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Colesterol e HIV: como escolher estatina com segurança?

Resumo rápido

  • Pessoas vivendo com HIV precisam incluir prevenção cardiovascular no acompanhamento.
  • O risco não depende apenas do valor isolado do LDL.
  • O estudo REPRIEVE demonstrou benefício de estatina em uma população específica com HIV.
  • A escolha deve considerar interações com cada esquema antirretroviral.
  • Não suspenda antirretrovirais nem comece ou troque estatinas por conta própria.

O tratamento do HIV está funcionando, a carga viral está controlada e o colesterol não parece tão alto. Mesmo assim, a equipe propôs uma estatina. Essa recomendação pode fazer sentido porque a prevenção cardiovascular em pessoas com HIV considera fatores que vão além do LDL.

O cuidado precisa preservar o tratamento antirretroviral e avaliar pressão, tabagismo, diabetes, histórico familiar e outras condições. Também exige conferir interações: uma estatina adequada para determinada pessoa pode precisar de ajustes ou ser inadequada em outra combinação de medicamentos.

O que Você Precisa Saber

O HIV faz parte da avaliação do risco cardiovascular

Pessoas vivendo com HIV podem apresentar risco adicional relacionado à inflamação, ao histórico da infecção e a condições associadas. Isso não significa que um evento cardiovascular seja inevitável. Significa que prevenção e acompanhamento precisam considerar esse contexto, além dos fatores tradicionais e dos resultados atuais dos exames.

Estatinas não são todas intercambiáveis

Os medicamentos dessa classe diferem em potência, metabolismo e possibilidade de interação. Alguns antirretrovirais alteram a exposição à estatina e podem aumentar o risco de efeitos adversos. Por isso, a prescrição deve ser conferida com a lista exata de remédios, incluindo combinações em um único comprimido e produtos usados ocasionalmente.

A decisão precisa de coordenação entre profissionais

Infectologista, médico da atenção primária, endocrinologista e cardiologista podem participar conforme a necessidade. O plano deve deixar claro quem acompanha exames, sintomas e mudanças da prescrição. Não interrompa um antirretroviral para permitir o uso de uma estatina; a equipe deve escolher uma estratégia compatível e preservar o controle do HIV.

O que significa prevenção cardiovascular nesse contexto?

[TRECHO CITÁVEL — DEFINIÇÃO]

Prevenção cardiovascular é o conjunto de medidas para reduzir eventos como infarto e AVC. Em pessoas com HIV, ela integra fatores tradicionais, histórico da infecção, tratamento antirretroviral e possíveis interações entre medicamentos.

O LDL é um marcador importante, mas não descreve sozinho todo o risco. Idade, pressão, tabagismo, diabetes e doença cardiovascular prévia continuam relevantes. A duração da infecção, períodos de carga viral detectável e outros elementos do histórico também podem influenciar a conversa.

É possível precisar de prevenção mesmo sem sintomas. Também é possível ter uma indicação de tratamento sem um LDL extremamente elevado. Se há dúvida sobre os marcadores, o artigo sobre ApoB alta com LDL normal explica por que exames diferentes respondem perguntas diferentes, sem substituir a avaliação clínica.

O que o estudo REPRIEVE demonstrou?

O REPRIEVE foi um ensaio clínico que comparou pitavastatina com placebo em 7.769 pessoas com HIV, de 40 a 75 anos, em terapia antirretroviral e com risco cardiovascular inicialmente baixo a moderado. A pesquisa avaliou eventos clínicos, não apenas mudanças no colesterol.

[TRECHO CITÁVEL — DADO]

No REPRIEVE, a pitavastatina reduziu em 35% o risco relativo do desfecho cardiovascular combinado durante acompanhamento mediano de 5,1 anos. As taxas foram 4,81 e 7,32 eventos por mil pessoas-ano. O resultado se refere à população estudada, não a uma proteção individual garantida.

“Risco relativo” não é o mesmo que reduzir a chance absoluta em 35 pontos percentuais. A diferença de taxas foi de aproximadamente 2,5 eventos por mil pessoas-ano. A magnitude do benefício individual depende do risco inicial e do período considerado.

A pesquisa também observou eventos adversos, incluindo diferenças em sintomas musculares e novos diagnósticos de diabetes. A decisão deve considerar benefícios e riscos juntos, em vez de usar apenas o número mais favorável ou mais preocupante.

O texto sobre estatina e aumento da glicose aprofunda essa questão. Um possível efeito glicêmico não autoriza concluir que a estatina deva ser evitada quando existe benefício cardiovascular relevante.

O que mudou nas recomendações em 2026?

Em maio de 2026, o painel do NIH passou a remeter à nova diretriz ACC/AHA de dislipidemia para a orientação sobre estatinas. A recomendação internacional contempla prevenção primária em pessoas com HIV de 40 a 75 anos. Para menores de 40 anos, a decisão permanece mais dependente de contexto e fatores de risco, com dados específicos insuficientes.

Essa mudança precisa ser discutida na consulta brasileira, considerando o caso clínico, as diretrizes aplicáveis e a prescrição disponível. Não é uma orientação para toda pessoa comprar a estatina usada no estudo nem para reproduzir sua dose sem acompanhamento.

Doença cardiovascular já estabelecida, LDL muito elevado e outras condições também podem criar indicações próprias. O artigo sobre LDL acima de 190 e hipercolesterolemia familiar discute uma dessas situações, que não deve ser atribuída automaticamente ao HIV ou aos antirretrovirais.

Por que conferir cada combinação de medicamentos?

Ritonavir e cobicistate, utilizados em alguns esquemas, são exemplos de substâncias com potencial importante de interação. Sinvastatina e lovastatina são contraindicadas em combinações com esses potencializadores. Outras estatinas podem exigir limites de dose, troca ou monitoramento específico.

O ponto prático não é decorar uma tabela: é garantir que a equipe confira o esquema completo em uma fonte atualizada antes de prescrever. Uma troca do antirretroviral também pode exigir nova revisão de medicamentos que antes eram compatíveis.

Leve o nome de todos os produtos, incluindo suplementos e remédios comprados sem receita. Evite informar apenas “tomo o comprimido do HIV”, porque apresentações combinadas podem conter componentes com implicações diferentes.

[TRECHO CITÁVEL — RECOMENDAÇÃO]

Antes de iniciar ou trocar uma estatina, apresente sua lista completa de antirretrovirais e outros medicamentos. Peça à equipe que confira interações, objetivo do tratamento e acompanhamento. Mantenha o cuidado do HIV e comunique sintomas novos; a solução deve ser coordenada, sem suspensões ou trocas feitas por conta própria.

Como acompanhar benefícios e possíveis efeitos adversos?

Combine quando repetir o perfil lipídico e quais informações indicarão resposta adequada. O objetivo envolve prevenção cardiovascular, tolerância e continuidade, não apenas um exame temporariamente melhor.

Dor muscular nova merece avaliação, especialmente após início ou mudança da prescrição. Fraqueza intensa ou urina escura exigem contato rápido com o serviço. O conteúdo sobre dor muscular com estatina explica como investigar sem perder de vista a proteção necessária.

Se o colesterol normaliza, isso pode refletir o tratamento. Veja por que parar estatina após melhora do exame não é uma decisão automática.

O que fazer além do medicamento?

Não fumar, manter atividade física possível, cuidar da alimentação e tratar pressão e diabetes continuam fazendo diferença. A proposta é escolher mudanças viáveis, com apoio quando necessário, sem reduzir o risco cardiovascular a força de vontade.

Se o acompanhamento está fragmentado, discuta quem reunirá as informações. O artigo sobre endocrinologista ou cardiologista para colesterol alto ajuda a organizar essa participação. Você também pode agendar uma avaliação para revisar o cuidado metabólico em conjunto com a equipe que acompanha o HIV.

Principais Pontos

1Risco cardiovascular não se resume a um único exame.
2O REPRIEVE avaliou uma população específica e eventos clínicos.
3Redução relativa e benefício absoluto são medidas diferentes.
4Recomendações internacionais de 2026 precisam ser contextualizadas na consulta.
5Toda mudança de prescrição deve considerar interações.
6Prevenção e tratamento do HIV devem funcionar de forma integrada.

Erros Comuns

Achar que carga viral controlada elimina todo risco cardiovascular
O controle do HIV é essencial, mas não substitui a prevenção de outras doenças. Pressão, lipídios, glicose e tabagismo continuam merecendo acompanhamento.
Trocar uma estatina por outra considerada equivalente
A potência e as interações variam. A escolha precisa ser conferida com seu esquema antirretroviral específico.
Abandonar antirretrovirais para tratar colesterol
Essa decisão pode prejudicar o controle da infecção. A equipe deve ajustar a estratégia preservando os tratamentos necessários.
Interpretar 35% como garantia individual
O número descreve uma comparação de grupos. O benefício absoluto depende do risco e precisa ser explicado em conjunto com possíveis danos.

Perguntas Frequentes

  • Pessoas com HIV precisam cuidar do colesterol mesmo sem sintomas?

    Sim. Alterações dos lipídios e risco cardiovascular podem existir sem sintomas. A avaliação deve considerar idade, pressão, tabagismo, diabetes, histórico familiar e aspectos do HIV. O profissional define quando solicitar exames e como interpretar os resultados, sem esperar uma manifestação cardíaca para iniciar a conversa sobre prevenção.

  • O REPRIEVE prova que qualquer estatina serve para qualquer pessoa?

    Não. O estudo utilizou pitavastatina em uma população específica, com critérios de inclusão definidos. As recomendações clínicas consideram o conjunto da evidência, mas a escolha individual também depende de risco, interações, tolerância e acesso. Não copie uma prescrição de pesquisa nem troque um medicamento sem orientação da equipe.

  • Qual a diferença entre benefício relativo e absoluto?

    O benefício relativo compara proporcionalmente os resultados entre grupos. O absoluto mostra quanto as taxas ou probabilidades diferem na escala original. No REPRIEVE, a redução relativa foi de 35%, com diferença de aproximadamente 2,5 eventos por mil pessoas-ano. A interpretação individual precisa considerar o risco inicial e o tempo.

  • Posso usar sinvastatina junto com qualquer antirretroviral?

    Não. Algumas combinações, especialmente com ritonavir ou cobicistate, são contraindicadas por interação relevante. Isso não significa que toda pessoa com HIV esteja impedida de tratar colesterol. A equipe deve conferir os componentes exatos do esquema e selecionar uma opção compatível, com dose e monitoramento apropriados para o caso.

  • Estatina pode aumentar a glicose?

    Pode haver aumento da glicose e do risco de diagnóstico de diabetes em determinadas pessoas, como observado em estudos. Esse efeito deve ser comparado ao benefício cardiovascular esperado, sem decisões automáticas. A equipe pode acompanhar o metabolismo e orientar medidas pertinentes, preservando o tratamento quando o balanço continua favorável.

  • Se meu antirretroviral mudar, preciso avisar quem trata o colesterol?

    Sim. Uma nova combinação pode alterar a compatibilidade com a estatina e outros medicamentos. Informe a mudança e leve a prescrição completa aos profissionais envolvidos. Não presuma que uma combinação anteriormente segura continuará igual; a revisão de interações faz parte da coordenação do cuidado e da prevenção de efeitos adversos.

  • Qual profissional deve coordenar esse acompanhamento?

    O cuidado pode ser compartilhado entre infectologia, atenção primária, endocrinologia e cardiologia, conforme as necessidades. O importante é definir quem reúne as informações, acompanha exames e revisa interações. Leve resultados e prescrições a cada consulta e evite orientações paralelas sem comunicação sobre qual plano será efetivamente seguido.

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Dr. Rodrigo Bomeny
Escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny
Endocrinologista e metabologista · FMUSP / HC-USP · ~20 anos de prática clínica
CRM-SP 129869 · RQE 60562 · Conteúdo educativo preparado em 15 de outubro de 2026. Não substitui avaliação individual.
Referências
  1. Grinspoon SK, Fitch KV, Zanni MV. Pitavastatin to Prevent Cardiovascular Disease in HIV Infection. 2023.
  2. Beavers C, Pau AK, Glidden D. Statin Therapy as Primary Prevention for Persons With HIV: A Synopsis of Recommendations From the U.S. Department of Health and Human Services Antiretroviral Treatment Guidelines Panel. 2025.
  3. Ansari R, Khalili H, Mohammadi K. Optimizing statin therapy in HIV-infected patients: a review of pharmacotherapy considerations. 2025.
  4. Lu MT, Ribaudo H, Foldyna B. Effects of Pitavastatin on Coronary Artery Disease and Inflammatory Biomarkers in HIV: Mechanistic Substudy of the REPRIEVE Randomized Clinical Trial. 2024.
  5. Writing Committee Members, Blumenthal RS, Morris PB. 2026 ACC/AHA/AACVPR/ABC/ACPM/ADA/AGS/APhA/ASPC/NLA/PCNA Guideline on the Management of Dyslipidemia: A Report of the American College of Cardiology/American Heart Association Joint Committee on Clinical Practice Guidelines. 2026.
  6. NIH / Department of Health and Human Services. Update on Statin Therapy as Primary Prevention of Atherosclerotic Cardiovascular Disease in People With HIV. 2026.
  7. NIH / Department of Health and Human Services. Cardiovascular Complications. consulta em 15/10/2026.
  8. NIH / Department of Health and Human Services. Statin Therapy in People With HIV — interações. consulta em 15/10/2026.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.