão da resistência à insulina; veja triglicerídeos altos.
  • Pressão alta e gordura no fígado, comuns nesse perfil.
  • Diabetes na família, diabetes gestacional prévio e síndrome dos ovários policísticos.

Como confirmar: repetir, glicada e curva glicêmica

Diante de um primeiro valor entre 100 e 125, sigo três passos.

1. Repetir com a glicada, de preferência na mesma coleta, como recomenda a SBD. A hemoglobina glicada mostra a média de dois a três meses: abaixo de 5,7% é normal; de 5,7% a 6,4%, pré-diabetes; 6,5% ou mais, diabetes.

2. Fazer a curva glicêmica. A diretriz de 2025 da SBD indica o teste oral de tolerância à glicose para quem tem valores de pré-diabetes, de preferência com a medida de uma hora.

Definição rápida
Curva glicêmica (TOTG)

a glicose é medida em jejum e uma e duas horas depois de beber 75 g de glicose. Mostra como o corpo lida com uma carga de açúcar.

Em uma hora, de 155 a 208 mg/dL indica pré-diabetes e 209 ou mais, diabetes; em duas horas, 140 a 199 e 200 ou mais. A curva pode revelar um diabetes que o jejum esconde.

Numa metanálise de 17 estudos citada pela diretriz da SBD, a glicemia de jejum reconheceu cerca de 59% dos casos de diabetes identificados pela curva glicêmica de duas horas, e a glicada, cerca de 50%.

No preparo, além de 8 horas de jejum, a orientação clássica é comer ao menos 150 g de carboidrato por dia nos três dias anteriores; quem já está em low carb deve avisar o médico, porque a restrição recente pode piorar o resultado.

3. Saber quando a glicada engana. A falta de ferro tende a elevá-la; anemias com destruição de hemácias, sangramentos e transfusões a reduzem; doença renal e hemoglobinas variantes podem alterá-la para os dois lados. Aí, vale a glicose, como explico em glicada alta com glicose normal.

O que eleva a glicose de jejum sem ser doença

Antes de rotular, confiro o que pode ter empurrado o número:

  • Jejum fora do padrão: com menos de 8 horas, a última refeição ainda pesa; muito além de 12 horas, a leitura também se distorce.
  • Estresse, dor, infecção e noite mal dormida, que pioram a ação da insulina.
  • Corticoides, inclusive em infiltração, e alguns diuréticos e antipsicóticos.
  • Fenômeno do alvorecer, ou do amanhecer: hormônios da madrugada elevam a glicose quando a insulina não acompanha; veja glicose alta ao acordar.

O glicosímetro de ponta de dedo, com erro aceito de cerca de 15%, não diagnostica: serve para acompanhar quem tem diabetes, como mostro em monitoramento da glicemia.

O que fazer agora: os próximos três meses

Não espero a confirmação para começar: o que melhora a glicose é o mesmo em qualquer ponto da faixa.

Alimentação low carb, com proteína. O carboidrato é o nutriente que mais eleva a glicose e mais exige insulina.

Definição rápida
Alimentação low carb

padrão alimentar com carboidratos reduzidos, em geral abaixo de 130 gramas por dia, ou de 26% a 45% das calorias, referência da Sociedade Brasileira de Diabetes.

O prato fica assim: metade com proteína; um pouco mais de um quarto com vegetais e legumes; o restante, menos de um quarto, com carboidrato, de preferência feijão, lentilha, grão-de-bico ou tubérculos em porção pequena. A gordura entra no preparo e no tempero (azeite, manteiga, abacate, castanhas), na medida do sabor, não à vontade. Suco, inclusive o natural, e refrigerante saem da rotina. Detalho no guia de alimentação no diabetes e em dieta low carb para diabetes.

Alerta de segurança: quem usa insulina, sulfonilureias (como glibenclamida e gliclazida) ou inibidores de SGLT2 (como dapagliflozina e empagliflozina, usados também para coração e rim) precisa ajustar a medicação com o médico antes de reduzir carboidratos, pelo risco de hipoglicemia e de cetoacidose euglicêmica. Diabetes tipo 1, gestação, idosos frágeis e doença renal avançada exigem acompanhamento próximo.

Movimento e sono. Pelo menos 150 minutos de aeróbico por semana, força duas a três vezes e sete horas de sono ou mais.

Peso. Com excesso, perder de 5% a 7% do peso: no estudo DPP, isso e 150 minutos semanais de atividade reduziram em 58% o surgimento de diabetes.

Metformina, quando o risco é maior. No DPP, reduziu em 31% os casos de diabetes, mais com jejum de 110 a 125. A ADA de 2026 recomenda considerá-la sobretudo entre 25 e 59 anos com IMC de 35 ou mais e após diabetes gestacional; também a considero com valores perto do limite ou piorando.

Novos exames em três a seis meses, tempo para a glicada mostrar o novo padrão; normalizados, pelo menos uma vez por ano, como recomendam a SBD e a ADA. Se chegarem à faixa do diabetes, veja o tratamento do diabetes.

Principais Pontos

1Glicose de jejum de 100 a 125 mg/dL é pré-diabetes; diabetes começa em 126, confirmado.
2Para a OMS, a alteração começa em 110; de 100 a 109, o risco é menor.
3Um exame isolado não fecha diagnóstico: repita com a glicada.
4A SBD indica a curva glicêmica, de preferência de uma hora, nessa faixa.
5A curva revela diabetes em parte de quem tem jejum abaixo de 126.
6Jejum fora do padrão, estresse, sono ruim, infecção e corticoides elevam a glicose.
7Glicada alterada, cintura grande, triglicérides altos e gordura no fígado aumentam o risco.
8O plano: low carb com proteína, movimento, sono, peso e exames em três a seis meses.

Erros Comuns

achar que abaixo de 126 está tudo bem
É a fase em que mudar hábitos rende mais.
fechar o diagnóstico com um exame só
Sono ruim, estresse ou doença mudam o número; repetir com a glicada evita erro.
confirmar no glicosímetro de casa
Ele tem margem de erro maior e não serve para diagnóstico.
cortar carboidrato às vésperas da curva glicêmica
A restrição recente pode piorar o resultado de forma falsa.
reduzir carboidrato sem ajustar os remédios
Com insulina, sulfonilureia ou inibidor de SGLT2, a mudança exige ajuste médico prévio.

Perguntas Frequentes

  • Glicose de jejum 110 é normal?

    Pela SBD e pela ADA, não: 110 mg/dL está na faixa da glicemia de jejum alterada, de 100 a 125, uma forma de pré-diabetes; pela OMS, é onde a alteração começa. Não é diabetes, mas pede glicada e curva glicêmica, porque entre 110 e 125 o risco de evoluir é maior do que entre 100 e 109.

  • Glicose 100 em jejum é normal ou já é pré-diabetes?

    Pela SBD e pela ADA, 100 mg/dL abre a faixa alterada; pela OMS, ainda é normal. Isolado, com glicada normal, cintura adequada e triglicérides bons, esse valor costuma significar risco baixo. Mesmo assim, vale repetir em alguns meses: a glicose de jejum varia de um dia para outro, e a tendência diz mais que um número.

  • Glicose 115 em jejum é diabetes?

    Não. Pela glicemia de jejum, o diabetes começa em 126 mg/dL, confirmado por um segundo exame alterado. Com 115, a pessoa está no pré-diabetes, perto do limite. Por isso, peço glicada e curva glicêmica, que pode mostrar diabetes mesmo com jejum abaixo de 126, e começo as mudanças de hábito sem esperar.

  • Minha glicose deu 120 em jejum. O que fazer?

    Sem pânico e sem dieta radical. Confira se o jejum foi de 8 a 12 horas e se havia doença, noite mal dormida ou corticoide. Depois, repita a glicemia com a glicada e faça a curva glicêmica em breve, com orientação médica. A mudança de hábitos pode começar já; só avise o médico antes da curva, que tem preparo próprio.

  • Glicemia de jejum alterada com glicada normal: o que significa?

    Pode ser variação do dia, sono ruim, estresse ou o primeiro sinal de resistência à insulina no fígado, que altera o jejum antes da média do dia. O risco é menor do que com os dois exames alterados, mas existe. Por isso, repito os exames e, como orienta a SBD, peço a curva.

  • Glicose 110 sem jejum é normal?

    Em geral, sim. Depois de comer, a glicose sobe e volta ao normal em algumas horas; na curva glicêmica, abaixo de 140 mg/dL duas horas após 75 g de glicose é normal. A faixa de 100 a 125 vale só para o jejum. Fora dele, diabetes é 200 ou mais com sintomas, como sede e urina em excesso.

  • Glicose de 100 em jejum na gravidez é normal?

    Não. Na gestação, a régua é mais rígida: glicemia de jejum de 92 a 125 mg/dL já define diabetes gestacional, e 126 ou mais indica diabetes diagnosticado na gravidez. Por isso, a gestante com 100 em jejum deve falar logo com quem acompanha o pré-natal. Nessa fase, a glicada não é o exame principal.

  • Glicemia de jejum alterada volta ao normal? Precisa de remédio?

    Muitas vezes volta: a cada ano, uma parcela parecida com a que evolui para diabetes retorna à glicose normal, e mudar hábitos aumenta essa chance; no estudo DPP, reduziu em 58% os casos de diabetes. A maioria não precisa de remédio; a metformina fica para risco mais alto, como IMC de 35 ou mais antes dos 60 anos.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo publicado em 25 de outubro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Rodacki M, et al. Brazilian guideline for screening and diagnosis of type 2 diabetes: a position statement from the Brazilian Diabetes Society. Diabetol Metab Syndr. 2025;17(1):78. doi:10.1186/s13098-024-01572-w.
  2. American Diabetes Association Professional Practice Committee. 2. Diagnosis and Classification of Diabetes: Standards of Care in Diabetes—2026. Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1).
  3. American Diabetes Association Professional Practice Committee. 3. Prevention or Delay of Diabetes and Associated Comorbidities: Standards of Care in Diabetes—2026. Diabetes Care. 2026;49(Suppl 1):S50-S60. doi:10.2337/dc26-S003.
  4. World Health Organization, International Diabetes Federation. Definition and diagnosis of diabetes mellitus and intermediate hyperglycaemia: report of a WHO/IDF consultation. Geneva: WHO; 2006.
  5. Genuth S, Alberti KGMM, Bennett P, et al. Follow-up report on the diagnosis of diabetes mellitus. Diabetes Care. 2003;26(11):3160-3167. doi:10.2337/diacare.26.11.3160.
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  7. Heianza Y, Hara S, Arase Y, et al. HbA1c 5·7–6·4% and impaired fasting plasma glucose for diagnosis of prediabetes and risk of progression to diabetes in Japan (TOPICS 3): a longitudinal cohort study. Lancet. 2011;378(9786):147-155. doi:10.1016/S0140-6736(11)60472-8.
  8. Tabák AG, Herder C, Rathmann W, Brunner EJ, Kivimäki M. Prediabetes: a high-risk state for diabetes development. Lancet. 2012;379(9833):2279-2290. doi:10.1016/S0140-6736(12)60283-9.
  9. Knowler WC, Barrett-Connor E, Fowler SE, et al. Reduction in the incidence of type 2 diabetes with lifestyle intervention or metformin. N Engl J Med. 2002;346(6):393-403. doi:10.1056/NEJMoa012512.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.