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A cirurgia bariátrica e seu impacto na prevenção do câncer em pacientes com obesidade

Cirurgia Bariátrica e Câncer: Como a Perda de Peso Pode Reduzir o Risco em Pacientes com Obesidade

TL;DR — Resumo Rápido

  • A obesidade é o segundo fator de risco evitável para câncer, atrás apenas do tabaco.
  • No Brasil, cerca de 13 em cada 100 casos de câncer estão ligados ao excesso de peso (INCA).
  • O estudo SPLENDID (JAMA, 2022) associou a cirurgia bariátrica a 32% menos câncer e 48% menos mortes por câncer.
  • O benefício é dose-dependente: quanto maior e mais duradoura a perda de peso, menor o risco.
  • Procure um endocrinologista para avaliar se o tratamento da obesidade é indicado no seu caso.

A obesidade já é reconhecida como uma doença crônica — e uma das mais associadas ao desenvolvimento de câncer. Muita gente sabe que o excesso de peso aumenta o risco de diabetes, hipertensão e doenças do coração. Poucos sabem que ele também figura entre os principais fatores de risco evitáveis para diversos tipos de tumor.

A boa notícia é que essa relação tem dois lados. Se o ganho de peso aumenta o risco, a perda de peso significativa e sustentada pode reduzi-lo. E é justamente aí que entra a cirurgia bariátrica, hoje o tratamento mais eficaz e duradouro para a obesidade grave.

Neste artigo, você vai entender por que a gordura corporal em excesso favorece o câncer, o que dizem os estudos mais recentes e em que situações a cirurgia pode fazer parte do tratamento.

O que Você Precisa Saber

A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, com impacto direto sobre o metabolismo e o risco de várias doenças, inclusive o câncer.

O excesso de peso está fortemente associado a pelo menos 13 tipos de câncer. Segundo o INCA, aproximadamente 13 em cada 100 casos de câncer no Brasil estão relacionados ao sobrepeso e à obesidade.

A cirurgia bariátrica é um conjunto de procedimentos que reduzem a capacidade do estômago e/ou alteram o trato digestivo para tratar a obesidade. Quando bem indicada, leva a perda de peso expressiva e prolongada.

A perda de peso substancial reduz o risco de câncer de forma dose-dependente. Estudos sugerem que reduções acima de 20–25% do peso corporal são necessárias para um impacto relevante sobre esse risco.

Por que a obesidade aumenta o risco de câncer

O excesso de gordura corporal não é tecido inerte: ele é metabolicamente ativo e altera o funcionamento do organismo de várias formas. Três mecanismos principais ajudam a explicar a ligação com o câncer.

Resistência à insulina. A obesidade favorece a resistência à insulina, levando o corpo a produzir mais insulina e mais IGF-1. Esses hormônios estimulam a multiplicação celular — um terreno favorável ao surgimento de tumores.

Excesso de estrogênio. O tecido adiposo produz estrogênio. Na pós-menopausa, esse excesso ajuda a explicar por que o câncer de endométrio e o câncer de mama têm associação tão forte com a obesidade.

Inflamação crônica de baixo grau. A gordura visceral mantém um estado inflamatório persistente, que pode danificar células e favorecer alterações que levam ao câncer.

A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal. Ela aumenta o risco de pelo menos 13 tipos de câncer por meio de resistência à insulina, excesso de estrogênio e inflamação crônica de baixo grau.

Vale destacar que não é só o peso na balança que importa, mas onde a gordura se concentra. A gordura abdominal (visceral) é especialmente nociva — tema da pesquisa que coordenei com colegas na coorte Elsa-Brasil, publicada na Lancet Regional Health – Americas (Mendes et al., 2025), mostrando a relação cintura/estatura como marcador de risco cardiovascular e metabólico.

Quais cânceres estão ligados ao excesso de peso

De acordo com o INCA, o excesso de peso está associado a pelo menos 13 tipos de câncer: esôfago (adenocarcinoma), estômago (cárdia), pâncreas, vesícula biliar, fígado, intestino (cólon e reto), rins, mama (mulheres na pós-menopausa), ovário, endométrio, meningioma, tireoide e mieloma múltiplo.

Entre todos, o câncer de endométrio (corpo do útero) tem a associação mais forte com a obesidade. Estudo coordenado pelo INCA estimou que cerca de 24% dos casos desse tumor no Brasil são atribuíveis ao excesso de peso.

No Brasil, cerca de 13 em cada 100 casos de câncer estão relacionados ao excesso de peso, segundo o INCA. O câncer de endométrio é o de associação mais forte, com aproximadamente 24% dos casos atribuíveis à obesidade.

O que diz a ciência: o estudo SPLENDID

A maior evidência até hoje sobre cirurgia bariátrica e câncer veio do estudo SPLENDID, conduzido pela Cleveland Clinic e publicado na revista JAMA em 2022 (doi:10.1001/jama.2022.9009).

Foi um estudo de coorte pareado com 30.318 adultos com obesidade: cerca de 5.000 que fizeram cirurgia bariátrica (bypass gástrico ou sleeve) foram comparados a mais de 25.000 que não operaram, com acompanhamento médio de cerca de 6 anos.

Os resultados foram marcantes. Em comparação com quem não operou, o grupo da cirurgia teve 32% menos casos de câncer associado à obesidade e 48% menos mortes por câncer.

Outro achado importante: o efeito foi dose-dependente. Quanto maior a perda de peso, menor o risco. Análises relacionadas sugerem que é preciso uma perda substancial — acima de 20% a 25% do peso corporal — para reduzir de forma significativa o risco de câncer.

Para reduzir o risco de câncer associado à obesidade, o objetivo é alcançar perda de peso substancial e sustentada. A cirurgia bariátrica é indicada quando o tratamento clínico não é suficiente e o paciente atende aos critérios definidos pela Resolução CFM nº 2.429/2025, sempre com avaliação multidisciplinar.

É importante entender o que esses números não significam. O SPLENDID mostra associação, não uma garantia individual. Ele indica que, em larga escala, a perda de peso expressiva acompanha um risco menor de câncer — provavelmente porque reduz a resistência à insulina, normaliza hormônios e diminui a inflamação crônica.

Cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica: qual a diferença?

Os termos costumam ser usados como sinônimos, mas há uma distinção de foco. A cirurgia bariátrica tem como objetivo principal a perda de peso. A cirurgia metabólica usa as mesmas técnicas, mas com foco no controle de doenças associadas — sobretudo o diabetes tipo 2. As técnicas mais usadas são o bypass gástrico em Y de Roux e a gastrectomia vertical (sleeve).

A própria cirurgia também pode promover a remissão do diabetes tipo 2, o que reforça seu papel como tratamento metabólico, e não apenas estético.

Quem pode fazer a cirurgia: o que mudou em 2025

Em maio de 2025, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução CFM nº 2.429/2025, que atualizou os critérios de indicação e ampliou o acesso. De forma resumida, a cirurgia pode ser indicada para:

  • Pacientes com IMC ≥ 40 kg/m², com ou sem comorbidades;
  • Pacientes com IMC entre 35 e 40 kg/m² que tenham doenças associadas;
  • Novidade: pacientes com IMC entre 30 e 35 kg/m² que tenham comorbidades como diabetes tipo 2, apneia obstrutiva do sono grave, esteatose hepática com fibrose ou doença cardiovascular grave.

A resolução também substituiu a antiga exigência de "2 anos de falha de tratamento clínico" por uma avaliação multidisciplinar que ateste a insuficiência do tratamento clínico, e passou a reconhecer formalmente a cirurgia em adolescentes selecionados. A decisão hoje se baseia mais no risco metabólico do que apenas no número do IMC.

Importante: a cirurgia é uma ferramenta dentro de um plano maior de cuidado da obesidade. Ela não substitui o acompanhamento clínico nem os exames de rastreamento de câncer recomendados para a sua faixa etária.

Principais Pontos

  • A obesidade está entre os principais fatores de risco evitáveis para câncer, atrás apenas do tabaco.
  • No Brasil, cerca de 13% dos casos de câncer estão ligados ao excesso de peso (INCA).
  • O câncer de endométrio é o de associação mais forte com a obesidade.
  • O estudo SPLENDID (JAMA, 2022) associou a cirurgia bariátrica a 32% menos câncer e 48% menos mortes por câncer.
  • O benefício é dose-dependente: perdas acima de 20–25% do peso tendem a impactar mais o risco.
  • Os mecanismos envolvem insulina, estrogênio e inflamação crônica.
  • A Resolução CFM nº 2.429/2025 ampliou as indicações, incluindo IMC 30–35 com comorbidades.
  • A cirurgia não dispensa o rastreamento periódico de câncer.

Erros Comuns

Erro: "Fiz a cirurgia, então estou livre do câncer." A cirurgia reduz o risco, mas não o elimina. Os exames de rastreamento (como mamografia e colonoscopia, conforme idade e histórico) continuam essenciais.

Erro: "Cirurgia bariátrica é coisa de estética." É um tratamento de uma doença crônica. Seus maiores benefícios são de saúde: controle do diabetes, redução de eventos cardiovasculares e, como mostra a ciência, menor risco de câncer.

Erro: "Só vale a pena para quem é muito obeso (IMC acima de 40)." Desde 2025, pacientes com IMC entre 30 e 35 e comorbidades também podem ser candidatos. A decisão é individual e considera o risco metabólico.

Erro: "Qualquer perda de peso já reduz bastante o risco de câncer." Toda perda de peso traz benefícios, mas a evidência sugere que o impacto relevante sobre o risco de câncer aparece com reduções mais substanciais e mantidas no tempo.

Erro: "Se eu emagrecer com remédio, o efeito sobre o câncer é o mesmo." Os dados mais robustos sobre redução de câncer vêm da cirurgia. O efeito de novos medicamentos sobre o risco oncológico ainda está sendo estudado. 

Perguntas Frequentes (FAQ)

A cirurgia bariátrica realmente reduz o risco de câncer? Sim. O estudo SPLENDID, publicado na JAMA em 2022, associou a cirurgia bariátrica a 32% menos casos de câncer relacionado à obesidade e 48% menos mortes por câncer, comparada a não operar. É uma associação observada em larga escala, não uma garantia individual.

Qual câncer tem maior ligação com a obesidade? O câncer de endométrio (corpo do útero) é o de associação mais forte. No Brasil, estima-se que cerca de 24% dos casos sejam atribuíveis ao excesso de peso, segundo o INCA. Mama na pós-menopausa e intestino também têm forte relação.

Quanto peso é preciso perder para reduzir o risco de câncer? O benefício é proporcional à perda de peso. Estudos sugerem que reduções acima de 20% a 25% do peso corporal, mantidas ao longo do tempo, são necessárias para um impacto significativo sobre o risco de câncer.

Qual a diferença entre cirurgia bariátrica e cirurgia metabólica? São as mesmas técnicas com focos diferentes. A bariátrica visa principalmente a perda de peso; a metabólica visa o controle de doenças como o diabetes tipo 2. Ambas podem trazer benefícios metabólicos amplos.

Quem pode fazer a cirurgia hoje no Brasil? Segundo a Resolução CFM nº 2.429/2025: IMC ≥ 40, com ou sem comorbidades; IMC 35–40 com doenças associadas; e IMC 30–35 com comorbidades como diabetes tipo 2, apneia grave ou esteatose hepática com fibrose. A indicação exige avaliação multidisciplinar.

Depois da cirurgia, ainda preciso fazer exames de câncer? Sim. A cirurgia reduz o risco, mas não substitui o rastreamento. Exames como mamografia, colonoscopia e outros devem seguir as recomendações para sua idade e histórico familiar.

Por que a gordura abdominal é tão perigosa? A gordura visceral, concentrada no abdome, é metabolicamente ativa e mantém inflamação crônica e resistência à insulina. Por isso, medidas como a circunferência abdominal e a relação cintura/estatura ajudam a avaliar o risco, às vezes mais que o peso isolado.

Quando devo procurar um especialista? Se você convive com obesidade, principalmente com diabetes, pressão alta ou histórico familiar de câncer, vale uma avaliação com endocrinologista. O especialista define o melhor caminho — clínico ou cirúrgico — para o seu caso.

Este artigo foi escrito pelo Dr. Rodrigo Bomeny, endocrinologista e metabologista formado pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Hospital das Clínicas da USP e aproximadamente 20 anos de experiência clínica em diabetes, obesidade e doenças metabólicas. É autor de pesquisa publicada na Lancet Regional Health – Americas (2025) sobre marcadores de adiposidade e risco cardiometabólico.

Quer entender se o tratamento da obesidade é indicado no seu caso? Agende uma consulta — presencial (Campo Belo ou Albert Einstein) ou por telemedicina. Conheça também a minha trajetória e o tratamento da obesidade.

Este conteúdo é educativo e não substitui a consulta médica individualizada.

Referências Científicas:

  • Aminian A, Wilson R, Al-Kurd A, et al. Association of Bariatric Surgery With Cancer Risk and Mortality in Adults With Obesity. JAMA (The Journal of the American Medical Association). 2022.
  • Shen S, Brown KA, Green AK, Iyengar NM. Obesity and Cancer. JAMA (The Journal of the American Medical Association). 2026.
  • Sjöholm K, Svensson PA, Andersson-Assarsson JC, et al. Sex-Specific Associations Between Surgery-Induced Weight Loss and Cancer Outcomes: A Post Hoc Analysis of the Prospective, Controlled Swedish Obese Subjects Study. PLoS Medicine. 2026.
  • Arterburn DE, Telem DA, Kushner RF, Courcoulas AP. Benefits and Risks of Bariatric Surgery in Adults: A Review. JAMA (The Journal of the American Medical Association). 2020.
  • Stroud AM, Coleman MF. Bariatric Surgery in the Prevention of Obesity-Associated Cancers: Mechanistic Implications. Surgery for Obesity and Related Diseases. 2023.
  • Alkwatli K, Xiao H, Mariam-Smith A, et al. Real-World Weight Loss Is Associated With a Reduction in Cancer Risk. Obesity. 2026.

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O que os pacientes dizem

Ênio OPINIÃO VERIFICADA

07/10/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo por testosterona baixa, cansaço e redução da libido. Após a investigação e o tratamento, percebi uma melhora importante na disposição, libido e bem-estar. Também gostei porque ele não tratou apenas um número no exame, mas avaliou o quadro como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Cida OPINIÃO VERIFICADA

01/10/2026

★★★★★

Cheguei à consulta com muitos sintomas da menopausa e bastante insegurança sobre reposição hormonal. Com o tratamento, meu sono melhorou, as ondas de calor diminuíram e voltei a ter mais disposição no dia a dia. Gostei muito da forma como tudo foi explicado.

Fonte: doctoralia.com.br

Janice OPINIÃO VERIFICADA

30/09/2026

★★★★★

Procurei atendimento por causa dos sintomas da menopausa, principalmente ondas de calor, sono ruim e falta de disposição. Depois do tratamento, tive uma melhora muito significativa desses sintomas. O Dr. Rodrigo explicou com bastante cuidado os benefícios, riscos e acompanhamento da reposição hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Michelle Garcia OPINIÃO VERIFICADA

28/09/2026

★★★★★

Tenho diabetes há alguns anos e nunca tinha entendido tão bem meus exames. Depois de iniciar o acompanhamento, meus resultados melhoraram bastante e consegui organizar melhor minha alimentação e medicações. Além dos números, também percebi melhora no cansaço e na disposição.

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

26/09/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo para tratar meu diabetes tipo 2 e tive uma ótima evolução. Minha glicemia e hemoglobina glicada melhoraram, consegui perder peso e hoje me sinto com mais disposição. Gostei muito porque ele explicou o tratamento de forma clara e acompanhou cada etapa.

Fonte: doctoralia.com.br

Rosana Pimentel OPINIÃO VERIFICADA

20/09/2026

★★★★★

Estou tendo uma ótima experiência no tratamento do diabetes tipo 2. As consultas são detalhadas, as orientações são claras e o acompanhamento é feito de maneira cuidadosa. Recomendo pela competência, atenção e forma respeitosa de tratar o paciente.

Fonte: doctoralia.com.br

Lisa OPINIÃO VERIFICADA

15/09/2026

★★★★★

Médico muito humano e paciente. Escutou minhas dificuldades, analisou meus exames detalhadamente e não teve pressa durante a consulta. Senti que minhas dúvidas foram realmente levadas em consideração.

Fonte: doctoralia.com.br

Ervino Almeida OPINIÃO VERIFICADA

13/09/2026

★★★★★

Cheguei à consulta desanimado com o diabetes, mas saí me sentindo muito mais motivado. O Dr. Rodrigo explicou que existem várias formas de melhorar o controle da doença e apresentou um plano bem organizado. Isso me deu esperança e confiança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Ilacir OPINIÃO VERIFICADA

08/09/2026

★★★★★

Recebi orientações práticas e possíveis de seguir, sem dietas impossíveis ou cobranças exageradas. Aos poucos, consegui melhorar minha alimentação e minha atividade física. O Dr. Rodrigo tem uma abordagem realista e respeitosa.

Fonte: doctoralia.com.br

Ro OPINIÃO VERIFICADA

31/08/2026

★★★★★

O que mais gostei foi que ele não olhou apenas para a glicose. Também avaliou meu peso, pressão, colesterol, sono, alimentação e risco cardiovascular. Foi uma consulta muito completa e um tratamento realmente voltado para a saúde como um todo.

Fonte: doctoralia.com.br

Renato Antunes OPINIÃO VERIFICADA

26/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo transmite muita segurança e demonstra grande conhecimento sobre diabetes tipo 2. Explicou os benefícios e os possíveis efeitos colaterais das medicações, além de responder todas as minhas dúvidas com calma.

Fonte: doctoralia.com.br

Jelson Lino OPINIÃO VERIFICADA

22/08/2026

★★★★★

Estou muito satisfeito com o acompanhamento. Minha glicemia e minha hemoglobina glicada melhoraram bastante, e hoje entendo melhor como controlar o diabetes no dia a dia. O Dr. Rodrigo acompanha os resultados com cuidado e explica cada mudança no tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Renildo dos santos OPINIÃO VERIFICADA

18/08/2026

★★★★★

Excelente médico. Durante a consulta, ouviu tudo com muita atenção e sem julgamentos. O tratamento do diabetes pode ser cansativo, mas me senti acolhido e mais confiante para cuidar da minha saúde.

Fonte: doctoralia.com.br

Viviane OPINIÃO VERIFICADA

09/08/2026

★★★★★

Gostei muito do fato de o tratamento ter sido pensado de acordo com a minha rotina e as minhas dificuldades. Não recebi apenas uma orientação genérica. O Dr. Rodrigo procurou entender minha alimentação, meus horários e meus exames antes de definir a melhor estratégia.

Fonte: doctoralia.com.br

Maristela OPINIÃO VERIFICADA

05/08/2026

★★★★★

O Dr. Rodrigo explica o diabetes tipo 2 de uma forma muito clara e fácil de entender. Pela primeira vez consegui compreender melhor o que estava acontecendo com meu organismo e o motivo de cada orientação. É um médico muito didático e atencioso.

Fonte: doctoralia.com.br

Alessandra OPINIÃO VERIFICADA

30/07/2026

★★★★★

Dr. Rodrigo é excelente! Atencioso, competente e humano.

Fonte: doctoralia.com.br

Pedro OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Excelente comunicação e atenção aos detalhes. Me senti seguro durante toda a consulta

Fonte: doctoralia.com.br

Manuel OPINIÃO VERIFICADA

28/07/2026

★★★★★

Muito competente e humano. Fez com que eu me sentisse ouvido e bem orientado.

Fonte: doctoralia.com.br

Ana Clara OPINIÃO VERIFICADA

26/07/2026

★★★★★

Excelente experiência. O atendimento remoto foi tão bom quanto uma consulta presencial.

Fonte: doctoralia.com.br

Angelica Cristina de Sousa OPINIÃO VERIFICADA

22/07/2026

★★★★★

Além de muito atencioso, passa tranquilidade durante todo o atendimento .vale a recomendação!

Fonte: doctoralia.com.br

Josué OPINIÃO VERIFICADA

21/07/2026

★★★★★

Ótimo profissional. Escutou com atenção, fez perguntas importantes e orientou de forma clara.

Fonte: doctoralia.com.br

Carla OPINIÃO VERIFICADA

16/07/2026

★★★★★

Médico muito educado, cordial e atualizado. A experiência no teleatendimento foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Carolina Lemos OPINIÃO VERIFICADA

13/07/2026

★★★★★

Consulta objetiva, completa e muito bem conduzida. Recomendo sem hesitar.

Fonte: doctoralia.com.br

Margarete OPINIÃO VERIFICADA

08/07/2026

★★★★★

Muito satisfeita com o atendimento. Foi paciente, esclareceu todas as dúvidas e indicou o melhor tratamento.

Fonte: doctoralia.com.br

Jaque OPINIÃO VERIFICADA

05/07/2026

★★★★★

Profissional excepcional. Mesmo por teleconsulta, transmitiu segurança e acolhimento.

Fonte: doctoralia.com.br

Barbara OPINIÃO VERIFICADA

01/07/2026

★★★★★

Atendimento de alta qualidade. Explicou tudo com calma e demonstrou muita empatia.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudia OPINIÃO VERIFICADA

29/06/2026

★★★★★

Excelente médico! Muito atencioso, competente e pontual. A consulta online foi excelente.

Fonte: doctoralia.com.br

Helena OPINIÃO VERIFICADA

26/06/2026

★★★★★

Competente, acolhedor e atento aos detalhes. ameiii

Fonte: doctoralia.com.br

Cahh OPINIÃO VERIFICADA

22/06/2026

★★★★★

Super recomendo. Explica cada etapa do tratamento de forma simples e transmite tranquilidade.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanessa Brito OPINIÃO VERIFICADA

16/06/2026

★★★★★

Ótimo médico! Atendimento humanizado, pontual e muito eficiente no acompanhamento metabólico e hormonal.

Fonte: doctoralia.com.br

Bia OPINIÃO VERIFICADA

14/06/2026

★★★★★

Muito profissional e empático. Passa segurança e demonstra grande conhecimento na área de endocrinologia.

Fonte: doctoralia.com.br

Daniel OPINIÃO VERIFICADA

10/06/2026

★★★★★

Endocrinologista de confiança, dedicado e muito claro nas orientações. Recomendo especialmente para quem busca controle do diabetes.

Fonte: doctoralia.com.br

Pamela OPINIÃO VERIFICADA

05/06/2026

★★★★★

Excelente experiência. O acompanhamento hormonal na menopausa melhorou muito minha qualidade de vida.

Fonte: doctoralia.com.br

Flavia OPINIÃO VERIFICADA

30/05/2026

★★★★★

Atendimento impecável. Escuta com atenção, pede exames detalhados e monta um tratamento realmente individualizado.

Fonte: doctoralia.com.br

Vanilda OPINIÃO VERIFICADA

24/05/2026

★★★★★

Médico atualizado, cuidadoso e muito paciente para tirar dúvidas. Tratamento do diabetes conduzido com segurança e eficiência.

Fonte: doctoralia.com.br

Lucineia OPINIÃO VERIFICADA

16/05/2026

★★★★★

Profissional extremamente competente e humano. Me senti acolhida durante todo o acompanhamento da menopausa.

Fonte: doctoralia.com.br

Claudio OPINIÃO VERIFICADA

12/05/2026

★★★★★

Excelente endocrinologista: muito atencioso, explica tudo com clareza e acompanha o tratamento de perto. Fez toda diferença no controle do diabetes

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Finladia OPINIÃO VERIFICADA

11/05/2026

★★★★★

Estava na menopausa, engordando sem parar e com uma fadiga que não passava. O Dr. Rodrigo Bomeny, conectou tudo: hormônios, metabolismo e composição corporal. O tratamento integrado fez eu me sentir bem de novo. Equipe excelente e ambiente muito agradável.

Fonte: doctoralia.com.br

Beatriz Ferreira OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Procurei o Dr. Rodrigo Bomeny depois de anos sem conseguir controlar meu diabetes tipo 2. Como endocrinologista, ele explicou cada exame, ajustou minha medicação com calma e em três meses minha hemoglobina glicada caiu de forma significativa. Consultório organizado, equipe atenciosa. Recomendo de olhos fechados.

Fonte: doctoralia.com.br

Adriana Mendonça OPINIÃO VERIFICADA

09/05/2026

★★★★★

Cheguei no consultório do Dr. Rodrigo Bomeny com mais de 30 kg acima do peso e sem esperança. Ele é um endocrinologista que realmente escuta, monta um plano realista e acompanha de perto. Já perdi 18 kg e meus exames nunca estiveram tão bons. Gratidão enorme.

Fonte: doctoralia.com.br

Fabiana Chaves Rocha Queiroz OPINIÃO VERIFICADA

12/02/2026

★★★★★

Falar do Dr. Rodrigo é falar de um profissional que eleva o padrão da medicina. Ele é extremamente competente e estudioso. E tem um grande diferencial que é o lado humano e acolhedor. Ele entende profundamente como as nossas emoções impactam o tratamento, não enxergando apenas a doença ou os sintomas, mas o paciente como um ser humano completo. O Dr. Rodrigo vai muito além de suas obrigações médicas: ele incentiva, acompanha cada resultado de perto e busca estratégias personalizadas que se encaixam na minha realidade. Sinto que ele está sempre disposto a viabilizar o que for preciso para minha saúde e bem-estar. Confio 100% em sua conduta e posso dizer que não sei o que seria da minha saúde sem os seus cuidados e direcionamentos.

Fonte: doctoralia.com.br

Opiniões de pacientes reproduzidas do site doctoralia.com.br, publicadas em 2026.